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Terminais eletrônicos indisponíveis do Banco da CEF causam indignação na população de Tarauacá
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8 anos atrásem
Nas redes sociais, a população de Tarauacá manifestou sua indignação contra a agência da Caixa Econômica Federal, instalada no município.
A agência foi construída há poucos anos, onde havia um casarão histórico, que fora construído no início do século 20. O casarão foi demolido, sem a prévia participação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, Câmara de Vereadores, Prefeitura e demais órgãos públicos de proteção ao patrimônio histórico e cultural. A população hoje amarga a perda do casarão histórico como memória e patrimônio histórico e cultural.
CULTURA PERDIDA
Veja as fotos do antigo casarão histórico, à esquerda:
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Nas fotos, antiga Rua Coronel Juvêncio de Menezes. À esquerda, o casarão histórico que foi demolido para a construção da agência local da Caixa Econômica Federal.
VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR
No seu perfil na rede social, o Sr. André Aguiar, disse que “Mais um final de semana que esse banco deixa seus clientes sem serviços essenciais. Me recuso a acreditar que as nossas autoridades constituídas não querem tomar providências, haja vista que esse é um problema antigo aqui na nossa cidade. Agência 3339 da Caixa Econômica Federal de Tarauacá. Vou acionar judicialmente este banco“.
Os moradores de Tarauacá dispõem de apenas de 3 agências bancárias no município: uma agência do Banco do Brasil, uma agência do Banco Bradesco e uma agência da Caixa Econômica Federal. Todas apresentam graves problemas de atendimento ao público, com nítida e reiterada violação dos direitos do consumidor.
O Código de Defesa do Consumidor, Lei Federal nº 8.078, de 11.09.90, no município, parece que não é aplicado. As autoridades locais fazem vista grossa ao problema, que já dura quase 10 anos.
A Reportagem do Acre.com.br apurou que a Promotoria do Ministério Público Estadual do município, até o momento não logrou êxito em corrigir as falhas na prestação dos serviços bancários prestados ao consumidor tarauacaense. Também não há Termo de Ajuste de Conduta – TAC, obrigando as agências bancárias a melhorar os serviços prestados ao consumidor.
O tarauacaense Sr. Jonilson Cabral, disse que “Já fui bancário e digo que isso é proposital. Os bancos faturam bilhões com essa prática. Produza provas e entre com uma ação judicial por danos morais. Boa sorte“.
As pessoas indignadas com o descaso manifestaram a grande insatisfação que já dura anos. O tarauacaense Elivan Araújo disse “Verdade amigo cadê as autoridades do nosso município vereadores e prefeitos?“.
O esportista Dicélio Martins disse “aqui em Tarauacá não existe é nada“.
Freire Ozanan, morador de Tarauacá, afirmou que “Fizeram uma propaganda gratuita para essa instituição financeira que falha sempre com os seus clientes“.
Jonilson Cabral disse que “Reclamações em tribuna são falácias. O que vale é no papel“.
Os moradores de Tarauacá perderam um casarão histórico, e com ele perderam patrimônio cultural e memória histórica, e por outro lado, ganharam um ‘abacaxi’ de problemas.
Hoje, nas redes sociais, circularam várias fotos dos terminais da agência:
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Para ver fotos antigas de Tarauacá, e conhecer a memória histórico do município (em processo de desaparecimento!), clique aqui.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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3 dias atrásem
6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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