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Polícia Militar prende integrantes de facção que extorquia moradores na Transacreana

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Na noite desta segunda-feira (28), policiais militares do Terceiro Batalhão e Batalhão Ambiental prenderam quatro homens suspeitos de integrar facção criminosa, apontados como responsáveis por extorquir moradores do Ramal Liberdade, localizado na região da Transacreana. Com eles foram apreendidas duas armas de fogo, drogas munições e dinheiro.

A informação recebida pela equipe de militares era de que o grupo promoveria atentados à moradores da região após um deles levar um tiro no braço, enquanto extorquia um popular.

Em posse das informações, características e localização, a polícia conseguiu interceptar o bando no km 60 do Ramal Liberdade. Foram presos, Sebastião Lima Nunes Teixeira, Railson Silva de Souza, Jardesson Aguiar da Silva e Jelcimar Fernandes do Nascimento.

O mais interessante é que este último, Jardesson Aguiar, teria sido preso há exatos dois dias antes, após ser flagrado portando uma arma de fogo no km 72 da Transacreana. Apesar de ser considerado uma liderança na organização a qual pertence, foi colocado em liberdade no dia seguinte, em um entendimento do Poder Judiciário.

Além das prisões, a Polícia Militar apreendeu com o grupo, duas armas de fogo, sendo uma delas um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 32, munições, trinta e três trouxinhas de pasta a base de cocaína, R$ 896,00 (Oitocentos e noventa e seis reais em dinheiro, além de três motocicletas.

Todos os envolvidos, bem como o material, foram deixados na Delegacia de Flagrantes (Defla), para serem devidamente apresentados a autoridade de Policia Civil e realizadas às medidas cabíveis as acusações.

 

 

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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