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Secretário de Educação Mauro Sérgio entrega óculos para alunos da Áurea Pires
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7 anos atrásem
A Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), por meio da Divisão de Assistência Estudantil e Saúde, entregou nesta terça-feira, 24, 20 óculos para estudantes das Escolas Áurea Pires, Diogo Feijó e João Paulo II, dentro do Programa Olhar Digital, que vem sendo realizado desde o início do ano.
Durante a solenidade de entrega, o chefe da Divisão de Assistência Estudantil, Rutênio Sá, destacou o trabalho e o esforço que vem sendo realizado pelo governo do Estado a fim de garantir os melhores serviços aos alunos. “Todo esse esforço é para que os nossos alunos tenham um futuro promissor”, disse.
O secretário Mauro Sérgio Ferreira da Cruz também comemorou a entrega dos óculos, uma vez que o projeto já foi desenvolvido na Escola Iracema Gomes e agora na Escola Áurea Pires. “Com esses óculos, não temos dúvidas que os alunos poderão estudar mais e aprender mais e se preocupem mais com os estudos”, afirmou.
Antes da entrega dos óculos, todo um trabalho é realizado com os alunos para verificar como está a visão de cada um.
A partir da necessidade detectado pelos exames de vista, é realizada a confecção dos óculos que, no Áurea Pires, acabaram de ser entregues.
A felicidade da comunidade é nítida. Dona Maria Geane Nascimento é mãe do aluno Tailan Santos Barreto, que estuda na escola João Paulo II. Segundo ela, o filho tinha muita dificuldade de aprendizagem e só enxergava de perto. “Tanto que ele só senta na cadeira da frente, mas com os óculos a nossa expectativa é que ele não tenha mais dificuldade na aprendizagem”, disse.
Quem também está feliz com os óculos dos filhos é a dona Veniza Cunha do Nascimento, que tem dois filhos na Escola João Paulo II, o Davi Cunha Gomes e o Pedro Manoel Cunha Gomes. Ambos precisam usar óculos e receberão, por meio do Olhar Digital, a ajuda tão esperada.
“Eles não estavam conseguindo enxergar direito e tendo muita dificuldade de aprender as coisas e nossas expectativas são muito boas agora com os óculos, principalmente pelo fato de que se não fosse essa ajuda eu não teria condições de fazer esses óculos para eles”, destacou Veniza Cunha.
Uma Educação cada vez melhor
O Programa Olhar Digital é apenas um dos programas que vêm sendo desenvolvidos pelo governo do Estado, por meio da SEE, para melhorar a vida da comunidade escolar. Aos alunos, são ofertados outros programas, como o Sorriso Feliz, também coordenado pelo odontólogo Rutênio Sá, que vem recuperando o sorriso de muitos estudantes na rede de ensino.
Os professores não foram esquecidos pelo governo. Está sendo implementado ainda o Projeto Mente, Corpo de Voz, que tem como finalidade cuidar da saúde do professor para que ele possa ministrar as melhores aulas. Trata-se de um projeto criado esse ano a partir de uma sugestão do secretário Mauro Sérgio Cruz.
O governador Gladson Cameli, preocupado com a qualidade de ensino dos alunos, determinou que a partir do ano que vem a SEE oferte aos estudantes um lanche a mais em cada turno. Assim, além da merenda que já recebem, eles estarão almoçando também na escola.
Outra novidade importante a ser implementada pela SEE, a partir de uma orientação do governador, será o fardamento escolar, que a partir do ano que vem será distribuído aos mais de 150 mil alunos. Serão uniformes novos onde os pais não precisarão mais comprar, sendo estes ofertados pelo governo.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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