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Sudão: último rinoceronte branco macho no mundo, morre no Quênia

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na foto, o Rinoceronte-branco do norte Sudan é visto na entidade Ol Pejeta Conservancy em Laikipia, no Quênia – 18/06/2017 (Thomas Mukoya/Reuters).

O animal que sofria de uma infecção na pata direita teve um perfil no Tinder em 2017 que procurava arrecadações para reprodução ‘in vitro’ de sua espécie.

O último rinoceronte branco macho no mundo, chamado de Sudão, foi sacrificado nesta segunda-feira depois que veterinários constataram o agravamento de sua doença. A informação foi divulgada nesta terça-feira pela direção da reserva natural queniana de Ol Pejeta, onde o animal vivia desde 2009. “Sua doença piorou significativamente nas últimas 24 horas. Ele não conseguia se levantar e estava passando muito mal”, explicou a equipe da reserva, que trabalhou junto com especialistas do zoológico tcheco Dvur Kralove e o Serviço de Conservação da Fauna queniana (KWS).Sudão se recuperou com sucesso no final do ano passado de uma infecção na sua pata direita, por causaa da sua idade avançada, mas no final de fevereiro, teve uma recaída que foi considerada “muito mais profunda”.Desde então, os veterinários procuraram maneiras de curá-lo e até mesmo de perpetuar a espécie, mas as complicações de sua perna, combinadas com a idade do rinoceronte (45 anos) levararam à morte.“Sudão será lembrado por sua vida memorável e incomum”, disse a reserva, explicando que na década de 1970 conseguiu sobreviver à extinção da sua espécie e foi transferido para o zoológico Dvur Kralove, na República Tcheca.No final de sua vida, conseguiu retornar para a África, na reserva natural localizada em Laikipia, no centro-oeste do Quênia.A reserva informou que conseguiu extrair “material genético” da criatura, o que “dá esperança para futuras tentativas de reproduzir a espécie de rinoceronte branco através de técnicas genéticas avançadas”.

Além dele, existem outras duas fêmeas vivas, ambas filhas do Sudão, também em Ol Pejeta, mas a fecundação artificial nunca foi tentada com rinocerontes. Sudão alcançou grande popularidade depois de uma campanha lançada na rede social Tinder pelos responsáveis da Ol Pejeta para conseguir os US$ 9 milhões necessários para desenvolver as técnicas de fertilização válida para estes animais.“Sou único. Sou o último rinoceronte branco macho no planeta Terra. Não quero parecer um aproveitador, mas o destino da minha espécie depende, literalmente, de mim. Atuo bem sob pressão. Meço 1,82 metros e peso 2.267 quilos, se isso importa”, descreve em seu perfil.

Durante anos, a caça ilegal destes animais contribuiu para a sua extinção, pois seus chifres valem preços superiores ao ouro no mercado asiático, devido a supostas propriedades curativas e afrodisíacas. Por EFE – clique aqui.
 

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ACRE

Sítios arqueológicos são aterrados em fazenda de presidente da Federação da Agricultura do Acre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Patrimônios culturais, geoglifos foram aterrados para plantio de grãos. Iphan acionou MPF e a Justiça Federal para apurar o caso. Proprietário da fazenda afirmou que o aterro foi um ‘acidente’.

capa: Antes e depois dos geoglifos serem aterrados — Foto: Arte G1.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) acionou o Ministério Público Federal e a Justiça Federal após descobrir que sítios arqueológicos, onde estão três geoglifos , na Fazenda Crixa II, na cidade de Capixaba, interior do Acre, foi aterrado durante o processo de plantio de grãos. A propriedade pertence ao presidente da Federação da Agricultura do Acre, Assuero Veronez.

Os geoglifos são estruturas milenares escavadas no chão com formas geométricas que surpreendem pela precisão e são protegidos por lei federal. Apenas no Acre já foram descobertos mais de 800 sítios arqueológicos. O estado é o que tem mais número de geoglifos no país.

Imagens de satélites divulgadas pelo Iphan mostram a área antes e depois do plantio, com os geoglifos aterrados.

À Rede Amazônica Acre, o superintendente do Iphan, Jorge Mardini, explicou que o proprietário da fazenda tinha conhecimento do sítio e foi alertado sobre os cuidados. O órgão descobriu a irregularidade após receber uma denúncia anônima.

“Para nossa surpresa, na pandemia, veio uma denúncia de que o sitio foi alvo de destruição pelo processo de aragem do solo para plantação de milho. A gente está com uma portaria impedindo de fazer fiscalização, então, tivemos que acionar Brasília. A presidente do órgão teve que mandar uma carta para o ministro, que liberou em caráter de urgência para a gente fazer a fiscalização e agora estamos em processo de fazer o embargo da obra”, destacou.

‘Acidente’

Ao G1, o dono da fazenda Crixa II, Assuero Veronez, justificou que o aterro foi um ‘acidente’ no processo de aragem para o plantio. Segundo ele, os tratoristas não observaram a estrutura no chão e fizeram o aterro.

“Quando cheguei lá já tinha acontecido. O Iphan identificou e estou me colocando à disposição para ver o que pode fazer em uma situação dessa. Se houver a possibilidade de reparar o dano, restaurar não sei se é possível, mas vou ficar sob o comando `s orientação dele. Foi um acidente, fugiu do meu controle”, argumentou.

