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Polícia recupera carros da família de ex-coronel do ‘crime da motosserra’ levados em assaltos
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6 anos atrásem
Carros foram achados no bairro Conquista, em Rio Branco, neste sábado (1). Família do PM Pedro Pascoal foi feita refém na noite de sexta (31).
Foto: Carros foram achados no bairro Conquista, em Rio Branco — Foto: Divulgação/PM-AC.
Os dois carros levados durante um assalto no bairro Morada do Sol, em Rio Branco, no início da noite de sexta-feira (31) já foram recuperados horas após o crime. Os veículos são da família do policial militar Pedro Pascoal, que morreu em 2016 após sofrer um infarto.
O militar era irmão do ex-coronel do “caso da motosserra”, Hildebrando Pascoal. A reportagem não conseguiu contato com as vítimas.
A família foi feita refém durante o assalto. A Polícia Militar do Acre (PM-AC) disse que duas pessoas invadiram a casa e prenderam os familiares nos cômodos.
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Família do PM Pedro Pascoal foi feita refém durante assalto na noite de sexta (31) — Foto: Divulgação/PM-AC.
Os dois carros foram achados no bairro Conquista. Em entrevista à Rede Amazônica Acre, o comandante da PM-AC, coronel Ulysses de Araújo, explicou que a polícia colocou várias viaturas em perseguição pelos suspeitos.
Araújo ressaltou que os dois suspeitos conseguiram fugir, entrando em um matagal.
Colaborou Tálita Sabrina, da Rede Amazônica Acre.
Família de irmão de ex-coronel do ‘Crime da Motosserra’ é feita refém durante assalto
Assaltantes levaram dois carros da família, que mora no bairro Morada do Sol, em Rio Branco. PM-AC faz buscas pelos suspeitos.
Uma família foi feita refém e teve alguns objetos roubados durante um assalto, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco. A Polícia Militar do Acre (PM-AC) infirmou que as vítimas são familiares do policial militar Pedro Pascoal, que morreu em 2016 após sofrer um infarto.
O militar era irmão do ex-coronel do “caso da motosserra”, Hildebrando Pascoal. A reportagem não conseguiu contato com as vítimas.
Ao G1, o comandante da PM-AC, coronel Ulysses de Araújo, disse que já destacou algumas viaturas para procurar os criminosos, que teriam fugido com dois carros da família. O coronel disse não ter mais informações do caso porque a ocorrência está em andamento.
“Chegou a informação de que fizeram um roubo lá e levaram esses veículos. A Polícia Militar já está envolvida na operação, mas estamos aguardando o Bope retornar de outra ação”, reforçou.
Apesar do susto, Araújo falou que as vítimas estão bem e foram orientadas a comparecer em uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência.
“Não podemos divulgar muita coisa por enquanto para não atrapalhar as investigações. Temos duas viaturas na área em diligências”, complementou.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário