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Urgente: Governo do Estado abandona a UPA do Segundo Distrito

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A falta de médicos e de leitos vem causando prejuízos para o atendimento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito. Na noite de quinta-feira (08/11), 250 pacientes precisaram esperar cerca de 8 horas por um atendimento.

O motivo para a demora sentida pelos usuários é a redução da equipe médica de seis para quatro, chegando a ter apenas dois profissionais em alguns dias da semana, inviabilizando o serviço.

“O clínico geral precisa, em muitos casos, sair do consultório, onde está atendendo um volume enorme de pessoas, para socorrer a sala de trauma, que recebe os casos de acidentes. A falta de pediatras deixa ainda mais desfalcada as equipes”, protestou o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Ribamar Costa.

O problema também se amplia quando não há possibilidade de transferência de pacientes para o Hospital das Clínicas (HC) ou para o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), pois não existem leitos disponíveis. Assim, pacientes que deveriam ficar apenas 24 horas na UPA acabam internados por cerca de 12 dias.

Na unidade, os trabalhadores ainda reclamaram da falta de medicamentos, tornando o trabalho penoso, além de aumentar o sofrimento das pessoas que precisam de tratamento.

As dificuldades resultaram em ofensas e ameaças de agressões no início da noite de quinta-feira. A situação piorou, porque os policiais militares foram retirados nas unidades de saúde.

“É um completo abandono, pois médicos os com contratos provisórios estão sendo demitidos, deixando mais furos nas escalas, ocasionando falha nas equipes, resultando em sobrecarga de trabalho e demora no atendimento”, finalizou Ribamar Costa.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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