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Projeto de apoio a mulheres, CIS e trans em situação de violência doméstica é lançado no AC
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7 anos atrásem
Mulheres, CIS e transexuais vítimas de violência doméstica vão receber capacitação para serem lançadas no mercado de trabalho, em Rio Branco. O projeto “Amigas da Paz: Elas ao trabalho” foi lançado nesta terça-feira (17) e mais de 10 empresas já aderiram à ideia e vão disponibilizar vagas.
O projeto é coordenado pelo Centro de Atendimento à Vítima (CAV), do Ministério Público do Acre (MP-AC), e envolve a Prefeitura de Rio Branco, o Senai, Senac e empresas locais.
Durante o lançamento, foram assinados um convênio e um termo de cooperação técnica entre os parceiros. Além do decreto, assinado pela prefeita Socorro Neri, que cria o Selo de Responsabilidade Social para certificar as empresas que fizerem adesão ao projeto.
Conforme o MP-AC, o Senai e o Senac vão ser os responsáveis pela capacitação dessas mulheres. Para a procuradora-geral de Justiça do MP-AC, Kátia Rejane, a iniciativa quer romper com o ciclo de violência vivido por muitas mulheres.
“Muitas vezes, essas mulheres que são vítimas de violência doméstica não conseguem romper esse ciclo, porque dependem economicamente dos seus parceiros. Esse projeto vai possibilitar que elas possam fazer capacitação e serem inseridas no mercado de trabalho”, explicou Kátia.
Para o diretor do Senai, João César Porto, o projeto tem o objetivo de salvar vidas. “O Senai entra com parceria, porque a gente sabe que esse resgate não dá para fazer sozinho. Acho que a educação e o trabalho fazem a diferença nesse projeto, porque resgatam as vidas”.
A procuradora de Justiça Patrícia Rêgo destacou os dados sobre a violência contra mulheres, CIS e transexuais no Brasil e afirmou que o projeto faz parte do exercício da cidadania.
“Não são números, são mulheres que morrem e sofrem violência pela condição de serem mulheres. Sem falar em mulheres transexuais. Portanto, não é possível que esses números, que são pessoas, não incomodem as instituições e o próprio cidadão. O que estamos fazendo hoje aqui é um exercício de corresponsabilidade, são mulheres empresárias que resolveram dar sua parcela de contribuição e querem dar um basta nessa violência”, concluiu a procuradora.
Colaborou a repórter Quésia Melo, da Rede Amazônica Acre.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.