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Recém-nascidos têm cordão umbilical amarrados com luvas cirúrgicas por falta de ‘clamp’ em hospital do interior

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Por falta de material no Hospital João Câncio Fernandes, em Sena Madureira, onde também funciona a maternidade estadual no município, enfermeiros e auxiliares de enfermagem têm sido obrigados a usar luvas cirúrgicas para amarrar o cordão umbilical dos recém-nascidos.

O ‘clamp umbilical’ é o artefato estéril utilizado para esse fim, e pode ser encontrado nos grandes centros do país por apenas três reais a unidade – caso a compra se limite a um pacote de 15 unidades.

Segundo profissionais de área de saúde que atuam no hospital, o uso de luvas cirúrgicas é inadequado pelo risco de os recém-nascidos contraírem infecções.

Segundo a denúncia feita por um site da região do Iaco, a carência de material médico-hospitalar no João Câncio Fernandes não é nenhuma novidade.

O uso improvisado de luvas cirúrgicas para prender o cordão umbilical dos bebês não apenas vem sendo motivo de apreensão dos pais, como de revolta entre os servidores do hospital.

Repercutida na rede social Facebook, a denúncia causou revolta entre os moradores do município.

 caso foi confirmado por uma servidora da unidade de saúde.

Por meio da rede social, ela admite a legitimidade da reivindicação, mas ressalva que a equipe de enfermagem não pode ser responsabilizada pelo improviso.

“A população tem que reivindicar dos governantes”, comentou ela.

Outro lado

A reportagem do Diário do Acre tentou, sem êxito, ouvir a direção do Hospital João Câncio Fernandes.

Também procurado, o secretário estadual de Saúde, Alysson Bestene, não atendeu às ligações telefônicas.

Com informações do Yaco News site Diario do Acre

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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