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TRE-AC vai convocar eleitores de dez municípios para revisão biométrica
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8 anos atrásem
Cadastro começa no próximo dia 25, na cidade de Sena Madureira. Em Feijó, Tarauacá e Mâncio Lima cadastro vai ser feito no dia 11 de março e nos demais municípios em abril.
O Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) iniciou o chamamento para cadastrar os eleitores que ainda não possuem dados biométricos. Eleitores de dez municípios precisam comparecer ao cartório eleitoral da cidade para fazer a revisão dos dados.
Atualmente, 476 mil eleitores do Acre já possuem identificação biométrica, o que representa 86% dos 549,81 mil eleitores de todo estado. Mas, o objetivo do TRE-AC é finalizar esse trabalho e deixar o estado 100% biométrico até junho desde ano.
Há ainda 70 mil eleitores pendentes com a biometria. Ele são dos municípios de Sena Madureira, Feijó, Tarauacá, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Rodrigues Alves, Santa Rosa, Jordão e Porto Walter.
“Uma pequena parcela, cerca de 14% do eleitorado, ainda não passou pelo processo de revisão. Ou seja, de coleta de dados das digitais, fotografia e assinatura digital. Somente esses precisam comparecer”, explicou o presidente do TRE-AC, Carlos Venícius Ribeiro.
O primeiro município que vai passar pela revisão vai ser Sena Madureira, que já começa no dia 25 deste mês. Mas, o eleitor não precisa aguardar essa data e já pode fazer a revisão.
Em Feijó, Tarauacá e Mâncio Lima, o cadastro vai ter início no dia 11 de março. Nos demais municípios será em abril. O atendimento em todos os municípios ocorrerá no cartório eleitoral de segunda a sexta das 7h às 14h e os sábados de 8h ao meio-dia.
Documentação
Para fazer o cadastro, o eleitor precisa levar documento oficial com foto, CPF e comprovante de endereço. Os homens acima de 18 e que vão solicitar o documento pela primeira vez devem ter em mãos também o certificado de reservista.
O presidente do TRE-AC falou ainda que, sem o cadastro biométrico, um eleitor pode votar no lugar de outro. Apesar de pequena, o órgão quer acabar com essa possibilidade.
“A coleta de dados biométricos tem como principal finalidade a segurança do processo eleitoral. É você ter a garantia que aquele eleitor que compareceu e votou foi identificado pela sua digital, é o eleitor cadastrado”, garantiu.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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