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Preço da construção civil no Acre é 3º mais caro do país, aponta IBGE

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O custo da construção civil ficou 0,34% mais alto para os acreanos durante o mês de março, de acordo com Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi). Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira (10).
O estudo mostrou que o valor do metro quadrado no Acre saiu por R$ 1.240,64 no mês passado, sendo considerado o terceiro mais alto do país. O estado fica atrás somente de Santa Catarina, onde o valor do metro quadrado custa R$ 1.268,14 e Rio de Janeiro que custa R$ 1.244,18.
Com o aumento, o estado contabiliza uma variação percentual acumulada que chega a 5,55% nos últimos 12 meses e 0,57% no primeiro trimestre.
Em fevereiro, construir no Acre também tinha ficado mais caro que em janeiro. Segundo o índice, o custo tinha elevado 0,36% mais caro. Naquele mês o preço do metro quadrado estava R$ 1.236,40.
Dados nacionais
O Índice Nacional da Construção Civil aumentou 0,52% em março em todo o país, na comparação com o mês anterior, e ficou acima dos 0,21% em fevereiro. O índice, divulgado pelo IBGE, acumula altas de 1,15% no primeiro trimestre e de 4,86% nos últimos 12 meses.
Com esse crescimento, o custo por metro quadrado do setor no Brasil subiu para R$ 1.126,82, sendo R$ 588,23 relativos aos materiais, com alta de 0,79%, e R$ 538,59 referentes à mão de obra, com aumento de 0,23%.
O Sul do país teve a maior alta entre as grandes regiões, de 0,82%, atingindo R$ 1.172,08 por metro quadrado. O crescimento foi influenciado pelos aumentos nos custos da construção de Paraná e Santa Catarina, puxados pelos materiais, e Rio Grande do Sul, com alta na mão de obra.
Nas demais grandes regiões, os custos do setor aumentaram 0,57% no Sudeste (R$ 1.177,76), 0,49% no Nordeste (R$ 1.045,73), 0,42% no Norte (R$ 1.129,10) e 0,10% no Centro-Oeste (R$ 1.129,42

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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