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Sindmed-AC ajuíza processos para obrigar governo a contratar os médicos aprovados em concurso

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A assessoria jurídica do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) entrou com processos para cobrar do governo do Estado a contratação dos médicos aprovados nos concursos de 2013 e 2014, mas que até o momento não foram convocados. Cerca de 30 pessoas buscam o direito ao chamamento.

O presidente do Sindmed-AC, Murilo Batista, disse que o poder público ignorou a completamente existência de profissionais habilitados para a contratação por certame efetivo e preferiu precarizar a condição de trabalho, realizando apenas contratos temporários.

Presidente do Sindmed-AC,Sindmed-AC, Murilo Batista.

“É inadmissível que o governo do Estado, que deveria zelar pelas leis, acabe descumprindo a Constituição Federal e faça contratações irregulares, prejudicando a população que fica sem o correto atendimento em saúde, com a falta de médicos. O contrato precário possui uma série de problemas que inclui a possibilidade de descontinuidade, ou seja, o patrão decide que não quer mais o profissional por alguns meses, e quem sofre são os cidadãos”, afirmou o sindicalista.

O Sindmed-AC orientou para que todos os médicos aprovados no concurso e que não foram convocados procurarem o Sindmed-AC. O filiado tem assistência jurídica gratuita por meio da entidade.

“Vamos buscar o direito dos colegas, porque há quatro anos reivindicamos as contratações, mas as negociações falharam, então, vencidos os prazos, iremos buscar na Justiça todos direitos”, protestou Murilo Batista.

O concurso público foi lançado depois de muita pressão por parte do Sindicato, o que incluiu uma série de queixas aos órgãos fiscalizadores apontando a falta de profissionais nas unidades de saúde por incompetência dos gestores. Por Assessoria.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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