NOSSAS REDES

Luto

PREFEITA MARILETE EMITE NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO MÉDICO ROSALDO AGUIAR, O DR. BABA

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Na noite de sábado, dia 27 de outubro de 2018, a Prefeita Marilete Vitorino ao tomar conhecimento do óbito do Dr. Baba emitiu uma Nota de Pesar, que transcrevemos a seguir:

NOTA DE PESAR

É com grande pesar que a Administração Municipal de Tarauacá presta suas condolências aos familiares, pelo óbito do médico Rosaldo Aguiar, o Dr. Baba, de 49 anos, morto na noite deste sábado, 27, ocorrido no Município de Feijó.

A municipalidade reconhece a importância deste grande profissional e os relevantes serviços que o mesmo prestou enquanto médico em favor da população mais carente de Tarauacá. Neste momento de dor, queremos nos juntar e prestar nossa solidariedade aos seus familiares, amigos e todos aqueles que, como nós, agradecemos a Deus, por ter convivido com uma pessoa tão iluminada.

Reafirmamos nosso apreço por seu legado de conquistas e referência na medicina e política de Tarauacá.

Não há nada capaz de reparar uma perda como essa, mas em nome da amizade, do respeito e amor de quem fica, e em memória de quem se foi, é preciso transformar o luto em uma luta pela vida e transformar a dor em saudade.

Os nossos sinceros pêsames!

Marilete Vitorino de Siqueira

Prefeita de Tarauacá

Advertisement
Comentários

Comente aqui

Luto

Advogado que atuou contra o racismo estrutural no Acre morre vítima de câncer

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

José Rodrigues Arimatéia atuou na promoção da igualdade racial no estado. Oab divulgou nota de pesar.

CAPA: Advogado ativista contra o racismo morre vítima de câncer no Acre — Foto: Arquivo pessoal.

Um dos ativistas mais conhecidos na luta contra o racismo estrutural no Acre morreu nesta quarta-feira (24) em Rio Branco. O advogado José Rodrigues Arimatéia, conhecido Ogan Arimatéia, morreu após perder a luta contra o câncer.

Além de advogado, ele foi professor do ensino público e foi chefe do Departamento de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos em outras gestões.

Em nota, à Ordem dos Advogados do Brasil seccional Acre (OAB-AC) lembrou a luta de Arimatéia contra o racismo e também contra as religiões de matrizes africanas.

“Ogan deixa um legado em prol da luta contra o racismo estrutural e pela promoção do empoderamento da população negra”, destacou em nota.

Continue lendo

ACRE

Primeiro cacique Puyanawa de aldeia no AC morre por Covid-19: ‘Legado da luta indígena’, diz filho

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

‘Quero que meu pai seja lembrado como o patriarca do movimento indígena no Acre’, diz cacique. Aldeia fica em Mâncio Lima no interior do Acre.

Mário Cordeiro de Lima Puyanawa, de 77 anos, morreu vítima de Covi-19 neste sábado (20) — Foto: Acervo/Rede Amazônica Acre.

A aldeia Puyanawa, que fica em Mâncio Lima, está de luto. O primeiro indígena ao se tornar cacique depois do contato com os brancos, Mário Cordeiro de Lima Puyanawa, de 77 anos, morreu na manhã deste sábado (20) após perder a batalha contra a Covid-19. A morte da liderança deve constar no boletim deste sábado, segundo informou a Secretaria de Saúde do estado (Sesacre).

Pai de oito filhos, cinco mulheres e três homens, ele deixa um legado de luta pelos direitos indígenas na região. Um dos filhos, que agora é cacique na aldeia onde o pai foi pioneiro, José Ferreira Puyanawa diz que o pai sempre foi sinônimo de luta, honestidade e força para o povo indígena.

“Ele foi o primeiro cacique nomeado na aldeia depois do contato [com o branco] ainda na década de 80. Então, meu pai deixa essa marca, esse legado pela luta, demarcação das nossas terras, tudo com êxito. Esse homem era um grande amigo, que me ensinou a ser honesto e verdadeiro. Então, a vida dele foi muito isso. Nunca vi ele reclamando de nada, era leal e temente a Deus”, relembra.

O indígena deu entrada no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, no dia 6 de junho. O cacique diz que o pai começou a sentir dor no corpo, febre e estava com muita tosse. Ele já havia tido alta da UTI, mas voltou ao apresentar piora.

“Ainda tratamos dele por uns seis dias na aldeia. Mas, foi piorando e quando foi para o Hospital de Mâncio, lá fez o exame e já deu positivo para Covid. Ele tinha muita tosse e cansaço”, conta.

Os indígenas da aldeia Puynawa foram um dos primeiros a fecharem a aldeia proibindo a entrada e saída de pessoas. Em março, com correntes, eles lacraram o acesso à comunidade.

Indígena reorganizou o povo Puynawa ainda na década de 80  — Foto: Acervo/Rede Amazônica Acre

Indígena reorganizou o povo Puynawa ainda na década de 80 — Foto: Acervo/Rede Amazônica Acre.

Porém, o cacique diz que algumas saídas justificadas eram autorizadas. Inclusive, seu pai havia ido até a cidade de Mâncio Lima dias antes de apresentar os sintomas.

A liderança diz que há seis casos confirmados na aldeia, mas todos foram tratados pelas equipes do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) e estão recuperados.

“Estamos com a aldeia fechada, mas também temos saídas controladas. Ao todo, temos seis casos da doença, mas estão de alta. O Dsei tem dado uma assistência eficiente a nós. Meu pai morreu porque era a sina dele ir agora”, afirma.

A aldeia é conhecida na região por fazer o festival Atsa Puyanawa, que reúne centenas de turistas. A família de lideranças sempre foi conduzida pelo pai. “Quero que meu pai seja lembrado como o patriarca do movimento indígena no Acre, como patriarca da histórias dos Puyanawas”, finaliza emocionado.

Continue lendo

TOP MAIS LIDAS

    Feedback
    WhatsApp Fale conosco