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Semana de ‘guerra’ entre deputados: Pedido de intervenção federal no Acre e crise na segurança pública gerou ataques e denúncias
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8 anos atrásem

Deputado Daniel Zen critica parlamentares oposicionistas que defendem intervenção federal no Acre.
O líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Daniel Zen (PT), destacou a aprovação dos projetos votados durante sessão ordinária realizada ontem, referentes à carreira dos militares da PM e do Corpo de Bombeiros. Destacou também que o governador Tião Viana (PT) homologou na semana passada 250 novas vagas para policiais militares.
Os três projetos de lei aprovados por unanimidade em votação na Aleac foram: PLC n° 4/2018, que cria o Corpo Voluntário de Militares do Estado da Reserva Remunerada; PLC n° 6/2018, que dispõe sobre a estrutura remuneratória das carreiras de oficiais e praças militares estaduais e estabelece outras providências; e PLC n° 45/2018, que altera os dispositivos da Lei n° 2.148, que cria o banco de horas no âmbito da Polícia Militar e Bombeiros do Estado.
“Quero parabenizar todos os parlamentares que votaram pela aprovação desses três projetos de lei que vão fortalecer a Segurança Pública do Estado. Eu acho que isso no final das contas é o que importa. Aprovamos uma nova estrutura, que dá uma nova forma relacionada ao soldo, que dá mais tranquilidade e segurança de que eles não sofrerão perdas. Isso foi uma grande medida”, agradeceu.
Daniel Zen também destacou a homologação feita pelo governador, que abre 250 novas vagas na Polícia Militar. Disse ainda que o enfrentamento ao crime organizado deve ter total apoio do governo federal, mas não sob a forma de intervenção e sim fortalecendo as fronteiras e enviando mais recursos para a Segurança.
“O governador cansou de pedir ajuda ao governo federal e não ser atendido. Tantas vezes ele solicitou a presença da Força Nacional e os pedidos foram negados. O senador Sérgio Petecão fala mentiras, vai pedir intervenção ao Temer, querem que ele governe o Acre. Pergunto a esses deputados que fizeram esse pedido: vocês querem que o Temer governe o Acre? Será que a população quer isso? Porque se isso acontecer ele vai diminuir drasticamente até o poder de atuação do Legislativo”, alertou.
O parlamentar afirmou que essa solução “milagrosa” que a bancada de oposição foi solicitar ao presidente só contribui para que ele tente dominar os poderes no Acre. Acrescentou também que os mesmos deputados que se reuniram com Michel Temer são os que votam a favor dos projetos que têm retirado os direitos conquistados pelos trabalhadores brasileiros.
“Se o presidente quisesse mesmo ajudar ele teria liberado mais verbas para a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Exército. Não é tentando dar golpe em cima de um governo estadual que vão ajudar a conter a violência. Pena que já é costume deles agir assim”, concluiu. Por Andressa Oliveira.

Deputado Luiz Gonzaga afirma que governo não quer enxergar situação caótica na Segurança do Estado.
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) afirmou durante sessão desta quinta-feira (12) que o governo não quer enxergar a situação caótica em que se encontra a Segurança no Estado. Disse ainda que o pedido feito pelos parlamentares oposicionistas da bancada federal do Acre, que solicitaram intervenção federal ao presidente Michel Temer (MDB), é legítima e necessária, uma vez que, de acordo com ele, Tião Viana (PT) nada tem feito para brecar a violência.
“A população do Acre não entende por que o governo se faz de míope e não quer enxergar a atual situação de violência que vive o Estado. Eles não têm competência para resolver e nem pedem ajuda ao governo federal. Ainda ficam com ‘chilique’ quando alguém no Congresso pede intervenção. Se esse governo incompetente não está tendo condições de dar segurança ao povo, tem que pedir ajuda, sim”, afirmou.
Luiz Gonzaga parabenizou os deputados federais acreanos que foram pedir intervenção ao presidente e destacou que esse deveria ser o papel do governo, que, de acordo com ele, faz vistas grossas para a situação. “Parabéns aos que fizeram isso. A população acreana precisa de resultados, de paz, de segurança. É direito do cidadão e dever do Estado. A sociedade quer resultados”, acrescentou.
O deputado concluiu seu discurso relatando que as pessoas andam pelas ruas com medo de serem vítimas da violência e que o Partido dos Trabalhadores quebrou o país. Salientou também que o pedido de intervenção federal é um apelo que a população acreana tem feito aos governantes. Por Andressa Oliveira.
Deputado Luiz Gonzaga já havia indagado acerca do paradeiro de helicóptero adquirido pelo governo para combater a violência.
Em pronunciamento na sessão desta terça-feira (10) o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) disse que tem sido muito questionado pela população, principalmente do Vale do Juruá, sobre o paradeiro do helicóptero que foi adquirido pelo governo do Estado, no valor de R$ 8 milhões, para atuar em operações de segurança pública, defesa civil e meio ambiente.
“Durante minhas andanças no Vale do Juruá fui bastante questionado sobre o paradeiro desse helicóptero. As pessoas querem saber onde foi parar esse equipamento, que custou R$ 8 milhões, e até agora não foi utilizado no combate à criminalidade. Nós estamos no ápice da violência no Estado e cadê o helicóptero que ninguém vê”, questionou o tucano.
O oposicionista falou ainda da falta de ações para combater a violência no Acre. “O governo é tão incompetente que não consegue dar nenhuma perspectiva de melhora para a população acreana. O secretário de Segurança nem se fala, ele disse numa entrevista que a população tem que se acostumar com as facções, isso é muita falta de respeito, de responsabilidade. É uma piada”, disse.
Luiz Gonzaga falou ainda sobre uma entrevista concedida pelo governador Tião Viana a uma rádio de Cruzeiro do Sul. “Algumas pessoas de Cruzeiro do Sul me ligaram para dizer que o governador afirmou durante entrevista que o Acre era um grande exportador. As pessoas querem saber o que o Acre exporta. Eu não sinceramente não sei responder. Será que é a nossa madeira que está saindo bruta daqui? Só pode ser isso”, salientou o deputado. Por Mircléia Magalhães.

