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Reeducandos em regime semiaberto da UP4 devem se apresentar na unidade prisional Francisco D’Oliveira Conde

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os apenados que cumprem pena em regime semiaberto na Unidade Penitenciária UP4 (Papudinha) devem se apresentar a partir de hoje(7), na unidade penitenciária Dr. Francisco D’Oliveira Conde. A decisão é da juíza de Direito titular da Vara de Execuções Penais (VEP) da Comarca de Rio Branco, Luana Campos, que fixou prazo máximo até esta quinta-feira (8) para a apresentação. Veja o vídeo.

A transferência é devido ao incêndio, provocado pelos próprios detentos da UP4, ocorrido na manhã desta quarta-feira em represálias às execuções de colegas após saída da unidade. O ataque criminoso deixou parte da unidade sem condições estruturais para alojar os 320 detentos do semiaberto. A parte que comporta os 74 apenados em regime fechado, não foi danificada.

“Todos os reeducandos que cumprem pena em regime semiaberto na Papudinha devem se deslocar até ao presídio Francisco D’Oliveira Conde e lá permanecerem até serem inseridos gradativamente na monitoração eletrônica. Quem não atender a ordem será considerado evadido do sistema prisional e vai para o regime fechado”, comunicou a juíza destacando essa ter sido a solução encontrada e mais adequada para a situação neste momento devido a insuficiência de vagas no sistema prisional.

A magistrada destaca que a problemática não é somente no Acre, mas que deve ser tratada de forma responsável por todos os poderes. Destacou ainda o compromisso com a sociedade e os apenados de serem reeducados.

A previsão é que o Estado, por meio do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN), receba ainda nesta semana mais de cem tornozeleiras eletrônicas e, após o período de Carnaval, outra leva para serem utilizadas especialmente pelos reeducandos em semiaberto que foram transferidos da UP4 para o D’Oliveira Conde.

Inspeção emergencial

No início da tarde a juíza fez uma inspeção emergencial na UP4 para analisar inloco a situação e decidiu não retirar os 72 presos que cumprem regime fechado na Papudinha. Inicialmente, a ideia seria transferi-los para a unidade Penitenciária de Senador Guiomard caso a parte dos alojamentos deles também estivessem comprometidas.

“Após a vistoria tivemos a certeza de que a parte onde aloja esses 72 presos do regime fechado não ficou danificada. Vimos que não representa perigo eles continuarem na UP4, então, a transferência para o presídio de Senador Guiomard, no momento, não será feita”, disse. Com informações de Gecom/TJ.

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Homem é morto com pelo menos dois tiros e encontrado atrás de centro de recuperação em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Antônio Luan Viana de Lima foi morto na noite dessa segunda-feira (7) com pelo menos dois disparos de arma de fogo. O Crime ocorreu na Travessa Sucupira, no bairro Calafate, em Rio Branco.

O Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) informou que a ocorrência foi gerada ainda como tentativa de homicídio, mas quando a guarnição chegou ao local, ele já estava morto.

Lima teria saído de uma área de mata e foi encontrado atrás de um centro de recuperação nas proximidades do campo do Vaz ferido e pedindo socorro. O solicitante também informou à polícia que não chegou a ouvir o disparos e não soube repassar mais informações.

A Polícia Militar ao chegar ao local já encontrou a vítima morta, segundo o Ciosp. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (Samu) também foi acionado, mas apenas constatou o óbito de Lima.

O local foi isolado para os trabalhos da perícia técnica e o corpo do homem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar os exames cadavéricos.

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ACRE

Após 56 dias internada, técnica de enfermagem morre por complicações de Covid-19 em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A gente não tem, nesse momento, mais palavras para expressar a mulher guerreira, batalhadora, que estava ali sempre ajudando muitas pessoas”. É assim que Luzineide da Silva Correia, cunhada da técnica de enfermagem Rosinalda de Macedo Bastos, de 38 anos, expressa a dor da perda dela.

Rosinalda, que era mais conhecida como Rose, morreu nesta segunda-feira (7) após 56 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco, vítima de complicações de Covid-19.

“A Rose, para nós, representava uma pessoa guerreira, batalhadora, uma pessoa que sempre lutou para ajudar o próximo, as pessoas que estavam doentes. É uma perda muito grande para a família e para a saúde”, lamentou a cunhada em entrevista à Rede Amazônica Acre, na manhã desta terça (8).

O pronto-socorro da capital acreana foi também o local onde Rose passou parte de sua vida. Ela atuava na linha de frente no hospital, na UTI da ala Covid-19, antes de adoecer. A Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) informou que a morte da servidora deve constar no boletim desta terça.

“Ela trabalhava na linha de frente no combate à Covid-19, na UTI, então, para gente, é uma dor que não tem palavras para explicar porque mais um na enfermagem que se foi, na saúde”, disse Luzineide.

Dias de luta

A cunhada contou que Rose lutou 56 dias contra a doença, se curou, mas teve outras bactérias e morreu por complicações da doença. A informação também foi confirmada pela direção do PS, que disse que ela teve Covid-19, depois os exames deram negativo, e ela morreu por complicações devido a infecções.

Além disso, Luzineide acrescentou que após os exames darem negativo, Rose voltou ao trabalho e duas semanas depois começou a sentir febre, foi quando ela precisou ser internada.

“Quando a gente soube que tinha renovado, a nossa preocupação aumentou porque ela estava trabalhando dentro da UTI da ala Covid no pronto-socorro”, acrescentou.

Luzineide acrescentou que a cunhada deixa saudades a todos e que a família ainda está muito abalada.

“A família está muito abalada, muitas pessoas vieram prestar homenagem aqui e os amigos que ela deixou uma saudade imensa no nosso coração, a família está sem entender, porque a Rose deixou um legado muito grande, deixou filhos”, concluiu.

Colaborou o repórter Lidson Almeida de Rede Amazônica Acre

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