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Rio Branco

Prefeitura de Rio Branco lança Plano Municipal de Promoção da Igualdade Racial

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, lançou nesta segunda-feira (16), durante a abertura da ‘Quinzena da Mulher Negra – Marielle Presente’, na Biblioteca Pública, o Plano Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (PMPIR).
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Socorro Neri lembrou que a data também marca o centenário de Nelson Mandela, líder negro que lutou contra o Apartheid  – separação -, regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994 pelos sucessivos governos do Partido Nacional na África do Sul, no qual os direitos da maioria dos habitantes foram cerceados pelo governo formado pela minoria branca. “O Plano é mais uma ferramenta na busca por uma sociedade mais igualitária e que reafirma nosso compromisso de promover os direitos humanos e combater as desigualdades nas áreas da educação, saúde e no trabalho”, destacou.
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Aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pela prefeita de Rio Branco no último dia 14 de junho, o PMPIR expressa o compromisso da gestão municipal com a igualdade racial dos rio-branquenses por meio da construção de uma política articulada que atenda a todos os grupos étnicos que compõem o município. Propõe medidas que impactem em soluções às desigualdades raciais, enfatizando os princípios da equidade, transversalidade e gestão democrática. O principal objetivo é o enfrentamento ao racismo, o preconceito, à discriminação e promoção da igualdade racial.
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O documento resulta de um trabalho desenvolvido de forma transparente, democrática e participativa, envolvendo os gestores e técnicos da Secretaria Adjunta de Promoção da Igualdade Racial(SEADPIR), o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR) e a Sociedade Civil Organizada, sob a Coordenação do Grupo Executivo Inter setorial (GEI).
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Elza Lopes, titular da SEADPIR destaca que as ações devem ser desenvolvidas com vistas à transversalidade e intersetorialidade perenes entre a Seadpir e as demais secretarias. “O Plano significa a consolidação de um pacto político que dará estabilidade institucional, assegurando a continuidade das políticas públicas de promoção da igualdade racial”.
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O secretário Estadual de Direitos Humanos, Nilson Mourão, a chefe do Departamento Estadual de Igualdade Racial, Almerinda Cunha, a secretária  Municipal da Mulher, Lidiane  Cabral e vários representantes de movimentos sociais também estiveram no evento, na Biblioteca Pública. A Quinzena da Mulher Negra prossegue até o dia 31 de julho com vasta programação. Da Assessoria. Fotos Fagner Delgado/DECOM

ACRE

Incêndio destrói casa após criança de 3 anos brincar com isqueiro no Acre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Uma casa de madeira da Vila Custódio Freire, em Rio Branco, foi consumida pelo fogo após uma criança de três anos brincar com um isqueiro dentro do quarto. O incêndio ocorreu nesta terça-feira (8) e ninguém ficou ferido.

O Corpo de Bombeiros do Acre informou que ao chegar ao local encontrou três crianças de 3, 5 e 11 anos sozinhas na casa. Os vizinhos acionaram os bombeiros.

A criança mais velha, de 11 anos, falou para os bombeiros que estava na cozinha quando o irmão caçula brincava com um isqueiro no quarto e começou o fogo. Ao perceber as chamas, a criança retirou os irmãos mais novos e pediu socorro.

A mãe das crianças estava trabalhando e foi para o local após ser avisada do incêndio.

“O combate durou cerca de 30 minutos Fomos acionados por volta das 10 horas. Era uma residência de madeira medindo cerca de dez por cinco metros”, destacou a cadete Laiza Mendonça.

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CRIME

No AC, pai suspeito de matar filho de 6 anos com corte no pescoço tem pedido de soltura negado pela justiça

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Prisão foi mantida pela juíza da 1ª Vara do Júri, Luana Campos, nessa quinta-feira (3).

Capa: Pai teria matado o filho na madrugada do dia 13 de agosto e voltou a dormir — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre.

O pai suspeito de matar o filho de 6 anos com um corte no pescoço teve a prisão preventiva mantida pela juíza da 1ª Vara do Júri, Luana Campos, nessa quinta-feira (3). Ele foi preso em flagrante no dia 13 de agosto após o crime, no bairro Bahia Nova, na capital acreana.

A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça, mas a juíza informou que não vai comentar o caso.

O crime ocorreu durante a madrugada, mas a mãe só percebeu que o filho estava morto pela manhã quando foi no quarto das crianças. Após ser preso em flagrante, o pai encaminhado para o presídio de Rio Branco no dia 14, após a juíza Andrea Brito, da Vara de Execução Penal e Medidas Alternativas, decretar a prisão dele.

Após ser descoberto, o homem tentou fugir mas foi contido, preso e levado para a Delegacia de Flagrantes por policiais civis da 1ª Regional da capital. O suspeito chegou rindo à delegacia.

Além do menino de 6 anos, o outro filho do casal, um bebê de 5 meses, dormia no berço ao lado do irmão.

Em depoimento, o servente de pedreiro falou que teve um surto pela abstinência de drogas, foi na cozinha pegar uma faca e seguiu para o quarto dos filhos.

Após degolar o filho mais velho, o suspeito voltou para a cama, deitou ao lado da mulher e dormiu até de manhã. As informações foram repassadas ao G1 pelo delegado responsável pelo caso, Frederico Tostes.

Sem arrependimentos

Além do suspeito, a polícia ouviu também a mãe das crianças e um pastor, para quem o suspeito estava trabalhando. No depoimento, o homem não demonstrou arrependimento, segundo a polícia.

“Falou que há três semanas deixou de usar drogas, na abstinência teve uma perturbação mental e fez isso. Não ficou muito claro no depoimento, não falou muito. Disse que de madrugada pegou a faca e cortou o pescoço da criança. Perguntei se ele se arrependeu e disse: ‘não é tão simples assim’. Não quis falar que estava arrependido. Sem arrependimentos”, explicou o delegado.

O suspeito teria ainda ligado para um pastor, mas não falou nada e desligou o telefone.

“Ele deitou para dormir, levantou de manhã como se nada tivesse acontecido. Ele estava indo para a igreja para sair do vício, fazendo um trabalho voluntário”, complementou Tostes.

Além do suspeito, a polícia também ouviu a mãe das crianças e o pastor como testemunhas. A mulher afirmou que o marido sempre foi cuidadoso com os filhos e nunca agrediu eles.

“Ela falou bem dele, disse que sempre foi uma pessoa boa, nunca agrediu, na hora de educar não agredia. Ela estava dormindo, não ouviu nada. Acordou de manhã com ele abrindo a porta e quando estava saindo viu a criança morta e gritou”, lamentou o delegado.

A Polícia Civil informou também que o suspeito vai ser indiciado por homicídio qualificado por motivo torpe. Por G1AC. 

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