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VÍDEOS: Prefeita de Tarauacá construirá quadra poliesportiva em homenagem póstuma à desportista morto
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7 anos atrásem
QUADRA POLIESPORTIVA DO BAIRRO DO CORCOVADO VAI RECEBER O NOME DO DESPORTISTA CHAGA MILTON
A Prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino, decidiu homenagear o tarauacaense Sr. Francisco das Chagas Cardoso, o popular “Chaga Milton”, que dedicou sua vida ao esporte de Tarauacá.
Em homenagem a este valoroso tarauacaense, a nova quadra poliesportiva terá seu nome.
Com previsão de inicio da obra para próxima segunda-feira, 01, a prefeita se antecipou para comunicar à população e familiares, que o nome do Senhor Chaga Milton será ‘símbolo’ do esporte tarauacaense.
“Chaga Milton foi um homem que dedicou sua vida inteira ao esporte de Tarauacá, e nada mais justo do que essa homenagem na nova quadra do bairro do corcovado” ― disse a Prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino.
PREFEITA MARILETE ASSINA CONTRATO COM EMPRESA QUE FARÁ CONSTRUÇÃO DA QUADRA POLIESPORTIVA DO BAIRRO CORCOVADO
Quadra poliesportiva homenageará o tarauacaense Chaga Milton.
A Prefeita Marilete Vitorino, assinou nesta quarta-feira (27), o contrato com a empresa vencedora do processo licitatório realizado para execução dos serviços de engenharia destinados a construção de um quadra poliesportivo no bairro do Corcovado.
A vencedora da licitação foi a Construtora CONCRETA E SERVIÇOS LTDA que fará execução da obra orçada em 348.667,48 (trezentos e quarenta e oito mil e seiscentos e sessenta e sete reais e quarenta e oito centavos), com recursos oriundos de uma emenda federal do senador Sérgio Peteção.
A Prefeita Marilete Vitorino, disse “com esse ginásio o Bairro do corcovado será beneficiada com investimentos na área esportiva. Tudo agora está caminhando e fico muito feliz em poder concretizar ou dar início a estas obras no meu mandato”, destacou a prefeita.

Quem foi Chaga Milton
CHAGA MILTON (DESPORTISTA DE TARAUACÁ): era daquelas pessoas que todo mundo gosta. Amante do futebol teve seu próprio campo de futebol onde praticava esporte aos finais de semana. Fazia campeonato no inverno e verão com muitos jogadores que hoje são craques de bola.

O campo de ‘mata batida’, era construído na base do terçado e do próprio braço. Passava dias para roçar o campo que muito lhe dera alegrias. O tempo passou e Chaga Milton adoeceu. Sem tratamento adequado e esperando ajuda quanto ao seu TFD (Tratamento Fora do Domicílio), passou a viver sem perspectivas e triste.
DOENÇA
Milton, durante o período da doença teve ajuda de alguns amigos. No geral, pouco apoio recebeu tanto na fase ativa de sua vida, como durante seu tratamento de saúde.
Milton foi um desportista muito querido por todos, que amava o futebol, e tocava sanfona, se intitulava “Sanfoneira do Murú”. Morreu de complicações na próstata no dia 15 de março de 2019.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário