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VÍDEO: Criminosos atacam e matam na frente do Presídio da Papudinha

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Detentos colocam fogo em presídio após dois presos serem mortos na saída da unidade – dois presidiários foram executados em frente a Papudinha.

Dois presidiários em regime semi aberto foram mortos a tiros na frente da Papudinha na manhã desta quarta feira(7). Detentos atearam fogo na parte interna da unidade. As vitimas ainda não foram identificadas. Equipes do Corpo de Bombeiros, do Samu e do Batalhão de Operações Especiais(BOPE) foram deslocadas para a área.

A Policia Militar isolou a área e um clima de total insegurança imperava no entorno. Motoristas desviaram a rota e ciclistas e pedestres decidiram não passar nas proximidades.

Detentos que cumprem pena na Unidade Prisional UP4 – conhecida como Papudinha -, em Rio Branco, colocaram fogo no presídio após dois detentos serem mortos a tiros quando saiam do local. Os atentados ocorreram na manhã desta quarta-feira (7) e podem ter sido em represália ao ataque que vitimou outro detento no último dia 2, segundo a Segurança Pública.

O Corpo de Bombeiros foi chamado para controlar o fogo por volta das 5h30, que durou quase uma hora e meia. Os Bombeiros ainda continuam no local. Equipes das Polícias Militar, Civil e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) estão no local para evitar que novos ataques ocorram.

Um dos presos morreu ainda no local e o outro ainda chegou a ser socorrido pela viatura do Serviço Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu e morreu minutos depois. A área onde fica o presídio está isolada.

Veja os vídeos, gravados por populares, mostra o Presídio Papudinha pegando fogo.

O delegado Cristiano Bastos, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que ainda é cedo para saber as circunstâncias em que os crimes ocorreram, mas que uma das hipóteses é a guerra entre as facções criminosas.

Vamos começar os trabalhos e ver quem são os responsáveis pelos crimes. É cedo para a gente afirmar, mas temos informações de que os suspeitos não seriam os presos e os crimes podem ter ligação com a guerra de facções e retaliações entre os grupos criminosos. Não têm testemunhas, a não ser os presos que estavam saindo da unidade”, falou.

Veja as fotos em tempo real, do Presídio Papudinha, em chamas:

             

O clima foi de muita tensão para os presos que deixavam a Unidade Prisional UP – 4 na manhã desta quarta-feira. Em novo ataque um detento foi executado e outro ficou gravemente ferido. A ação criminosa aconteceu por volta das 6 horas. De acordo com a policia dois criminosos numa motocicleta abriram fogo contra dois detentos que deixavam a unidade.

Os nomes dos presos ainda não foram revelados.

Após o ataque, detentos atearam fogo em duas alas da Papudinha. Cinco caminhões tanque do corpo de bombeiros foram deslocadas para atender a ocorrência.

Na última sexta-feira o detento Mossiene Damasceno foi executado quando deixava a unidade. Em represália, integrantes da facção Bonde dos 13 incendiaram 3 carros e uma motocicleta de membros do comando vermelho.

O Governo anunciou a possibilidade de interditar a UP 4.

 

Após ataque, Papudinha será desativada e presidiários do Semi Aberto irão retornar ao Regime Fechado.

A informação foi confirmada pelo Diretor do Instituto de Administração Penitência (Iapen), Aberson Carvalho, na manhã desta quarta-feira (07), após uma reunião com a juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campus e o Secretário de Segurança, Emylson Farias.

Com o incêndio causado pelos presos, após o ataque há dois integrantes do Comando Vermelho, mortos por disparos de arma de fogo na saída da unidade, o prédio ficou sem condições de uso e a decisão tomada pelas autoridades é de que os 320 detentos do semi aberto regridam de pena e voltem ao regime fechado. A medida durará até a chegada das toenozeleiras eletrônicas

“A unidade após o incêndio foi dada como perdida e nós em contato com o poder judiciário, a doutora Luana Campus está tomando a decisão agora de que todos os que estão em regime semi aberto sofrerão a regressão de pena e retornarão para o presídio Francisco de Oliveira Conde”, disse o diretor do Iapen.

A previsão é de que ainda nesta semana chegue a encomenda feita pela secretaria de segurança das toenozeleiras eletrônicas e após uma análise do perfil de cada preso, que estava no regime semi aberto, cada um irá passar a ser monitorando 24hs através do equipamento. Com isso, a unidade e o regime semi aberto passará a ser extinto definitivamente. Com informações de Lília Camargo.

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Homem é morto com pelo menos dois tiros e encontrado atrás de centro de recuperação em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Antônio Luan Viana de Lima foi morto na noite dessa segunda-feira (7) com pelo menos dois disparos de arma de fogo. O Crime ocorreu na Travessa Sucupira, no bairro Calafate, em Rio Branco.

O Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) informou que a ocorrência foi gerada ainda como tentativa de homicídio, mas quando a guarnição chegou ao local, ele já estava morto.

Lima teria saído de uma área de mata e foi encontrado atrás de um centro de recuperação nas proximidades do campo do Vaz ferido e pedindo socorro. O solicitante também informou à polícia que não chegou a ouvir o disparos e não soube repassar mais informações.

A Polícia Militar ao chegar ao local já encontrou a vítima morta, segundo o Ciosp. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (Samu) também foi acionado, mas apenas constatou o óbito de Lima.

O local foi isolado para os trabalhos da perícia técnica e o corpo do homem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar os exames cadavéricos.

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ACRE

Após 56 dias internada, técnica de enfermagem morre por complicações de Covid-19 em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A gente não tem, nesse momento, mais palavras para expressar a mulher guerreira, batalhadora, que estava ali sempre ajudando muitas pessoas”. É assim que Luzineide da Silva Correia, cunhada da técnica de enfermagem Rosinalda de Macedo Bastos, de 38 anos, expressa a dor da perda dela.

Rosinalda, que era mais conhecida como Rose, morreu nesta segunda-feira (7) após 56 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco, vítima de complicações de Covid-19.

“A Rose, para nós, representava uma pessoa guerreira, batalhadora, uma pessoa que sempre lutou para ajudar o próximo, as pessoas que estavam doentes. É uma perda muito grande para a família e para a saúde”, lamentou a cunhada em entrevista à Rede Amazônica Acre, na manhã desta terça (8).

O pronto-socorro da capital acreana foi também o local onde Rose passou parte de sua vida. Ela atuava na linha de frente no hospital, na UTI da ala Covid-19, antes de adoecer. A Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) informou que a morte da servidora deve constar no boletim desta terça.

“Ela trabalhava na linha de frente no combate à Covid-19, na UTI, então, para gente, é uma dor que não tem palavras para explicar porque mais um na enfermagem que se foi, na saúde”, disse Luzineide.

Dias de luta

A cunhada contou que Rose lutou 56 dias contra a doença, se curou, mas teve outras bactérias e morreu por complicações da doença. A informação também foi confirmada pela direção do PS, que disse que ela teve Covid-19, depois os exames deram negativo, e ela morreu por complicações devido a infecções.

Além disso, Luzineide acrescentou que após os exames darem negativo, Rose voltou ao trabalho e duas semanas depois começou a sentir febre, foi quando ela precisou ser internada.

“Quando a gente soube que tinha renovado, a nossa preocupação aumentou porque ela estava trabalhando dentro da UTI da ala Covid no pronto-socorro”, acrescentou.

Luzineide acrescentou que a cunhada deixa saudades a todos e que a família ainda está muito abalada.

“A família está muito abalada, muitas pessoas vieram prestar homenagem aqui e os amigos que ela deixou uma saudade imensa no nosso coração, a família está sem entender, porque a Rose deixou um legado muito grande, deixou filhos”, concluiu.

Colaborou o repórter Lidson Almeida de Rede Amazônica Acre

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