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Vídeo: Reportagens do Fantástico mostram o ‘Acre em Guerra’

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No Acre, Brasil está perdendo controle da fronteira com o Peru e a Bolívia.

Primeira Reportagem foi exibida em 3 jun 2018. A Reportagem do Fantástico percorreu o estado em que a violência mais cresce no país: o Acre. Só o número de homicídios saltou mais de 150% nos últimos três anos.
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Veja a primeira reportagem do Fantástico:
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A segunda Reportagem foi exigida em exibida em 10 jun 2018. A matéria destacou o Muro de 10m que tenta conter disputa entre facções em presídio do Acre; Construção separa pavilhões ocupados pela quadrilha paulista dos integrantes de facção carioca. Acre é o estado em que a violência mais cresce no país..
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Com exclusividade o Fantástico entrou no maior presídio do Acre, um espaço dividido por bandidos em guerra. Um muro de dez metros tenta conter uma disputa entre quadrilhas que espalham violência para todo o país. Reportagem diz que o Brasil está perdendo controle da fronteira com o Peru e a Bolívia. 
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O Fantástico entrou no maior presídio do Acre, um espaço dividido por bandidos em guerra. Um muro de dez metros tenta conter uma disputa entre quadrilhas que espalham violência para todo o país. Complexo penitenciário Francisco D’oliveira Conde, Rio Branco, Acre.
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No local, cabem 1,4 mil presos, mas tem 3,5 mil. Uma prisão sem programa de educação e atendimento de saúde para os presos. Um território dividido e sufocado pelas facções criminosas, num estado em guerra. Uma disputa violenta pelo controle do tráfico de drogas na fronteira com Peru e Bolívia. 
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Para manter o controle no maior presídio do Acre, foi preciso isolar as facções criminosas em pavilhões bem distantes um do outro, separados por essa muralha com dez metros de altura. O muro separa os pavilhões ocupados pela quadrilha paulista dos integrantes de uma facção carioca. 
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Veja a segunda reportagem do Fantástico:
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Quem trabalha em presídios vive sob ameaça. Foram 85 agentes penitenciários que tiveram que deixar suas casas.  O Acre é o estado em que a violência mais cresce no país. Por Fantástico.

A segunda reportagem da série Acre em Guerra, do programa Fantástico, da Rede Globo, mostrou como as facções criminosas dominam os presídios do Acre e colocam em risco a vida de agentes penitenciários e da população como um todo.

Em alguns pavilhões do Complexo Penitenciário Francisco D’Oliveira conde, o Estado já não tem acesso ao seu interior, com o controle dos presos sendo feito por membros das facções.

Para evitar a guerra entre estes grupos, um muro de 10 metros os separa. A reportagem mostra como os agentes penitenciários vivem em clima de insegurança, com suas mortes sendo encomendadas de dentro das cadeias.

O Acre, por sinal, é o Estado que lidera as taxas de mortes violentas no país. São 60 homicídios para cada 100 mil habitantes; a média nacional é de 26. Em Rio Branco o dado é ainda mais assustador: 80 assassinatos para cada 100 mil pessoas. Com informações: Ac24horas.

O governo estadual Sebastião Viana (PT) comumente culpa o Governo Federal pelo crescimento da violência. 

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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