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Semana de ‘guerra’ entre deputados: Pedido de intervenção federal no Acre e crise na segurança pública gerou ataques e denúncias

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Deputado Daniel Zen critica parlamentares oposicionistas que defendem intervenção federal no Acre

Deputado Daniel Zen critica parlamentares oposicionistas que defendem intervenção federal no Acre.

O líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Daniel Zen (PT), destacou a aprovação dos projetos votados durante sessão ordinária realizada ontem, referentes à carreira dos militares da PM e do Corpo de Bombeiros. Destacou também que o governador Tião Viana (PT) homologou na semana passada 250 novas vagas para policiais militares.

Os três projetos de lei aprovados por unanimidade em votação na Aleac foram: PLC n° 4/2018, que cria o Corpo Voluntário de Militares do Estado da Reserva Remunerada; PLC n° 6/2018, que dispõe sobre a estrutura remuneratória das carreiras de oficiais e praças militares estaduais e estabelece outras providências; e PLC n° 45/2018, que altera os dispositivos da Lei n° 2.148, que cria o banco de horas no âmbito da Polícia Militar e Bombeiros do Estado.

“Quero parabenizar todos os parlamentares que votaram pela aprovação desses três projetos de lei que vão fortalecer a Segurança Pública do Estado. Eu acho que isso no final das contas é o que importa. Aprovamos uma nova estrutura, que dá uma nova forma relacionada ao soldo, que dá mais tranquilidade e segurança de que eles não sofrerão perdas. Isso foi uma grande medida”, agradeceu.

Daniel Zen também destacou a homologação feita pelo governador, que abre 250 novas vagas na Polícia Militar. Disse ainda que o enfrentamento ao crime organizado deve ter total apoio do governo federal, mas não sob a forma de intervenção e sim fortalecendo as fronteiras e enviando mais recursos para a Segurança.

“O governador cansou de pedir ajuda ao governo federal e não ser atendido. Tantas vezes ele solicitou a presença da Força Nacional e os pedidos foram negados. O senador Sérgio Petecão fala mentiras, vai pedir intervenção ao Temer, querem que ele governe o Acre. Pergunto a esses deputados que fizeram esse pedido: vocês querem que o Temer governe o Acre? Será que a população quer isso? Porque se isso acontecer ele vai diminuir drasticamente até o poder de atuação do Legislativo”, alertou.

O parlamentar afirmou que essa solução “milagrosa” que a bancada de oposição foi solicitar ao presidente só contribui para que ele tente dominar os poderes no Acre. Acrescentou também que os mesmos deputados que se reuniram com Michel Temer são os que votam a favor dos projetos que têm retirado os direitos conquistados pelos trabalhadores brasileiros.

“Se o presidente quisesse mesmo ajudar ele teria liberado mais verbas para a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Exército. Não é tentando dar golpe em cima de um governo estadual que vão ajudar a conter a violência. Pena que já é costume deles agir assim”, concluiu. Por Andressa Oliveira.

Deputado Luiz Gonzaga afirma que governo não quer enxergar situação caótica na Segurança do Estado

Deputado Luiz Gonzaga afirma que governo não quer enxergar situação caótica na Segurança do Estado.

O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) afirmou durante sessão desta quinta-feira (12) que o governo não quer enxergar a situação caótica em que se encontra a Segurança no Estado. Disse ainda que o pedido feito pelos parlamentares oposicionistas da bancada federal do Acre, que solicitaram intervenção federal ao presidente Michel Temer (MDB), é legítima e necessária, uma vez que, de acordo com ele, Tião Viana (PT) nada tem feito para brecar a violência.

“A população do Acre não entende por que o governo se faz de míope e não quer enxergar a atual situação de violência que vive o Estado. Eles não têm competência para resolver e nem pedem ajuda ao governo federal. Ainda ficam com ‘chilique’ quando alguém no Congresso pede intervenção. Se esse governo incompetente não está tendo condições de dar segurança ao povo, tem que pedir ajuda, sim”, afirmou.

Luiz Gonzaga parabenizou os deputados federais acreanos que foram pedir intervenção ao presidente e destacou que esse deveria ser o papel do governo, que, de acordo com ele, faz vistas grossas para a situação. “Parabéns aos que fizeram isso. A população acreana precisa de resultados, de paz, de segurança. É direito do cidadão e dever do Estado. A sociedade quer resultados”, acrescentou.

O deputado concluiu seu discurso relatando que as pessoas andam pelas ruas com medo de serem vítimas da violência e que o Partido dos Trabalhadores quebrou o país. Salientou também que o pedido de intervenção federal é um apelo que a população acreana tem feito aos governantes. Por Andressa Oliveira.

Deputado Luiz Gonzaga já havia indagado acerca do paradeiro de helicóptero adquirido pelo governo para combater a violência.

