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Semsa alerta para vacinação de gripe e sarampo

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A prefeitura de Rio Branco, por meio da secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), faz um chamamento a população, que busque as unidades de saúde para garantir a imunização contra a influenza (gripe) e o sarampo, doenças que fazem vítimas em todo o Brasil. 
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A população de Rio Branco – independente da idade, que não tomou ainda vacina contra a influenza, a gripe, deve procurar uma unidade de saúde para garantir a imunização. A diretora do Departamento de Vigilância Epidemiológica da secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco, Socorro Martins, faz o alerta lembrando que este ano na capital, 6 pessoas já morreram vítimas da doença. Durante todo o ano passado, a gripe causou 5 óbitos na capital acreana. 
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Socorro cita que, por causa da baixa procura pela vacina, o Ministério da saúde prorrogou a campanha de vacinação em duas ocasiões chegando a liberar a vacina para todas as pessoas e não só para o público alvo. 
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Além das doses que estão nas 55 unidades de saúde da capital, no estoque da SEMSA, ainda há 10.700 doses. “Temos as doses à disposição, já intensificamos a campanha, e mesmo assim, a procura é baixa. Mais uma vez alertamos que a gripe, a influenza mata. Os pais devem levar as crianças para a imunização”, insiste ela.
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Sarampo 
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Outro alerta da Vigilância Epidemiológica é com relação a vacina contra o sarampo, que também está disponível nas unidades de saúde para crianças entre 1 a menor de 5 anos de idade. 
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A vacinação é a única medida de prevenção eficaz contra o sarampo. Com um ano, as crianças devem tomar a vacina tetra viral que previne contra sarampo, caxumba e rubéola. Com um ano e três meses, recebem a dose da terra valente, que além das três doenças também garante imunização contra catapora.    
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Entre os dias 6 a 31 de agosto, será desencadeada a Campanha Nacional de Vacinação Contra o Sarampo e todas as crianças, mesmo as que já tomaram as duas doses, devem ser vacinadas novamente. “Como se trata de uma campanha nacional, mesmo as crianças vacinadas, devem ser novamente imunizadas”, informa Socorro Martins.  
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O sarampo é uma doença infecciosa aguda, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. A viremia, causada pela infecção, pode evoluir com gravidade e causar complicações, como pneumonia e encefalite. Além disso, as complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.
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Transmissão
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A transmissão do sarampo ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções respiratórias expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar, no período de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema até quatro dias após, sendo o período de maior transmissibilidade dois dias antes e dois dias após o início do exantema.
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A definição de caso suspeito de sarampo adotada pelo Ministério da Saúde é: “todo paciente que, independentemente da idade e da situação vacinal apresentar:
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Febre alta, acima de 38,5°C; e
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Manchas vermelhas, que surgem primeiro no rosto e atrás das orelhas, e, em seguida, se espalham pelo corpo, acompanhados de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas:
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Tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite; ou 
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Manchas brancas que aparecem na mucosa bucal conhecida como sinal de koplik, que antecede de 1 a 2 dias antes do aparecimento das manchas vermelhas. Da Assessoria. Fotos Assis Lima e Fagner Delgado/DECO.

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Reunião Ufac-HU Brasil (2).jpg

O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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