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Rio Branco solicita ao Ministério da Saúde antecipação de campanha de vacinação contra H1N1

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Município pediu para começar a vacinação no dia 10 de abril, cinco dias antes da campanha nacional. Acre tem nove casos confirmados da doença. População tem procurado unidades de saúde para reclamar de gripe forte Reprodução Com casos confirmados do vírus H1N1, a capital do Acre, Rio Branco, solicitou ao Ministério da Saúde a antecipação da campanha de vacinação contra a gripe. A campanha nacional tem previsão de começar no dia 15 de abril, mas, o município acreano solicitou iniciar a imunização cinco dias antes. A diretora da Vigilância Epidemiológica de Rio Branco, Socorro Martins, confirmou que fez o pedido. O Acre já tem nove casos da doença e outros 40 estão sob investigação. “Temos confirmação da circulação do vírus, que vem causando transtornos à população, principalmente em estados vizinhos como no Amazonas onde já ocorreram vários óbitos. Como também temos casos confirmados e o vírus circulando aqui, alertamos a população para os cuidados”, destacou. Dentre as medidas citadas pela diretora inclui lavar bem as mãos, e quem tiver doente evite sair para locais com aglomerado de pessoas. A campanha de vacinação se estende até o dia 31 de maio. “Quem tiver os sintomas da gripe e problemas respiratórios deve procurar uma unidade de saúde para ter os cuidados médicos. Só o médico vai passar a medicação própria que o Ministério libera”, confirmou. Rio Branco solicita antecipação de campanha de vacinação contra H1N1 Público-alvo Ainda segundo a diretora, a campanha vai ser direcionada, inicialmente, para crianças de seis meses a seis anos, grávidas, puérperas, idosos de 60 anos e mais, professores da rede privada e pública, além das pessoas privadas de liberdade e pessoas com doenças crônicas. “Esse ano tem uma diferença nas crianças, em anos anteriores para as crianças era de seis meses a cinco anos de idade. Agora aumentou um ano, é de seis meses a seis anos de idade”, acrescentou. Flávio Henrique, de 1 ano e 4 meses, foi levado pela segunda vez no mês por causa de gripe Reprodução Atendimentos A dona de casa Francidalva Ribeiro levou o filho, Flávio Henrique, de 1 ano e 4 meses, pela segunda vez a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) por causa de uma forte gripe. “Está há três dias com o sintoma, chora bastante, sente febre e vômito. Ele come, mas vomita, acho que deve ser por causa da gripe e a garganta inflamada. Está bastante enjoado, sente desconforto. Estou com medo de ser [H1N1]”, lamentou. Com dor no peito, nas costas, cabeça, febre, mal estar e problemas para respirar, a dona de casa Adriene Viana de Lima espera antendimento também em uma UPA. “Estou sentindo isso há três dias, vim outras vezes para o atendimento aqui. Já vim para atendimento de malária e outra vez com gripe , essa é a terceira vez. Estou com um pouco de medo, porque não sei o que tenho. Tomei remédio, mas não deu jeito”, afirmou.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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