Em pronunciamento na sessão desta terça-feira (10) o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) disse que tem sido muito questionado pela população, principalmente do Vale do Juruá, sobre o paradeiro do helicóptero que foi adquirido pelo governo do Estado, no valor de R$ 8 milhões, para atuar em operações de segurança pública, defesa civil e meio ambiente.

“Durante minhas andanças no Vale do Juruá fui bastante questionado sobre o paradeiro desse helicóptero. As pessoas querem saber onde foi parar esse equipamento, que custou R$ 8 milhões, e até agora não foi utilizado no combate à criminalidade. Nós estamos no ápice da violência no Estado e cadê o helicóptero que ninguém vê”, questionou o tucano.

O oposicionista falou ainda da falta de ações para combater a violência no Acre. “O governo é tão incompetente que não consegue dar nenhuma perspectiva de melhora para a população acreana. O secretário de Segurança nem se fala, ele disse numa entrevista que a população tem que se acostumar com as facções, isso é muita falta de respeito, de responsabilidade. É uma piada”, disse.

Luiz Gonzaga falou ainda sobre uma entrevista concedida pelo governador Tião Viana a uma rádio de Cruzeiro do Sul. “Algumas pessoas de Cruzeiro do Sul me ligaram para dizer que o governador afirmou durante entrevista que o Acre era um grande exportador. As pessoas querem saber o que o Acre exporta. Eu não sinceramente não sei responder. Será que é a nossa madeira que está saindo bruta daqui? Só pode ser isso”, salientou o deputado. Por Mircléia Magalhães.

“O governador precisa reconhecer que falhou na segurança, intervenção federal já”, diz deputado Jairo Carvalho

“O governador precisa reconhecer que falhou na segurança, intervenção federal já”, diz deputado Jairo Carvalho.

Em pronunciamento na sessão desta quinta-feira (12) o deputado Jairo Carvalho (PSD) se solidarizou com o senador Petecão (PSDB), que durante esta semana disse em discurso na tribuna do Senado Federal que o Acre precisa urgentemente de uma intervenção federal na segurança pública, devido a atual crise de violência, que deixou 20 mortos e outras dezenas de feridos nos últimos 15 dias.

“Quero aqui fazer coro ao pedido e lamento do povo acreano e do senador Petecão, que esta semana afirmou que o Acre precisa urgentemente de uma intervenção federal para combater a violência. O povo não aguenta mais, a criminalidade tomou conta do nosso Estado. O governador precisa admitir que falhou na segurança, nós precisamos de uma intervenção federal já”, disse.

O oposicionista também falou dos assaltos que estão ocorrendo nos rios da região do Juruá. “Andando pelo interior fiquei assustado com o relato das pessoas. Tem piratas atacando nos rios, estão atacando até as embarcações. Os criminosos estão assaltando os barcos no rio Juruá, Juruá Mirim e outros. Estão levando tudo das pessoas, isso é um absurdo”, complementou.

O deputado lamentou ainda os assaltos que estão ocorrendo nas igrejas de Rio Branco. “A violência chegou até as nossas igrejas. Estão fazendo culto durante o dia porque a noite os fiéis estão com medo de sair de casa”, relatou. Por Mircléia Magalhães.

Deputada Eliane Sinhasique denuncia situação caótica na segurança em Feijó

Deputada Eliane Sinhasique denuncia situação caótica na segurança em Feijó.

Durante sessão realizada nesta quarta-feira (11), a deputada Eliane Sinhasique (MDB) pediu melhorias na segurança em Feijó. A parlamentar denunciou que o quartel da Polícia Militar no município está sendo utilizado como presídio e se encontra com superlotação.

De acordo com Eliane Sinhasique, o quartel da cidade, que possui espaço para acomodar 20 detentos, atualmente abriga 120 presos. Reiterou também que a sala onde ficam guardadas as armas dos policiais está localizada ao lado das celas improvisadas, e que o prédio fica ao lado de três escolas.

“Recebi os vereadores de Feijó, que me trouxeram um abaixo-assinado com 70 assinaturas, solicitando que algo seja feito para solucionar essa situação. Transformaram o quartel num presídio, constantemente ocorrem fugas, o que amedronta professores e alunos de escolas vizinhas ao local”, explicou.

A parlamentar disse que parentes de presos pedem que sejam tomadas providências, uma vez que, de acordo com eles, grande maioria da massa carcerária do município sequer foi julgada ou participou de alguma audiência de custódia, no entanto, estão há anos cumprindo pena.

“Apresento essa denúncia a pedido dos vereadores e moradores de Feijó. Lá existe um instituto socioeducativo, onde apenas uma parte está em funcionamento. Um pavilhão com oito alojamentos, que o governo poderia adequar para acomodar pelo menos parte desses presos. Que façam isso pelo menos enquanto não puderem construir um novo presídio”, sugeriu.

A deputada também denunciou que a agência do Banco do Brasil localizada no município está fechando e que a do Bradesco também vai fechar por falta de estrutura. Ela pediu que o governo tome alguma providência, ou os moradores da cidade terão que buscar outras cidades quando necessitarem realizar alguma transação bancária. Por Andressa Oliveira.

Eliane Sinhasique já havia apresentado propostas para diminuir violência no Estado.

A líder do MDB na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputada Eliane Sinhasique, apresentou durante a sessão desta terça-feira (10) carta de propostas com soluções para diminuição da violência. O documento foi elaborado com sugestões de vítimas que se pronunciaram durante o fórum de debates sobre o tema, ocorrido no dia 29 de junho.

“Venho apresentar o resultado do nosso primeiro fórum de debate sobre violência, realizado dia 29 de junho. Foram 10 horas de conversas nesta casa e nós fizemos um apanhado das diversas problemáticas e possíveis soluções para esse mal que tanto aflige os acreanos”, discorreu.

A carta apresentada pela parlamentar mostra 52 soluções para combater e evitar os mais diversos tipos de problemas decorrentes da violência. Dentre os tópicos apresentados, estão a valorização de policiais, com reconhecimento e premiação de boas práticas; urbanização de bairros periféricos; criação de um sistema de recuperação das viaturas policiais, dentre outros.

“Enumeramos 52 soluções, que em sua grande maioria não precisam de dinheiro para ser colocadas em prática. Todas foram coletadas com as vítimas da violência. Hoje estamos encaminhando a toda imprensa essa carta com essas sugestões e vamos entregá-la também às autoridades do Estado, para que todos tomem conhecimento de quais ações podem implementar para diminuir a violência”, explicou.

A parlamentar disse ainda que dentre outras ações que devem ser realizadas para diminuir o índice de violência, é essencial que se ofereça aos policiais um conjunto habitacional próprio, aumentando a segurança entre eles, que muitas vezes são vítimas de represálias.

“Essa é a nossa contribuição para que haja diminuição da violência no Acre. É preciso empenho, atitude e coragem para colocar em prática algo que de fato vai ajudar nossa população. Queremos paz!” Finalizou. Por Andressa Oliveira.

 

Deputado Gehlen Diniz afirma que não vai se acostumar com violência no Estado

Deputado Gehlen Diniz afirma que não vai se acostumar com violência no Estado.

O deputado Gehlen Diniz relatou durante sessão ocorrida nesta terça-feira (10) que não vai se acostumar com os constantes homicídios ocorridos no Estado. O parlamentar também reclamou da postura do governador Tião Viana (PT) com o Poder Legislativo acreano.

Gehlen Diniz afirmou que a fala do secretário de Segurança Pública do Acre, Vanderlei Thomas, orientando a população a se acostumar com a onda de violência decorrente da briga entre facções por território foi infeliz. Disse ainda que não apenas não irá se acostumar com essa situação, como também convoca os acreanos a tirar o atual governo do poder, nas próximas eleições.

“Ouvir o secretário de Segurança dar essa declaração infeliz, onde ele sugere que nos acostumemos à violência, é trágico. Eu não vou me acostumar, os familiares das vítimas também não. Precisamos mudar esse governo que não tem solução para os problemas mais comuns”, rebateu.

O parlamentar também criticou a postura do governador Tião Viana de desrespeito com o Poder Legislativo. Ele alega que o chefe do Executivo publicou na imprensa que havia aprovado o projeto de lei que versa sobre o soldo dos policiais militares, quando na verdade o PL sequer havia chegado a Aleac para apreciação e votação dos deputados.

“Desrespeito grande é o governo publicar que o projeto sobre o soldo da Polícia Militar havia sido aprovado, quando o PL sequer havia sido enviado para cá. Na Aleac não havia chegado nada. O governo está se lixando para os deputados. Para que serve o Legislativo então? É um desrespeito até com quem compõe essa base falida do desgoverno do PT”, retrucou.

Gehlen Diniz finalizou seu discurso afirmando que este é o momento de mudança, onde a população acreana deve dar a resposta ao atual governo nas urnas, não reelegendo o sucessor do atual chefe do Executivo. Também denunciou a nomeação de parentes de pré-candidatos, publicadas na última semana no Diário Oficial.

“As eleições estão chegando e este é o momento de mudarmos, ou não adianta querer protestar agora. Exoneram os possíveis candidatos e já nomeiam familiares e amigos no cargo para continuarem recebendo dinheiro. O governador não está nem aí, ele pouco se importa com o povo e precisamos dar uma resposta à altura em outubro”, concluiu. Por Andressa Oliveira

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação-interno.jpg

O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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