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Presos perigosos fazem fuga em massa do presídio de Rio Branco; confira fotos e nomes
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6 anos atrásem
Segurança ainda não confirmou quantos presos conseguiram fugir. Fuga aconteceu na madrugada desta segunda-feira (20).
Foto: Fuga em massa é registrada em presídio de Rio Branco — Foto: Aline Vieira/Rede Amazônica Acre.
Confira os nomes dos foragidos:
- Francisco Santos Braga
- Rogério Furtado dos Santos
- Ariclene Firmiano da Silva
- Dheyci de Angelo Lima e Lima
- Marcos da Costa Ferreira
- Aloísio Lucas Mesquita
- Diego Oliveira da Silva
- Adam Smith Oliveira da Silva
- Mirleson Nascimento da Silva
- Saymon Wallace Fonseca do Nascimento
- Valber de Aguiar Morais
- Anderson de Souza Alves
- Raimundo Nonato dos Santos Fonseca
- Vagner Tércio de Moura
- Jaciel Batista do Nascimento
- Wellington de Souza Lima
- Lucas Souza da Silva
- Adalcimar Oliveira de Almeida (recapturado)
- Joel Menezes de Queiroz
- Anderson Lima da Silva Velasquez
- Francisane Rocha Ribeiro
- Ronicley Ribeiro da Silva
- José Valdenes Viana da Silva
- Gerilto Caetano da Silva
- Sebastião Weverton Lima de França
- Francisco dos Santos Coimbra
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Quase 30 presos fugiram do Complexo Penitenciário Francisco d’Oliveira Conde, em Rio Branco, na madrugada desta segunda-feira (20). De acordo com a Segurança, 26 detentos fugiram do pavilhão L, onde cumprem pena em regime fechado.
O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) disse que os detentos fizeram um buraco na parede da cela e, com lençóis, fizeram cordas escapando pela muralha. Adalcimar Oliveira de Almeida foi recapturado ainda nesta manhã. 25 seguem foragidos.
“Todas as forças de segurança do estado foram acionadas e várias medidas operacionais estão sendo realizadas para captura dos foragidos”, diz a nota assinada pelo Secretário de Justiça e Segurança Pública do Acre em exercício, Ricardo dos Santos e o presidente do Iapen, Lucas Gomes.
A fuga ocorre depois de um fim de semana violento em Rio Branco. Sete homicídios foram registrados em Rio Branco na noite desse sábado (18). Seis deles em um bar na zona rural da cidade, no km 100 na estrada Transacreana, onde houve um chacina.
Uma outra tentativa de homicídio também foi registrada no km 58 da Transacreana no mesmo. A vítima foi levada ao Pronto Socorro. O sétimo crime ocorreu no ramal Bom Jesus, no bairro Vila Acre, também na região do Segundo Distrito.
As medidas tomadas após a fuga foram:
- O reforço das barreiras policiais na capital e municípios com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e 4° BIS – Exército Brasileiro, nas barreiras em rodovias federais;
- Acionamento da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Rondônia e do Amazonas para implantação de barreiras e fiscalização nas áreas de fronteira e rodovias federais;
- Acionamento da Polícia Federal para apoio com equipes de inteligência para avaliação das circunstâncias de fuga, bem como o apoio de fiscalizações em aeroportos;
- Acionamento do Centro Integrado Regional de Inteligência para apoio quanto à produção de conhecimento sobre o ocorrido;
- Determinação para realização de revistas em todos os presídios do estado, com vistas a evitar novas fugas;
- Acionamento dos corregedores da Polícia Militar e Polícia Penal para instaurar apuração imediata de eventuais responsabilidades pela fuga no aspecto administrativo, visto que a Polícia Civil irá atuar no aspecto penal;
- E solicitação de apoio do Ministério Público e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para acompanhar as ações de investigação durante as ações que vão apurar eventuais responsabilidades pela fuga dos detentos.
Mortes violentas
Esquartejamentos, execuções e chacina. A onda de violência voltou a assustar no início de 2020 no Acre. Em 18 dias de janeiro, 29 pessoas morreram de forma violenta no estado. A motivação, na maioria dos homicídios: guerra de facções por domínio de território.
Em todo mês de janeiro de 2019, o Acre registrou 32 mortes violentas. Os dados são do índice nacional de homicídios criado pelo G1, que faz parte do Monitor da Violência. Com informações G1AC.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
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Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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