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Presidente da Câmara Carlos Tadeu visita comunidades ribeirinhas em Tarauacá

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O Vereador, pelo contato direto com a comunidade ou com entidades que representam a sociedade organizada, avalia as necessidades reais da população.

Muitas pessoas desconhecem as principais funções do vereador. Isto não é algo que acontece somente em Tarauacá , mas praticamente em todos os municípios do Brasil. Uma cidade se constrói com um Poder Legislativo Forte e atuante!

É com essa temática que no último sábado, 08, parti,mais uma vez, por 7 horas de barco no Rio Murú até chegar na Comunidade Mucuripe, em seguida, adentramos no igarapé São José por mais1h30 a pé, até chegar na Comunidade,onde residem os amigos Gilson, José e demais líderes que nos receberam com muita gratidão e a alegria estampada no rosto.

Como outras viagens que realizamos desde o início do nosso mandato, objetivamos ouvir as reivindicações da comunidade, conversar com os moradores sobre os problemas mais urgentes e apoiar as ações de produção dos ribeirinhos que reclamam muito da ausência dos Poderes na comunidade.

Sinto-me muito satisfeito e honrado em poder fazer o mínimo por estas pessoas. O meu mandato é dedicado a isto, legislar, ouvir as necessidades das comunidades e buscar solução do Governo Municipal. Ver a alegria em cada rosto me faz querer continuar ajudando mais e mais, e na verdade eu sou um suporte, um elo entre o executivo e as comunidades mais distantes da Sede.

Em conversa com o agricultor, José pudemos nos sentir ainda mais otimista e dedicado ao mandato que o povo nos concedeu, no intuito de buscar melhorias de vida para os que mais precisam, que frisaram a nossa ajuda tanto no campo, como na cidade, diferente de alguma políticos que só aparecem de 4 em 4 anos.

Confira o depoimento das lideranças ribeirinhas:

O vereador Carlos tem se empenhado muito em ajudar a nossa comunidade, seja aqui como lá na cidade ele é sempre muito atencioso com a gente. Muitos vereadores só vem aqui de quatro em quatro anos e este Vereador só este ano já veio aqui duas vezes. Se todos os vereadores fizessem a sua parte muita coisa seria feita pra nós que moramos tão distante. Não tenho nem palavras pra agradecer a este grande homem, vou botar ele sempre em minhas orações pra que continue fazendo sempre o bem”, finalizou o Senhor José.

 

Para a dona de casa e agricultora, Josefa a presença do vereador na comunidade ouvundo aa demandas, mesmo que pequena significa muito. “Eu vejo o gesto do Vereador Carlos como uma forma de encorajamento e contribuição na melhoria de vida da gente, só tenho a agradecer e parabenizar este parlamentar por estar sempre atento as necessidades das pessoas mais carentes”, destacou.

O agricultor, Gilson , conhece como ninguém cada morador daquelas barrancas. Em suas palavras, era possível ver em seus olhos a alegria de ter na sala de sua casa um vereador, um fato que segundo ele é muito difícil de se ver, um vereador atencioso e prestativo que sempre que pode sobe os rios Murú e Tarauacá, além dos igarapés. Com informações da Assessoria.

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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