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Prefeita lamenta cancelamento do carnaval em Rio Branco e diz que buscou diálogo com o governo

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Secretária de Turismo diz que tentou conversar com a gestora, mas não obteve retorno. “Tentei marcar e não se prontificou a nos receber’, afirma Sinhasique.

A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, se posicionou em sua página no Facebook sobre o cancelamento do Carnaval 2019 por parte do governo do Acre.

Na publicação, a gestora diz que não vetou a realização da festa, apenas do espaço escolhido, uma vez que havia o risco de depredação de prédios públicos que ficam na Avenida Brasil, no Centro. Conforme a prefeitura, a decisão baseia-se no Código de Posturas do Município.

A prefeita afirma que logo que soube da intenção dos organizadores buscou contato com o governo para que fosse escolhido um local mais adequado. “De modo a evitar mal estar e politização sobre a não autorização do município”.

A secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, rebateu alguns pontos da publicação da prefeita. Ela afirmou que encontrou Socorro Neri no Parque de Exposições no dia 15 de janeiro, quando a gestora pediu apoio do governo para a construção do abrigo para as famílias atingidas pela cheia do rio, e já pediu um encontro para tratar do carnaval.

“Falei que estava pensando em fazer em frente à prefeitura. Ela falou que em frente da prefeitura de jeito nenhum, então, disse para sentarmos e conversarmos que tinha outra alternativa. Ela disse que depois que terminasse a reforma administrativa sentava e conversava. De lá para cá, tentei marcar outras duas vezes, por meio da assessoria de comunicação e chefia de gabinete, e não se prontificou a nos receber”, argumentou.

‘Nem se permitiu ouvir o que queríamos’, diz secretária

Sobre o risco de depredação, a secretária afirmou que a prefeitura nem ouviu as medidas tomadas pela organização para evitar as possíveis situações. Eliane disse que havia os planos de impedir o acesso dos foliões aos espaços públicos com peças de metalon.

“Se ela disse que não libera a Avenida Brasil, como vou permanecer? Como é que não vetou? Vetou. Nem sentou com a gente para ouvir as medidas que iríamos tomar para impedir esse tipo de coisa. Íamos fechar com metalon tanto no Casarão, Caixa Econômica, da OI e da Praça Plácido de Castro também. Não se permitiu ouvir o que queríamos fazer na avenida”, questionou.

‘Sigo em paz’, diz prefeita

Na postagem, Socorro Neri lamentou o cancelamento da festa e disse não compreender os motivos para a decisão. “O município tem a atribuição constitucional de definir o uso de logradouros públicos para a realização de eventos. Exercer essa atribuição não pode ser confundida com ruptura das relações cordiais que a gestão municipal mantém com a gestão estadual”, destaca em um trecho.

Ela conclui a postagem dizendo que segue em paz. “Essa é uma decisão que foi tomada por quem tem autonomia para fazê-lo: os organizadores do evento. Sigo em paz e focada em buscar condições para amenizar as muitas demandas da nossa cidade”, finalizou.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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ACRE

Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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