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Ponte sobre o Rio Madeira está com 96% concluída

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Uma comitiva com político, secretário e imprensa do Acre, estiveram na ponte que está prestes a ser entregue, ligando o estado do Acre e Rondônia, nesta terça-feira, dia 23, e puderam atravessar de um lado para o outro de veículos.
Segundo foi informado pela agencia de notícias do Acre, toda a parte de concretagem já foi finalizada, o trabalho está concentrado em serviços de acabamento, como a construção do guarda-corpo. O asfaltamento da pista será a última etapa do processo. Ao todo, já foram investidos R$ 130 milhões na obra.
O grande gargalo diz respeito à outra margem do rio. O solo daquela região é instável e por ser mais baixo, corre o risco de inundação durante o inverno amazônico. Devido a estas peculiaridades, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) ainda não definiu o modelo de acesso que será construído no local.

Algumas possibilidades são estudadas. Uma delas diz respeito à elevação da pista acima do nível histórico registrado na maior cheia do Rio Madeira. Já a outra possibilidade consiste na continuidade da extensão da ponte por mais 400 metros, terminando fora da área alagadiça.
Segundo Caetano, atual secretário de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), a segunda alternativa é a melhor solução que a engenharia pode proporcionar diante da adversidade apresentada naquela cabeceira. “A continuação da ponte é a garantia que resolveremos este problema aqui encontrado de uma vez por todas”, pontuou.
Não foi informando a data de entrega e se o presidente do Brasil, Jairo Bolsonaro, estará presente na inauguração.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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