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Steve Jobs era um pai “frio, cruel e desumano”
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8 anos atrásem
No novo livro de Lisa Brennan-Jobs, o criador da Apple é descrito como um pai frio, distante e cruel. O livro de memórias será lançado em setembro, mas já está gerando polêmica.
Lisa Brennan-Jobs nasceu quando Steve Jobs tinha apenas 23 anos. Agora, a filha do fundador da Apple lança um livro no qual descreve a difícil relação que tinha com o pai, que chegou, inclusive, a rejeitar assumi-la como filha.
O novo livro, que promete revelar o lado mais pessoal de Steve Jobs, deverá chegar às bancas já no próximo mês e é uma autobiografia da sua filha mais velha. Na obra, Lisa confirma que o pai não quis assumir a paternidade no início, tendo jurado em depoimento que era estéril, e foi obrigado pelo tribunal a pagar uma pequena pensão alimentícia.
Mas apesar de ainda não podermos encontrar o Small Fry nas livrarias, o livro já está causando polêmica, tendo feito com que a viúva de Steve Jobs, Laurene Powell-Jobs, emitisse um comunicado para desmentir o perfil feito do marido, que faleceu há sete anos, informa o Observador.
I hope you’ll come! I start the Small Fry book tour at @greenlightbklyn on September 5th at 7:30pm. I’m overjoyed Phillip Lopate is joining me for a conversation. https://t.co/WvbqwROSR9 pic.twitter.com/Je93co7uZF
— Lisa Brennan-Jobs (@LisaBrennanJobs) 26 de agosto de 2018
Os trechos do livro, publicados na Vanity Fair e no New York Times, dão conta de que o criador da Apple era um pai pouco participativo na vida da filha mais velha.
Segundo a autora da obra, o tribunal obrigou Steve Jobs a pagar 385 dólares à mãe da sua filha, um valor que o próprio aumentou para 500 dólares, sem contar com o seguro-saúde, até que Lisa completasse os 18 anos.
“O caso foi finalizado em 8 de dezembro de 1980, com os advogados do meu pai insistindo que fosse fechado. Quatro dias depois, a Apple se tornou pública e, de um dia para o outro, meu pai passou a valer mais de 200 milhões de dólares”, conta Lisa.
Estas e outras revelações fizeram com que a viúva e a irmã de Steve Jobs viessem a público defender a imagem do empreendedor. Em comunicado recente, citado pelo Business Insider, Laurente Powell-Jobs e Mona Simpson afirmam que a descrição feita por Lisa “diferem dramaticamente” das memórias que ambas têm da época em questão.
“O Steve amava a Lisa e lamentou não ser o pai que deveria ter sido na sua infância. Foi um grande consolo para o Steve ter a Lisa em casa com todos nós nos últimos dias de vida”, afirmou Laurene. Segundo o Observador, um desses últimos encontros entre pai e filha é retratado por Lisa Brennan, a quem o pai disse: “tem cheiro de banheiro”.
Just to be clear: I did, in fact, smell like a toilet.
— Lisa Brennan-Jobs (@LisaBrennanJobs) 15 de agosto de 2018
Chrisann Brennan, mãe de Lisa, disse ao New York Times que apesar de ter sido “mesmo muito difícil” ler o livro, a descrição está “correta”, e deixa no ar o fato de existirem ainda coisas piores para contar.
O livro será colocado à venda no mercado norte-americano já no próximo dia 4 de setembro. Ciberia // ZAP
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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11 horas atrásem
9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre
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11 horas atrásem
9 de março de 2026O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.
O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.
Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.
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Ufac realiza aula inaugural das turmas de residências em saúde — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
9 de março de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e a Comissão de Residência Multiprofissional, da Ufac, realizaram a aula inaugural das turmas de 2026 das residências em áreas profissionais da saúde. A solenidade ocorreu nesta segunda-feira, 9, no anfiteatro Garibaldi Brasil.
A ação marca o início da nona turma da residência em Enfermagem Obstétrica e da residência multiprofissional hospitalar com ênfase em Terapia Intensiva, além da abertura dos programas de residência em Medicina Veterinária e multiprofissional em Urgência e Emergência.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da parceria da universidade com a rede pública de saúde para garantir a formação dos residentes. Segundo ela, como a instituição não possui hospital universitário, os programas se sustentam na articulação com a rede estadual e municipal.
Guida também ressaltou o avanço da interiorização da formação em saúde, com a residência em Enfermagem Obstétrica em Cruzeiro do Sul. Para a reitora, a presença de residentes de outros Estados nos programas da Ufac demonstra o alcance da formação ofertada pela universidade e reforça a necessidade de ampliar oportunidades de qualificação continuada também fora da capital.
A coordenadora da Comissão de Residência Multiprofissional e da residência em Enfermagem Obstétrica, professora Sheley Lima, enfatizou que a aula inaugural representa a continuidade de um projeto institucional construído ao longo dos últimos anos e, ao mesmo tempo, um momento de expansão.
Ela lembrou que as residências são cursos de pós-graduação lato sensu com 5.700 horas de carga horária, desenvolvidos em dois anos, com 80% das atividades realizadas nos serviços de saúde. “A residência é um modelo de formação singular. É a única formação que tem esse papel de articular escola e assistência.”
Sheley informou que a Ufac recebe neste ano 23 residentes em Rio Branco e outros seis em Cruzeiro do Sul. Além disso, ela destacou a adesão da universidade ao Exame Nacional de Residência (Enare), que tem ampliado o acesso de profissionais de diferentes Estados aos programas ofertados pela instituição. De acordo com a coordenadora, essa formação é importante para o Acre por preparar especialistas para atuação no Sistema Único de Saúde.
Durante a solenidade, o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, defendeu o fortalecimento da educação continuada e da formação multiprofissional. Ao se dirigir aos residentes, ressaltou a dimensão humana do trabalho em saúde. “Cuidem dos seus pacientes como vocês gostariam de ser cuidados, cuidem dos seus pacientes como gostariam que cuidassem de suas mães e de seus pais.”
Também participaram da mesa de honra a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora da residência multiprofissional em Urgência e Emergência, Greiciane da Silva Rocha; a coordenadora da residência em Medicina Veterinária, Patrícia Malavazi; a coordenadora do programa de Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade, Mariane Ribeiro; e o chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa da Sesacre e gerente-geral da Escola de Saúde Pública do Acre, Ivan Santos.
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