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Professor autor da carta sobre Tarauacá diz que se expressou de forma equivocada

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O ac24horas encontrou o professor que faz parte do Projeto Rondon e que escreveu um texto sobre as impressões que teve sobre o município de Tarauacá.

A carta é recheada de críticas sobre o que os mais de 250 estudantes de Instituições de Ensino Superior de todo país viram em Tarauacá. VEJA A CARTA AQUI

O professor, autor do texto, que pediu para não ter o nome divulgado, se mostrou arrependido após a polêmica gerada.

“Me expressei equivocadamente, foi um grande mal entendido. Por conta de cansaço e estresse, deixei que pequenas dificuldades superassem as vitórias que obtivemos na cidade”, afirma.

No texto, a prefeitura de Tarauacá foi acusada de não ter muita atenção com o projeto. “Não fomos bem recebidos, nem tivemos despedida, a prefeita e vice não se apresentaram, não trouxeram demandas e direcionamento para que nós pudéssemos trazer atividades de alto impacto para a cidade. Também não divulgaram o projeto, nem fizeram inscrições com antecedência, para que pudéssemos fazer render mais nossos esforços”.

À nossa reportagem, o professor mudou completamente o tom e até elogiou a prefeitura. Da parte da prefeitura, foram atendidas as nossas solicitações, inclusive quando exigimos que fossemos alocados na casa das freiras, foram disponibilizadas três caminhonetes para que fizéssemos ações em assentamentos, um barco para irmos ao caucho, um micro-ônibus para irmos a Aldeia Pinuya e comemos em um dos melhores restaurantes da cidade (São Francisco). Enfim, a despeito de algumas dificuldades, reconheço todo o investimento que a prefeitura fez para viabilizar o projeto”, afirma.

Por fim, o professor afirma que a intenção do texto era contribuir, apontado caminhos para Tarauacá. “Em relação ao município, o desejo era expressar caminhos para se explorar melhor os potenciais da cidade, que são muitos. São melhorias que não se alcançam no curto prazo de tempo de uma gestão pública. Eu nunca fiz militância política de nenhuma natureza, logo esse não foi o objetivo da mensagem e também não conheço nada dos bastidores da prefeitura de Tarauacá, muitas das reflexões foram genéricas e abstratas. Daí o mal entendido”, finaliza.

Prefeitura se posiciona

A prefeitura de Tarauacá se posicionou por meio de uma nota onde afirma que todo o suporte foi oferecido como café da manhã, almoço, janta e transporte para toda a equipe.

Afirma ainda que o professor prestou um desserviço ao município ao fazer afirmações sem conhecimento da realidade local, da cultura e do povo tarauacaense.

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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