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ELEIÇÕES 2018

Veja quais são os candidatos a governador e senador do Acre

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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em

Em todo Brasil, a Folha identificou pelo menos 186 postulantes aos governos estaduais.

Os partidos encerraram no domingo (5) o período de convenções, mas isso não significa que o quadro de candidatos esteja consolidado. Pode haver recuos até o dia 15 de agosto, além de alguns deles correrem o risco de serem barrados pela Justiça Eleitoral.

A Folha identificou pelo menos 186 candidatos a governo nos estados de todo Brasil, leve crescimento em relação a 2014, quando foram 176.

A comparação dos dados entre uma eleição e outra mostra que neste ano haverá uma maior leva de concorrentes que representam siglas de direita, como o PSL e o Novo.

Veja as candidaturas a governador e a senador para as eleições de 2018 no Acre.

Estado do Acre

Governador atual

Foto de Tião Viana

Tião Viana – PT

Eleitorado do estado: 547,6 mil (0,37% do país)

População estimada: 870,7 mil

Candidatos ao Governo

  • Marcus Alexandre – PT

  • Gladson Camelli – PP

  • Coronel Ulysses – PSL

  • Janaína Furtado – Rede

  • Davi Hall – Avante

Candidatos ao Senado

  • Jorge Viana – PT

  • Ney Amorim – PT

  • Márcio Bittar – MDB

  • Sérgio Petecão – PSD

  • Paulo Luiz Pedrazza – PSL

  • Minoru Kimpara – Rede

  • Marina Peregrina – Avante

*Quadro pode mudar até o dia 15 de agosto, prazo final para registro das candidaturas

Estado de São Paulo

Governador atual

Foto de Márcio França

Márcio França – PSB

candidato à reeleição

Eleitorado do estado: 33,4 milhões (22,4% do país)

População estimada: 45,5 milhões

Candidatos ao Governo

  • Márcio França – PSB

  • Paulo Skaf – MDB

  • João Doria – PSDB

  • Luiz Marinho – PT

  • Lisete Arelaro – PSOL

  • Rogerio Chequer – Novo

  • Marcelo Cândido – PDT

  • Adriano Costa e Silva – DC

  • Cláudio Fernando Aguiar – PMN

  • Edson Dorta – PCO

  • Rodrigo Tavares – PRTB

  • Toninho Ferreira – PSTU

Candidatos ao Senado

  • Antônio Neto – PDT

  • Maurren Maggi – PSB

  • Cidinha – MDB

  • Marcelo Barbieri – MDB

  • Mário Covas Neto – Podemos

  • Mara Gabrilli – PSDB

  • Ricardo Trípoli – PSDB

  • Eduardo Suplicy – PT

  • Jilmar Tatto – PT

  • Major Olimpio – PSL

  • Silvia Ferraro – PSOL

  • Daniel Cara – PSOL

  • Diogo da Luz – Novo

  • Moira Lázaro – Rede

  • Pedro Cristo – Rede

  • Marcos Souza – Patriota

  • Mendes Thame – PV

*Quadro pode mudar até o dia 15 de agosto, prazo final para registro das candidaturas.

Com informações de João Pedro Pitombo, Bernardo Caram, Ranier Bragon, Felipe Bächtold, Gabriela Sá Pessoa e Denise Perotti.

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ACRE

DEPUTADO JOSA DA FARMÁCIA TEM MANDATO CASSADO POR COMPRA DE VOTOS

Folha do Acre, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O deputado estadual pelo Podemos do Acre, Josa da Farmácia, teve o seu mandato cassado por decisão da Justiça Eleitoral. Josa foi reeleito na última eleição com 6.412 votos.

O Tribunal Regional Eleitoral decidiu cassar o mandato do deputado por 4 votos a 2 dos desenbargadores.

Josa da Farmácia é acusado de comprar de votos na eleição de 2018.

Apesar de votarem pela cassação, o TRE do Acre decidiu que não irá fastar o deputado imediatamente, dando assim, prazo para que Josa se defenda das acusações ainda no cargo de deputado.

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ELEIÇÕES 2018

Trabalho de Moro me ajudou a crescer politicamente, diz Bolsonaro

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

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Indicação de juiz é criticada por petistas, que veem politização da Justiça.

Em entrevista a alguns veículos de imprensa, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) elogiou o trabalho de Sergio Moro como juiz ao falar de sua nomeação como Ministro da Justiça.

“O trabalho dele muito bem feito. Em função do combate à corrupção, da Operação Lava Jato, as questões do mensalão, entre outros, me ajudou a crescer politicamente falando”, disse Bolsonaro.

Moro foi quem assinou a ordem de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e decisões causaram polêmica como a divulgação da conversa do petista com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e da delação de Antonio Palocci pouco antes da eleição.

“Se eles estão reclamando, é porque fiz a coisa certa”, disse o presidente eleito.

Segundo ele, o economista Paulo Guedes, que assumirá a Fazenda, foi quem fez a ponte com Moro. Bolsonaro afirmou desconhecer em qual momento a sondagem teria sido feita.

“Mas isso daí não tem nada a ver. Se foi umas semanas, um dia antes da eleição, não tem nada  a ver”, disse.

Segundo seu vice, Hamilton Mourão, o convite ocorreu ainda durante a campanha, o que suscitou críticas, por sugerir que a atuação do magistrado tenha sido pautada pela disputa eleitoral.

“Ah, não sei, não sei. Tenho pouco contato com o Mourão, estou aprofundando o contato agora com ele”, respondeu o presidente eleito.

Bolsonaro afirmou ter concordado em dar autonomia a Moro para nomear e conduzir as atividades da pasta. Ele não detalhou como ocorrerá a ampliação do Ministério da Justiça em seu governo. Confirmou a incorporação da pasta de Segurança Pública.

“Uma parte do Coaf [estará] lá também, porque ele [Moro] tem que ter informações. A CGU não iria para lá dessa forma aqui, carece de estudo. Temos que ver se não estamos incorrendo em nenhuma inconstitucionalidade”, disse. 

“Mas parcelas desses órgãos a gente vai ter dentro da Justica para que possa trabalhar com velocidade que essa questão merece.”

Para o presidente eleito, a violência cresce “via crime organizado” e “o caminho para combater isso é seguir o dinheiro e você tem que ter meios para tal. O Ministério da Justiça daria todos os meios para Sergio Moro perseguir esse objetivo”.

Bolsonaro afirmou que não acertou um prazo de trabalho para o juiz no governo ou para vir a indicá-lo ao Supremo Tribunal Federal. 

“Não ficou combinado, mas o coração meu lá na frente… ele tendo um bom sucessor, isso está aberto para ele”, disse.

“A decisão dele é difícil, vai abrir mão da carreira, tem 22 anos de serviço, para enfrentar um desafio. Chamo ele de soldado, que está indo para a guerra sem medo de morrer. Vai ter muito mais poderes do que estando à frente da Vara da Justiça Federal em Curitiba

Bolsonaro disse que se um membro de seu governo for investigado ou denunciado, “vai pro pau, pô. Não tem essa história, não. Quem for por ventura denunciado, vai responder”.

​O presidente eleito foi questionado sobre a sua relação com a imprensa e o motivo de ter dado a entrevista apenas para emissoras de televisão, sem incluir jornais.

“A imprensa está muito diversificada, eu cheguei aqui graças às mídias sociais. Quem vai fazer a seleção de qual imprensa vai sobreviver ou não é a própria população”, respondeu. “A imprensa que não entrega a verdade vai ficar para trás.”

Segundo ele, a exclusão de veículos se deu por conta de “espaço físico, não mandei restringir ninguém, não”.

Folha SP

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