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Prefeita Socorro Neri assina ordem de serviço para 17 obras na capital

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Os investimentos contemplam construção de Centro de Convivência no bairro Tucumã e Casa de Cultura na Comara.
A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, assinou nesta quinta-feira (05) ordem de serviço para construção de novos espaços públicos na capital. Realizado no auditório da Biblioteca Pública, o ato de assinatura dos documentos que autorizam a execução de 17 obras reuniu parlamentares, gestores do Estado e Município, representantes do setor da construção civil e lideranças comunitárias. Entre os parlamentares presentes estavam o senador Jorge Viana e os deputados federais Léo de Brito, Raimundo Angelim. Representando o deputado federal Flaviano Melo, estava o assessor parlamentar Roberto Assaf. Os deputados Daniel Zen e Heitor Júnior, os vereadores Eduardo Farias, Mamed Dankar, Rodrigo Forneck e Antonio Morais também estavam presentes. 
Os recursos oriundos de emenda parlamentar dos senadores Jorge Viana e Sérgio Petecão, e dos deputados federais: Raimundo Angelim, Alan Rick, Léo de Brito, Flaviano Melo, Major Rocha e Sibá Machado contemplam projetos para construção de cobertura de quadra poliesportiva nos bairros Plácido de Castro, Castelo Branco e Preventório; construção de quadra de grama sintética nos bairros Manoel Julião, Quinze e Tucumã; academias populares nos bairros Floresta, Mutambo, Preventório e Nova Estação, além de centro comunitário no Conjunto Esperança e bairro santo Afonso, Mercado Popular no Benfica, centro de convivência no bairro Tucumã, casa de cultura e quadrilhódromo no bairro Comara, feira coberta no Manoel Julião e galpão no bairro Rui Lino.
“São obras importantes para o desenvolvimento social e esportivo de Rio Branco. Obras que vão aquecer a economia e agregar valor à nossa cidade”, destacou a prefeita Socorro Neri.
 
O senador Jorge Viana falou da importância da união entre a bancada para viabilizar recursos para o desenvolvimento do Acre. “É o momento de esforço, de união de todos nós para atravessar esse tempo de dificuldade”, disse o senador que durante o mandato chegou a destinar um total de 9 milhões em emendas para o Acre, e anunciou nesta quinta-feira, mais 2 milhões para investimentos em ações de tapa buracos. 
O deputado federal Léo de Brito destacou a importância dos investimentos para a comunidade. “Fico feliz de saber que pude contribuir, numa parceria que começou com Marcus Alexandre, com o governador Tião Viana e continua agora com a prefeita Socorro Neri para obras como a que vai fortalecer a economia solidária, o centro cultural e espaços para prática esportiva”. 
“Por meio das emendas, várias comunidades serão contempladas. Vemos que a prefeita também trata com muito zelo a elaboração dos projetos e aplicação dos recursos e ficamos felizes de ver a alegria dos presidentes dos bairros aqui também representados”, declarou o presidente a União Municipal das Associações de Moradores de Rio Branco (UMAMRB), Oséias Silva. 
Transparência 
Ainda no ato de assinatura das ordens de serviço, a prefeita de Rio Branco detalhou a quantidade de emendas e como foi feita a aplicação dos recursos destinados à capital do Acre entre os anos de 2016 a 2018.  “É o momento de mostrar que estamos cuidando da boa execução dos recursos e agradecer à bancada, aos deputados e senadores que deram sua contribuição à gestão municipal.”
“É uma grande satisfação participar do ato de assinatura desses documentos hoje, especialmente quando a gente destina recursos para uma prefeitura que tem tão bons executores. Foi assim com o ex-prefeito Marcus Alexandre e agora com a prefeita Socorro Neri”, disse o deputado federal Raimundo Angelim, que durante o mandato chegou a destinar a Rio Branco 16 milhões em emendas. Por Assessoria. Fotos Assis Lima/DECOM.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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