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TIM incentiva colaboradores a compartilhar conhecimentos com profissionais da própria empresa

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A iniciativa foi finalista do último Prêmio Ser Humano, organizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil) para reconhecer e destacar e as melhores práticas em gestão de pessoas, identificar novos talentos e estimular o pensamento criativo

A TIM vem apostando nos talentos de dentro de casa para garantir a gestão do conhecimento e uma equipe bem alinhada tecnicamente. Foram mais de 10 mil participações em treinamentos do programa Multiplicando Ideias, que promove o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais essenciais aos negócios por meio da disseminação interna. Os próprios funcionários atuam como “multiplicadores”: são capacitados pelo RH e ministram treinamentos para os colegas de trabalho, que podem se inscrever em cursos variados.

A iniciativa existe desde 2012 e já foram realizadas mais de 100 mil horas de treinamento. Em 2019, 121 colaboradores atuaram como multiplicadores, abordando assuntos como inovação, carreira, Internet das Coisas, jornada do cliente, tributação, entre outros.

O multiplicador se inscreve no programa voluntariamente ou é indicado pelo gestor. Ele passa por uma formação junto ao RH, que o auxilia, inclusive, na elaboração do material que será usado. Há um sistema de pontos, que prevê premiações em livros e cursos específicos para os profissionais que estão disseminando o conhecimento. A pontuação é realizada de acordo com a avaliação das aulas, levando em consideração o nível de recomendação do conteúdo e o público impactado.

O Multiplicando Ideias busca a disseminação do conhecimento de forma inovadora, sem a formalidade dos treinamentos convencionais, promovendo integração entre os colaboradores e reconhecendo aqueles que se propõem a compartilhar seu tempo e conhecimento com outros profissionais da companhia. A iniciativa foi finalista do último Prêmio Ser Humano, organizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil) para reconhecer e destacar e as melhores práticas em gestão de pessoas, identificar novos talentos e estimular o pensamento criativo.

Exemplos de sucesso

A especialista de RH na TIM, Helyda Guedes, de 32 anos, é uma das profissionais da empresa que aderiu ao programa desde o início. Formada em Psicologia e com MBA em Gestão com Pessoas, a multiplicadora é responsável por ministrar o Workshop de Carreira, que é voltado para todos os colaboradores da casa. De lá para cá, 10 turmas foram concluídas nos estados de Pernambuco, Pará, Goiás e no Distrito Federal.

“O objetivo do curso é proporcionar o autoconhecimento pessoal e profissional e assessorar na gestão da carreira”, explica Helyda. Ela comenta que o Multiplicando Ideias tem foco na gestão do conhecimento, de forma que a iniciativa garante a continuidade dos processos por meio do compartilhamento de informações, desde as mais básicas até as mais técnicas.

Outra história é a do Anderson Machado, de 36 anos, Senior Manager de Engenharia e multiplicador desde 2017. Ele ministra o curso de Accountability, termo que não possui uma tradução literal para o português e pode ser definido como “ter senso de dono”, e é destinado a todos os níveis da companhia. O gestor já finalizou seis turmas no Distrito Federal e em Goiás.

Segundo o gestor, o intuito do curso é popularizar os conceitos de accountability em toda a cultura organizacional. “O Multiplicando Ideias permite dividir o conhecimento com todos, de modo que a abordagem se iguale em cada nível. Além disso, garante um sentimento de pertencimento, já que possibilita que todos auxiliem na propagação dos conceitos e comportamentos do Accountability”, completa.

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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