O empresário afirmou que chegou a alertar a equipe responsável pelo trabalho sobre a existência do geoglifo, mas que a informação foi esquecida na hora do processo. Nesta sexta-feira (7), Veronez disse que vai até a fazenda com equipes do Iphan para uma fiscalização.

“O processo foi feito há um ano, mais ou menos. Sei da importância e do significado que tem o patrimônio arqueológico, embora o Acre tenha mais de 800 formações e muito material para ser pesquisado, mas a lei é a lei e não é porque tem 800 que se pode destruir algum. Não posso fazer nada fora da lei”, alegou.

Obra é embargada

Além de pedir o embargo da obra, a superintendência do Iphan afirmou que vai também elaborar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o empresário.

“Depois do embargo tem as sanções descritas na lei. Vamos fazer o embargo porque tem que paralisar, vai ter que fazer um termo de ajustamento de conduta, tem toda uma formalidade que vamos ter que fazer”, concluiu Mardini.

Colaborou Quésia Melo, da Rede Amazônica Acre.

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CULTURA

Cinema 360 | 360 dias, 360 bolsas, 7 cursos, 24 estados brasileiros

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Projeto prevê a distribuição de 90 bolsas de estudo em cursos na área do audiovisual para região Norte – cursos acontecem em setembro e outubro de 2020

#Cinema360AIC.

A Academia Internacional de Cinema (AIC) está com inscrições abertas para o programa de bolsas referentes ao projeto AIC ONLINE – Formação Audiovisual para Todo o Brasil, selecionado no edital SAV/MINC/FSA Nº 13/2018 e apoiado pela ANCINE – Agência Nacional do Cinema, FSA –  Fundo Setorial do Audiovisual, BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Ministério do Turismo e CTAV/SAV- Centro Técnico Audiovisual. 

São 360 bolsas de estudo integrais para 7 cursos online da AIC distribuídas ao longo de um ano. O programa é dividido em quatro etapas que cobrem todas as regiões do país, beneficiando residentes de 24 estados Brasileiros, mais Distrito Federal.  

A primeira etapa começou na região Centro-Oeste, onde mais de 650 pessoas se inscreveram para participar do programa de bolsas.

A segunda etapa do projeto cobre a região Norte, onde também serão oferecidas 90 bolsas para os cursos de roteiro, direção cinematográfica, produção, produção executiva, trilha sonora, edição e assistência de direção. As inscrições podem ser feitas de 22 de junho a 31 de julho, no site da AIC

Para participar, o interessado deve residir em uma das regiões priorizadas no projeto, ter renda máxima declarada de até 5 salários mínimos, ter acesso à internet e computador para as aulas, ter, no mínimo, 17 anos e ter concluído ou estar cursando o último ano do ensino médio.  

O projeto AIC ONLINE foi um dos quatro vencedores de uma concorrência pública lançada pela ANCINE em 2018, voltada para fomento da educação audiovisual. Para a AIC, que além dos conhecidos cursos presenciais em suas unidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, vem desenvolvendo uma metodologia EAD específica para o ensino audiovisual, com cursos online desde 2017, “o incentivo vem precisamente num momento em que se torna cada vez mais evidente a necessidade de se investir em educação à distância, em especial num país de grande extensão territorial e desigualdades sociais como o nosso. Sabíamos que poderíamos fazer a nossa parte, e arregaçamos as mangas. Montamos um programa capaz de ter um impacto real de forma coordenada e com alcance nacional.”, diz Flávia Rocha, Diretora de Comunicação da AIC. 

Além de contribuir para a formação de novos profissionais, o objetivo é também cultivar elementos técnicos para que esses novos profissionais possam expressar conteúdos que reflitam não só suas aspirações pessoais, mas também as suas realidades regionais, já que o audiovisual é uma ferramenta importante de comunicação e representatividade cultural.    

Para conhecer mais detalhes sobre o programa, o processo seletivo para as bolsas e se candidatar, leia aqui o REGULAMENTO.

Sobre a Academia Internacional de Cinema (AIC) 

HÁ 15 ANOS FORMANDO PROFISSIONAIS PARA O AUDIOVISUAL 

Em 2019 a AIC celebrou 15 anos, com uma história que acompanha o crescimento do mercado audiovisual 

Com sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de Cursos Online, a Academia Internacional de Cinema (AIC) é reconhecida pela excelência demonstrada em mais de 3200 filmes produzidos por seus alunos. A escola oferece cursos livres no período das férias e durante o semestre, além de cursos técnicos e de formação profissional. 

A metodologia combina teoria e prática, desenvolvendo nos alunos habilidades para atuar no mercado, com técnica e criatividade. O corpo docente é formado por professores-realizadores.  

 A escola também realiza vários eventos e palestras abertas ao público, proporcionando uma série de discussões sobre o audiovisual.

Para saber mais acesse:

Contatos Assessoria de Imprensa

🡺 Wanessa Botelho: (63) 92286013 (Brick Comunicação)

Contato direto Comunicação da AIC

Daniele Castro – daniele.castro@aicinema.com.br (21) 99805-8786

Mônica Wojciechowski – monicaw@aicinema.com.br (21) 97386-022

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