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Praga de Javalis pode alcançar o Acre e especialista faz alerta
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7 anos atrásem
O Acre vai precisar se proteger, em breve, de uma praga que inferniza o Brasil agrícola, principalmente no corredor entre o Rio Grande e Rondônia, os javalis selvagens. Conhecidos como javaporcos, por serem resultado de um cruzamento do javali europeu com o porco doméstico aqui no Brasil, esses animais se reproduziram aos milhares principalmente no interior de São Paulo e estão chegando perto Acre. O alerta é do engenheiro florestal Ernesto Massyuki Sawaeda, especialista em fauna, que mora aqui no Estado. Ele disse ao Blog do Evandro Cordeiro que o alerta precisa ser feito porque o novo governo pensa em investir alto no agronegócio. “Caso esses animais cruzem o rio Madeira qualquer produção de grãos aqui estará comprometida”, afirma.
A contenção da “praga” de javaporco no interior de São Paulo só aconteceu graças a um alerta dessa mesma natureza feita pelo engenheiro Ernesto Sawaeda. Há reportagens nesse sentido em grandes jornais, inclusive na Folha de São Paulo, além de canais de televisões, como a Rede Globo, há cerca de uma década, como essa a seguir: https://f5.folha.uol.com.br/bichos/2014/06/1463792-javaporco-destroi-plantacoes-e-vira-praga-no-interior-de-sp.shtml?fbclid=IwAR1USpFfrfiLC3J-SmwgC6TR0sr9l8V0cAajkWGJMSIMPtq2y9bY11g2HfU. Os grandes produtores rurais da região centro-oeste contra atacaram os animais, mas mesmo assim ainda não se livraram totalmente. Sawaeda quer informar ao governador Gladson Cameli (Progressistas) o risco que seria deixar esses animais chegar ao campo acreano. “Um bando deles devasta, por dia, 40 hectares de plantação sem muita dificuldade”, assegura.
A primeira pesquisa sobre os Javalis e seus híbridos no Brasil aconteceu no Ano de 1998, sob a responsabilidade do engenheiro Ernesto Sawaeda. Em 2011 saiu o primeiro alerta ao agronegócio através de reportagens. Ele avisou que infestação dessa praga seria incontrolável, caso medidas não fossem tomadas. Atualmente se encontra em estágio de reprodução exponencial. Segundo órgãos de proteção à vida selvagem, o Brasil é signatário de um acordo cujo objetivo é evitar esse desastre ecológico. “Sem o controle vai acarretar prejuízos irreversíveis na fauna, flora, pecuária, agricultura e a todo o agronegócio. E pior: em todo território nacional”, diz o especialista.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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4 horas atrásem
30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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2 semanas atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo: