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Populares cobram que Gladson cumpra promessa de não pagar pensão a ex-governadores
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Tema pautou debates nesta quarta-feira, na Assembleia Legislativa do Acre
Com o pagamento das pensões a ex-governadores tendo sido efetuado normalmente no mês de janeiro pelo governo do Estado, contrariando as expectativas dos que aguardavam o cumprimento da promessa do governador Gladson Cameli (Progresssistas) em suspendê-las, a polêmica sobre o tema voltou à tona tantos nas ruas quanto na Assembleia Legislativa, cuja pauta dominou parte dos debates na sessão desta quarta-feira (6).
O deputado estadual Roberto Duarte (MDB) leu, da tribuna, uma carta aberta, por meio da qual cobra ao governador que cancele os pagamentos. Duarte, que é da base de sustentação do governo no Legislativo Estadual, foi um dos que lembrou que se trata de uma promessa de campanha.
“À época da campanha ele [o governador Gladson] dizia a todos que iria suspender, cancelar o pagamento da pensão. Nós, agora, só estamos reafirmando que o faça o mais rápido possível porque o primeiro mês já passou e eles receberam e isso geraria uma economia de quase R$ 500 mil ao mês. Então deve cessar esses pagamentos imediatamente, pois já era inconstitucional reconhecidamente pelo Supremo Tribunal Federal.”, enfatizou.
De acordo com os números apresentados pelo deputado em sua carta, quase R$ 24 milhões podem ser poupados aos cofres públicos, no período dos quatro anos do atual governo, se as pensões que somam R$ 5,9 milhões por ano deixarem de ser pagas. “A continuidade do pagamento inconstitucional desse subsídio mensal e vitalício a ex-detentor de cargo eletivo traduz-se também em grave lesão à economia pública, já que não há qualquer contra prestação de serviço público por parte do beneficiado”, acrescentou.
Ele classifica ainda a pensão como “pensão de graça”, cujo pagamento constitui-se “como uma regalia, uma dádiva, uma recompensa vitalícia, um proveito pecuniário de natureza permanente, instituído não como um benefício, mas como uma benesse ou um favor conferido […] pago com recursos públicos”.
Edvaldo rebate: “A responsabilidade não é do Parlamento e nem do ex-governador Jorge Viana”
Um trecho do texto de Duarte foi questionado pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB). “Em 1998, no honroso mandato do seu tio, Orleir Cameli, o pagamento chegou a ser suspenso. Mas, em 2002, foi retomado na era Jorge Viana. Em 2016, a Assembleia mudou o texto da Constituição estadual e acabou com o direito à solicitação do benefício a partir daquela data”, diz a carta.

Edvaldo Magalhães/Foto: reprodução
Magalhães que já presidiu a Casa e foi líder do governo de Jorge Viana rebateu: “Ele omite a autoria da emenda constitucional que restabeleceu a pensão de governadores após o final do mandato do ex-governador Orleir Cameli. Foi uma iniciativa de lei de um parlamentar integrante do MDB, que foi o deputado Vagner Sales. Então a responsabilidade não foi do governador Jorge Viana, como ele fez parecer na carta. Foi uma iniciativa da Aleac”, disse.
Ainda de acordo com o deputado, que na atual legislatura compõe o bloco de oposição, esse debate não cabe mais à Assembleia Legislativa. “Essa decisão não pertence mais ao Parlamento que se pronunciou quando extinguiu as pensões na legislatura passada. É uma decisão que cabe agora ao Executivo. Verificar junto à sua Procuradoria Geral do Estado se há legalidade para uma decisão. Só que a lei não retroage para prejudicar então tem direitos adquiridos que certamente terão debates jurídicos por parte daqueles que recebem e que, por acaso, passem a não receber mais. Do ponto de vista legal é um assunto resolvido.”, pontuou.
Governo afirma que primeiro quer se precaver contra ações judiciais
Indagado pela reportagem do site ContilNet, por meio de seu porta-voz, o jornalista Rogério Wenceslau, o governo informa que está mantida a posição já manifestada pelo governador, que é contra o pagamento das pensões, mas que decisão de suspender o pagamento de forma imediata ainda está sendo avaliada. “A revogação da lei já foi feita pela Aleac. A questão agora é sobre quem será atingido, se todos que recebem ou só o atual ou os próximos ex-governadores. Deve ser adotada uma posição definitiva, que não venha a ser questionada na Justiça, obrigando o governo a voltar atrás, por isso a cautela”, justificou.

Gehlen Diniz/Foto: reprodução
Na Assembleia, o líder do governo, deputado Gehlen Diniz (Progressistas), reafirmou que a intenção do governador é não pagar mais pensão.“Atualmente a questão se encontra sob a análise na PGE (Procuradoria Geral do Estado)”, garantiu ele.
E acrescentou: “Eu mesmo defendi que, administrativamente com uma canetada o governador viesse a extinguir e ele quer fazer isso, mas não quer ter que responder processo. Então ele quer se embasar”, destacou.
Diniz lembrou também que a Aleac já fez sua parte ao extinguir, por meio da Emenda Constitucional 46/2017, de sua autoria, o artigo 77 da Constituição Estadual, que estabelecia o pagamento vitalício do benefício aos ex-governadores e ao cônjuge supérstite do ex-governador.
Deputada Perpétua pondera: “Não sou a favor de se retirar 100% daqueles que já recebem”
A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) que entre os procurados pelo Contilnet foi a única parlamentar federal a se manifestar até o fechamento da reportagem, ponderou sobre a polêmica.
“Acho que o Acre é pequeno demais para aguentar uma carga tão pesada. Mas não sou a favor de se retirar 100% daqueles que já recebem. Penso que se podia chegar a um meio termo do tipo: ex-governadores ou os futuros ex-governadores, que não tenham nenhuma outra fonte de renda, ou que não tenham bens em valores que possam garantir uma vida digna, que eles possam receber um percentual “X” do salário de governador”, propôs.
O que pensa a população
Nas ruas o anseio é um só: que o governador Gladson cumpra sua promessa e acabe com o pagamento das pensões a ex-governadores e viúvas.
“Acho essa pensão ridícula. Governador não é uma profissão. É um cargo político. Aposentadoria é para quem trabalha a vida inteira em uma profissão. E pensão é para quem trabalhou a vida inteira e morre deixando filhos. Tem que acabar”. Ronaldo Gomes, 60, taxista.
“É um absurdo. Não deveria ter, mas se tivesse que fosse igual para todos. É injusto com quem trabalha a vida toda para conseguir uma aposentadoria. Nós trabalhamos para isso”. Rosa Rosa, 40, empreendedora.
“Eu acho negativo e se o governador prometeu ele tem que cumprir. Eles só trabalham quatro anos e nós temos que trabalhar anos e anos para conseguir se aposentar. Todos têm os mesmos direitos”. João Oliveira, 65, aposentado.
“É uma injustiça grande com o povo porque a gente trabalha muito tempo para poder se aposentar para receber uma miséria. Além disso, eles recebem muito acima. Tem que acabar”. Cleo Braz, 50, professora.
Carta aberta do deputado Roberto Duarte Júnior
Governador GLADSON CAMELI
Nos últimos anos, o Acre adotou um modelo econômico de desenvolvimento que trouxe enormes prejuízos para os setores produtivos do estado. Ocasionando o fechamento de inúmeras empresas, desemprego e menos dignidade ao povo Acreano. Sei o quão difícil é gerir um Estado inviabilizado economicamente e sem perspectiva de crescimento.
O Estado do Acre vem enfrentando dificuldades e problemas econômicos, mas mesmo assim, segundo o portal R7, é o estado que mais gasta com pagamento de pensões vitalícias a ex-governadores e viúvas, chegando ao patamar de R$ 457.066,64 (QUATROCENTOS, CINQUENTA E SETE MIL, SESSENTA E SEIS REAIS E SESSENTA E QUATRO CENTAVOS) mensalmente e anualmente em torno de R$ 5.941.866,32 (CINCO MILHÕES, NOVECENTOS E QUARENTA E UM MIL, OITOCENTOS E SESSENTA E SEIS REAIS E TRINTA E DOIS CENTAVOS), perfazendo, ao longo de 04 anos, algo em torno de R$ 23.767.465,30 (VINTE TRÊS MILHÕES, SETECENTOS E SESSENTA E SETE MIL, QUATROCENTOS E SESSENTA E CINCO REAIS E TRINTA CENTAVOS).
O benefício sempre esteve cercado de polêmicas, além de idas e vindas, sobre a adoção do benefício. A pensão passou a ser concedida, inicialmente, após um período mínimo no exercício da função.
Em 1998, no honroso mandato do seu tio, ORLEIR CAMELI, o pagamento chegou a ser suspenso. Mas, em 2002, foi retomado na era Jorge Viana. Em 2016, a Assembleia mudou o texto da Constituição estadual e acabou com o direito à solicitação do benefício a partir daquela data.
O artigo 77 da Constituição Estadual, considerado inconstitucional segundo precedentes do Supremo Tribunal Federal, foi suprimido integralmente após a aprovação da Emenda Constitucional 46/2017, extinguindo assim, a pensão vitalícia para ex-governadores.
A continuidade da “pensão de graça”, não tem cabimento no sistema jurídico vigente, sendo um pagamento estadual singular, instituído como uma regalia, uma dádiva, uma recompensa vitalícia, um proveito pecuniário de natureza permanente, instituído não como um benefício, mas como uma benesse ou um favor conferido a quem tenha se desinvestido do cargo de Governador do Estado, após ter desempenhado o mandato completo, tudo isso pago com recursos públicos.
Acrescenta-se ainda que, a “pensão de graça” não institui apenas o favor ao ex-Governador, mas, também se institui a pensão ao cônjuge supérstite do ex-governador, ou seja, não se tem apenas a criação do denominado subsídio atribuível a ex-governador, mas também a pensão que dele deriva.
Nessa linha, não é moral esse subsídio mensal e vitalício pago para ex-governadores, uma vez que fere, também, o princípio da igualdade, porque em geral todos os brasileiros estão sob o manto do regime geral da Previdência Social.
O subsídio é pago para ocupantes de cargos públicos, ex-governador não é ocupante de cargo público. Sendo assim, pagamento indevido. Não existindo qualquer justificativa constitucionalmente legítima, representando inequívoca violação aos princípios republicano e democrático.
A continuidade do pagamento inconstitucional desse subsídio mensal e vitalício a ex-detentor de cargo eletivo traduz-se também em grave lesão à economia pública, já que não há qualquer contra prestação de serviço público por parte do beneficiado.
Cabe agora, ao Excelentíssimo Senhor Governador do Acre, GLADSON CAMELI, encerrar os pagamentos mensais realizados aos ex-governadores pensionistas e em caso de cobrança, que seja feita de forma judicial.
Pois, motivos para tal, o nobre governador eleito já possui:
1º – É considerada inconstitucional a regra antes em vigor, da Constituição Estadual que havia criado essa pensão vitalícia, por ser indevida. Basta verificar os precedentes do STF.
2º – Se já suprimida a regra (inconstitucional) da constituição estadual, então se suprimiu igualmente a base legal de pagamento pela Administração e recebimento pelo beneficiário (ainda que inconstitucional a regra que a prevê) dessa pensão vitalícia.
Para correção e cessação da ilegalidade no pagamento, tanto se podia fazer pela ADI declarando a inconstitucionalidade da regra com base na qual a Administração paga o benefício, como por ação judicial contra os beneficiários e o Estado, pedindo o afastamento incidental da regra estadual tida por inconstitucional e julgar indevido e cancelar o pagamento aos beneficiários, com restituição do que receberam indevidamente, observando o período dos últimos 05 anos (anterior a isso está prescrita a restituição), ou ainda, como me diz que se fez, o próprio poder legislativo estadual revogar a regra.
Com a revogação da regra que embasa o pagamento pela Administração, deve-se CESSAR imediatamente o pagamento do benefício a todos os beneficiários, visto que já sem base legal (previsão normativa, ainda que inconstitucional) para CONTINUAR a Administração Pública a fazer os pagamentos, de todo modo ilegal.
É indevido, tanto para benefícios futuros, que já não existem, como para CESSAR os pagamentos que se faziam pela Administração Pública, já sem regra alguma a autorizar.
Não se cogita, no caso, sequer de direito adquirido aos beneficiários anteriores à revogação da regra, em razão da ilegalidade dos pagamentos desde sua origem, pela inconstitucionalidade da regra estadual frente à Constituição Federal.
Excelentíssimo Senhor Governador do Acre, GLADSON CAMELI, REITERO nesta CARTA ABERTA, o anseio da população e dos princípios constitucionais, que seja CESSADO o pagamento das pensões de ex-governadores e viúvas imediatamente, economizando assim, quase meio milhão de reais aos cofres públicos.
Rio Branco – AC, 06 de fevereiro de 2019.
Roberto Duarte
Deputado Estadual
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Atlética do Curso de Engenharia Civil — Universidade Federal do Acre
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10 de fevereiro de 2026NOME DA ATLÉTICA
A. A. A. DE ENGENHARIA CIVIL – DEVASTADORA
Data de fundação: 04 de novembro de 2014
MEMBROS DA GESTÃO ATUAL
Anderson Campos Lins
Presidente
Beatriz Rocha Evangelista
Vice-Presidente
Kamila Luany Araújo Caldera
Secretária
Nicolas Maia Assad Félix
Vice-Secretário
Déborah Chaves
Tesoureira
Jayane Vitória Furtado da Silva
Vice-Tesoureira
Mateus Souza dos Santos
Diretor de Patrimônio
Kawane Ferreira de Menezes
Vice-Diretora de Patrimônio
Ney Max Gomes Dantas
Diretor de Marketing
Ana Clésia Almeida Borges
Diretora de Marketing
Layana da Silva Dantas
Vice-Diretora de Marketing
Lucas Assis de Souza
Vice-Diretor de Marketing
Sara Emily Mesquita de Oliveira
Diretora de Esportes
Davi Silva Abejdid
Vice-Diretor de Esportes
Dâmares Peres Carneiro
Estagiária da Diretoria de Esportes
Marco Antonio dos Santos Silva
Diretor de Eventos
Cauã Pontes Mendonça
Vice-Diretor de Eventos
Kaemily de Freitas Ferreira
Diretora de Cheerleaders
Cristiele Rafaella Moura Figueiredo
Vice-Diretora Chreerleaders
Bruno Hadad Melo Dinelly
Diretor de Bateria
Maria Clara Mendonça Staff
Vice-Diretora de Bateria
CONTATO
Instagram: @devastadoraufac / @cheers.devasta
Twitter: @DevastadoraUfac
E-mail: devastaufac@gmail.com
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SOBRE A EMPRESA
Nome: Engenhare Júnior
Data de fundação: 08 de abril de 2022
Fundadores: Jefferson Morais de Oliveira, Gerline Lima do Nascimento e Lucas Gomes Ferreira
MEMBROS DA GESTÃO ATUAL
Nicole Costeira de Goés Lima
Diretora-Presidente
Déborah Chaves
Vice-Presidente
Carlos Emanoel Alcides do Nascimento
Diretor Administrativo-Financeiro
CONTATO
Telefone: (68) 9 9205-2270
E-mail: engenharejr@gmail.com
Instagram: @engenharejr
Endereço: Universidade Federal do Acre, Bloco Omar Sabino de Paula (Bloco do Curso de Engenharia Civil) – térreo, localizado na Rodovia BR 364, km 4 – Distrito Industrial – CEP: 69.920-900 – Rio Branco – Acre.
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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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6 de fevereiro de 2026A Ufac lançou o projeto de extensão “Tecendo Teias de Aprendizagem: Cazumbá-Iracema”, em solenidade realizada nesta sexta-feira, 6, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A ação é desenvolvida em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Associação dos Seringueiros da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema.
Viabilizado por meio de emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o projeto tem como foco promover uma educação contextualizada e inclusiva, com ações voltadas para docentes e estudantes da reserva, como formação em metodologias inovadoras, implantação de hortas escolares, práticas agroecológicas sustentáveis e produção de um documentário com registros da memória cultural da comunidade.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da iniciativa. “É um momento ímpar da universidade, que cumpre de fato seu papel social. O projeto nasce a partir da escuta da comunidade, com apoio fundamental do senador Petecão, que tem investido fortemente na educação.” Ela também agradeceu o apoio financeiro para funcionamento da instituição. “Se não fossem as emendas, não teríamos fechado o ano passado com energia, segurança e limpeza garantidas.”
Petecão frisou que o investimento em educação é o melhor caminho para transformar a realidade da juventude e manter as comunidades nas reservas. “Não tem sentido incentivar as pessoas a deixarem a floresta. O mundo todo quer conhecer a Amazônia e o nosso povo quer sair de lá. Está errado. A reserva Cazumbá-Iracema é um exemplo de paz e organização, e esse projeto pode virar referência nacional.”

Ele reafirmou seu apoio à universidade. “A Ufac é um patrimônio do Acre. Já destinamos mais de R$ 40 milhões em emendas para a instituição. Vamos continuar apoiando. Educação não tem partido.”
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, explicou que a proposta foi construída a partir de escutas com lideranças da reserva. “O projeto mostra que a universidade pública é espaço de formulação de políticas. Educação é direito, não mercadoria.” Ele também defendeu a atualização da legislação que rege as fundações de apoio, para permitir a inclusão de moradores de comunidades extrativistas como bolsistas em projetos de extensão.
Durante o evento, foram entregues placas de agradecimento à reitora Guida Aquino, ao senador Sérgio Petecão e ao pró-reitor Carlos Paula de Moraes, além de cestas com produtos da comunidade.
A reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema possui cerca de 750 mil hectares nos municípios acreanos de Sena Madureira e Manoel Urbano, com 18 escolas, 400 estudantes e aproximadamente 350 famílias.
Também participaram da mesa de honra o coordenador do projeto, Rodrigo Perea; o diretor do Parque Zoobotânico, Harley Araújo; o chefe do ICMBio em Sena Madureira, Aécio dos Santos; a subcoordenadora do projeto, Maria Socorro Moura; e o estudante Keven Maia, representante dos alunos da Resex.
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