“O governador precisa reconhecer que falhou na segurança, intervenção federal já”, diz deputado Jairo Carvalho.
Em pronunciamento na sessão desta quinta-feira (12) o deputado Jairo Carvalho (PSD) se solidarizou com o senador Petecão (PSDB), que durante esta semana disse em discurso na tribuna do Senado Federal que o Acre precisa urgentemente de uma intervenção federal na segurança pública, devido a atual crise de violência, que deixou 20 mortos e outras dezenas de feridos nos últimos 15 dias.
“Quero aqui fazer coro ao pedido e lamento do povo acreano e do senador Petecão, que esta semana afirmou que o Acre precisa urgentemente de uma intervenção federal para combater a violência. O povo não aguenta mais, a criminalidade tomou conta do nosso Estado. O governador precisa admitir que falhou na segurança, nós precisamos de uma intervenção federal já”, disse.
O oposicionista também falou dos assaltos que estão ocorrendo nos rios da região do Juruá. “Andando pelo interior fiquei assustado com o relato das pessoas. Tem piratas atacando nos rios, estão atacando até as embarcações. Os criminosos estão assaltando os barcos no rio Juruá, Juruá Mirim e outros. Estão levando tudo das pessoas, isso é um absurdo”, complementou.
O deputado lamentou ainda os assaltos que estão ocorrendo nas igrejas de Rio Branco. “A violência chegou até as nossas igrejas. Estão fazendo culto durante o dia porque a noite os fiéis estão com medo de sair de casa”, relatou. Por Mircléia Magalhães.

Deputada Eliane Sinhasique denuncia situação caótica na segurança em Feijó.
Durante sessão realizada nesta quarta-feira (11), a deputada Eliane Sinhasique (MDB) pediu melhorias na segurança em Feijó. A parlamentar denunciou que o quartel da Polícia Militar no município está sendo utilizado como presídio e se encontra com superlotação.
De acordo com Eliane Sinhasique, o quartel da cidade, que possui espaço para acomodar 20 detentos, atualmente abriga 120 presos. Reiterou também que a sala onde ficam guardadas as armas dos policiais está localizada ao lado das celas improvisadas, e que o prédio fica ao lado de três escolas.
“Recebi os vereadores de Feijó, que me trouxeram um abaixo-assinado com 70 assinaturas, solicitando que algo seja feito para solucionar essa situação. Transformaram o quartel num presídio, constantemente ocorrem fugas, o que amedronta professores e alunos de escolas vizinhas ao local”, explicou.
A parlamentar disse que parentes de presos pedem que sejam tomadas providências, uma vez que, de acordo com eles, grande maioria da massa carcerária do município sequer foi julgada ou participou de alguma audiência de custódia, no entanto, estão há anos cumprindo pena.
“Apresento essa denúncia a pedido dos vereadores e moradores de Feijó. Lá existe um instituto socioeducativo, onde apenas uma parte está em funcionamento. Um pavilhão com oito alojamentos, que o governo poderia adequar para acomodar pelo menos parte desses presos. Que façam isso pelo menos enquanto não puderem construir um novo presídio”, sugeriu.
A deputada também denunciou que a agência do Banco do Brasil localizada no município está fechando e que a do Bradesco também vai fechar por falta de estrutura. Ela pediu que o governo tome alguma providência, ou os moradores da cidade terão que buscar outras cidades quando necessitarem realizar alguma transação bancária. Por Andressa Oliveira.
Eliane Sinhasique já havia apresentado propostas para diminuir violência no Estado.
A líder do MDB na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputada Eliane Sinhasique, apresentou durante a sessão desta terça-feira (10) carta de propostas com soluções para diminuição da violência. O documento foi elaborado com sugestões de vítimas que se pronunciaram durante o fórum de debates sobre o tema, ocorrido no dia 29 de junho.
“Venho apresentar o resultado do nosso primeiro fórum de debate sobre violência, realizado dia 29 de junho. Foram 10 horas de conversas nesta casa e nós fizemos um apanhado das diversas problemáticas e possíveis soluções para esse mal que tanto aflige os acreanos”, discorreu.
A carta apresentada pela parlamentar mostra 52 soluções para combater e evitar os mais diversos tipos de problemas decorrentes da violência. Dentre os tópicos apresentados, estão a valorização de policiais, com reconhecimento e premiação de boas práticas; urbanização de bairros periféricos; criação de um sistema de recuperação das viaturas policiais, dentre outros.
“Enumeramos 52 soluções, que em sua grande maioria não precisam de dinheiro para ser colocadas em prática. Todas foram coletadas com as vítimas da violência. Hoje estamos encaminhando a toda imprensa essa carta com essas sugestões e vamos entregá-la também às autoridades do Estado, para que todos tomem conhecimento de quais ações podem implementar para diminuir a violência”, explicou.
A parlamentar disse ainda que dentre outras ações que devem ser realizadas para diminuir o índice de violência, é essencial que se ofereça aos policiais um conjunto habitacional próprio, aumentando a segurança entre eles, que muitas vezes são vítimas de represálias.
“Essa é a nossa contribuição para que haja diminuição da violência no Acre. É preciso empenho, atitude e coragem para colocar em prática algo que de fato vai ajudar nossa população. Queremos paz!” Finalizou. Por Andressa Oliveira.

Deputado Gehlen Diniz afirma que não vai se acostumar com violência no Estado.
O deputado Gehlen Diniz relatou durante sessão ocorrida nesta terça-feira (10) que não vai se acostumar com os constantes homicídios ocorridos no Estado. O parlamentar também reclamou da postura do governador Tião Viana (PT) com o Poder Legislativo acreano.
Gehlen Diniz afirmou que a fala do secretário de Segurança Pública do Acre, Vanderlei Thomas, orientando a população a se acostumar com a onda de violência decorrente da briga entre facções por território foi infeliz. Disse ainda que não apenas não irá se acostumar com essa situação, como também convoca os acreanos a tirar o atual governo do poder, nas próximas eleições.
“Ouvir o secretário de Segurança dar essa declaração infeliz, onde ele sugere que nos acostumemos à violência, é trágico. Eu não vou me acostumar, os familiares das vítimas também não. Precisamos mudar esse governo que não tem solução para os problemas mais comuns”, rebateu.
O parlamentar também criticou a postura do governador Tião Viana de desrespeito com o Poder Legislativo. Ele alega que o chefe do Executivo publicou na imprensa que havia aprovado o projeto de lei que versa sobre o soldo dos policiais militares, quando na verdade o PL sequer havia chegado a Aleac para apreciação e votação dos deputados.
“Desrespeito grande é o governo publicar que o projeto sobre o soldo da Polícia Militar havia sido aprovado, quando o PL sequer havia sido enviado para cá. Na Aleac não havia chegado nada. O governo está se lixando para os deputados. Para que serve o Legislativo então? É um desrespeito até com quem compõe essa base falida do desgoverno do PT”, retrucou.
Gehlen Diniz finalizou seu discurso afirmando que este é o momento de mudança, onde a população acreana deve dar a resposta ao atual governo nas urnas, não reelegendo o sucessor do atual chefe do Executivo. Também denunciou a nomeação de parentes de pré-candidatos, publicadas na última semana no Diário Oficial.
“As eleições estão chegando e este é o momento de mudarmos, ou não adianta querer protestar agora. Exoneram os possíveis candidatos e já nomeiam familiares e amigos no cargo para continuarem recebendo dinheiro. O governador não está nem aí, ele pouco se importa com o povo e precisamos dar uma resposta à altura em outubro”, concluiu. Por Andressa Oliveira
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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