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Rio Branco registrou mais de 160 casos de caxumba no último semestre de 2018

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Dados são da Secretaria Municipal de Saúde e referentes ao período de junho a dezembro. A caxumba é uma infecção viral aguda e contagiosa

Em um boletim divulgado nesta quinta-feira (10), a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco divulgou os casos de caxumba registrados na capital nesses últimos seis meses. De acordo com os dados levantados pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, os números foram aumentando gradativamente no último semestre de 2018, saindo de 1 em junho para 52 em dezembro.

Somados, no período avaliado, são 167 casos, sendo que a faixa etária mais afetada foi entre 20 e 29 anos, com 69 casos. Em seguida, 41 casos foram registrados em pacientes de 15 a 19 anos.

A chefe da Vigilância Epidemiológica, Socorro Martins, diz que os casos ainda estão sendo avaliados e que, apesar de o aumento ser considerável, ainda não configura surto.

“Ainda estamos avaliando dezembro. A gente só decreta surto dentro uma curva epidemiológica que a gente ainda está digitando. Mas, é um aumento grande no número e a indicação é que as pessoas tomem a vacina”, orienta.

A vacina é encontrada em qualquer unidade da rede pública de saúde do município. Vale ressaltar que quem já pegou a doença fica imune ao vírus. “E quem pegar, precisa de repouso e evitar aglomerados pelos 15 dias após infectado, que é o período que a pessoa ainda fica produzindo o vírus”, destaca.

Por Tácita Muniz, G1 AC

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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