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Seca do Rio Madeira pode deixar Rondônia e Acre sem combustível nos próximos dias

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Todos os anos no período do verão amazônico acontece a baixa do Rio Madeira, registro que dificulta o transporte de combustíveis que vem de Manaus (AM) para Porto Velho em Rondônia. De acordo com a Delegacia Fluvial de Porto Velho o nível do Rio Madeira nesta segunda (9) estava 2,56 metros, bem abaixo do mesmo período do ano passado, com 3,33 metros.

Segundo Eduardo Valente, do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Rondônia (Sindipetro) a falta de combustíveis acontece devido a baixa do rio que impede o transporte de balsas.

O racionamento já começou em alguns postos da Capital, algumas companhias solicitaram na tarde de ontem (9) uma liminar para conseguirem comprar combustível de alguns postos que possuem contrato exclusivo. De acordo com Eduardo, a medida foi realizada para não faltar combustível para posto nenhum independente da bandeira. Quando perguntado qual o prazo para encarecer o valor do combustível para o consumidor, Eduardo Valente diz que depende das distribuidoras.

“Cada posto compra o necessário para a venda diária, mas com o perigo de racionamento todos tende a comprar mais. Em média cada posto tem capacidade de estocagem em torno de 15 mil litros por produtos”, finalizou.

O combustível que chega em Porto Velho através das balsas do Rio Madeira abastece todo o Estado de Rondônia, o Estado do Acre e alguns municípios do norte e noroeste de Mato Grosso. A dificuldade da chegada do produto na capital rondoniense, em função da baixa do Madeirão, coloca em risco também o abastecimentos nos estados vizinhos. Com a demora da chegada no porto rondoniense, o preço da gasolina e do diesel já teve uma elevação. No mês de agosto era possível abastecer em Porto Velho a R$ 3,82 o litro de gasolina. Hoje o valor não baixa de R$ 4,29 na maioria dos postos da capital. No interior do estado o litro da gasolina já custa ao consumidor perto dos R$ 5,00, enquanto que no Acre, o produto já é comercializado até a R$ 5,80. Além da gasolina, o preço do gás de cozinha também já tem reflexo em Porto Velho por conta da dificuldade da chegada do produto no estado. Nesta segunda-feira, o botijão de 13 kg está sendo comercializado a R$ 85,00 e o de 5 quilos a 47 reais.

Fonte: Rondonoticias

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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