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Saúde em Cruzeiro do Sul antecipa campanha e quer vacinar 22 mil pessoas a partir de quarta (10)

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A segunda maior cidade do estado, Cruzeiro do Sul, decidiu antecipar a campanha de vacinação contra a influenza H1N1 e decidiu começar a imunizar os moradores já nesta quarta-feira (10).

O município que tem uma população de quase 90 mil habitantes e tem a meta de vacinar mais de 22 mil pessoas dos grupos prioritários.

Os primeiros a serem imunizados contra a doença serão os servidores do Hospital do Juruá. De acordo com a Secretaria de Saúde, o primeiro lote de doses da vacina já chegou à cidade e todas as unidades básicas terão equipes responsáveis pela aplicação no público-alvo.

“Vamos para as unidades de saúde vacinar os servidores nas suas devidas instituições. No Hospital do Juruá já está marcado para os dias 10, 11 e 12”, anunciou a secretária de saúde, Luciana Ferreira.

As equipes também devem visitar creches para vacinar as crianças de 2 a 5 anos e as escolas para imunizar os servidores. Também serão vacinadas as mulheres que tiverem filho recém-nascidos, os indígenas, os internos do sistema prisional, idosos e os pacientes com doenças crônicas.

Em Cruzeiro do Sul, sete pacientes com sintomas da influenza do tipo H1N1 chegaram a unidades básicas de saúde. Desses, um caso já foi descartado e outros seis ainda estão sendo investigados. De acordo com a secretaria, ainda não tem data para sair o resultado dos exames.

A campanha contra a gripe foi antecipada para alguns estados da região Norte depois que casos do vírus H1N1 foram confirmados no Amazonas e em Rio Branco (AC).

Segundo a secretaria, a campanha de vacinação ainda não tem data para se encerrar. Em Cruzeiro do Sul l, mais de 22 mil pessoas devem tomar vacina contra gripe H1N1.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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