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Rio Branco

PL é aprovado por vereadores de Rio Branco e Shopping Popular vai ter gestão terceirizada

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Projeto de Lei foi aprovado por unanimidade em sessão on-line desta terça-feira.

CAPA: Shopping Popular de Rio Branco está em obra desde 2014 e deve ser entregue no mês de agosto — Foto: Assis Lima/PMRB.

O Projeto de Lei que trata sobre a administração e gestão do Shopping Popular Aquiri de Rio Branco foi aprovado por unanimidade pelos vereadores do município, em sessão on-line nesta terça-feira (21). Com isso, a gestão do estabelecimento vai ser administrada por uma empresa. O material agora segue para sanção da prefeita Socorro Neri.

O projeto chegou a ser retirado da pauta para atender algumas reivindicações dos camelôs e voltou para a Câmara de Vereadores no último dia 14 para uma nova análise. A prefeitura propõe terceirizar a gestão do shopping por não ter condições para administrar o espaço.

Os camelôs conseguiram que fossem consultados e opinem sobre a administração do espaço. Além disso, o tempo de gestão reduziu de 10 anos, como previa o PL, para seis anos a pedido da categoria.

Em obras desde 2014, o Shopping Popular deve ser entregue no mês de agosto e está em fase de conclusão, faltando apenas alguns acabamentos para a entrega. O empreendimento é uma das principais promessas de campanha da gestão.

O vereador e vice-presidente do Sindicato dos Camelôs e Feirantes de Rio Branco (Sincafe), José Carlo Juruna, explicou que o sindicato teve uma reunião pública com representantes da prefeitura na sexta (17) para definir os últimos ajustes para o projeto.

“Nada melhor do que uma empresa que vai fazer essa gestão mesmo. Vai ser feita a inauguração dia 15 [de agosto], mas não vamos começar porque estamos no meio de uma pandemia e mais de quatro meses fechados”, relembrou.

Shopping Popular tem espaço para 500 lojas, boxes e outros espaços comerciais e vai atender os camelôs de Rio Branco — Foto: Assis Lima/PMRB

Shopping Popular tem espaço para 500 lojas, boxes e outros espaços comerciais e vai atender os camelôs de Rio Branco — Foto: Assis Lima/PMRB

Decreto e licitação

O presidente da Comissão de Transparência e secretário de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico de Rio Branco, Paulo Braña, explicou que com a regulamentação da lei, a prefeitura vai publicar o decreto com o termo de referência para realização da licitação para escolher a empresa que vai administrar o shopping.

Devido à pandemia, a licitação com empresas de todos os Brasil vai ser realizada pela internet.

“Esse projeto é muito importante para o município porque tem um alcance social muito grande, são 500 empreendimentos, vamos contemplar ali mais de 96% da demanda dos camelôs e 3,6% do que as empresas lucram. Tem um alcance muito grande, vai proporcionar renda para essas famílias e é um ponto turístico também. Os vereadores compreenderam que é um investimento do município na ordem de R$ 22 milhões”, destacou.

A concessão da empresa vai ter um prazo de seis anos, podendo ser prorrogado. Outro benefício com a aprovação lei, segundo Braña, é a criação de um conselho construtivo que tem a participação das instituições e dos camelôs para fazer o acompanhamento do processo de gestão do estabelecimento.

“Dentro do termo de referência a gente deixa muito claro que essa empresa para fazer a gestão tem que ter experiência e expertise nessa parte de gestão e empreendimento. Isso é o principal de como vão gerir o espaço com 500 pontos e vai ter que ter muita habilidade e criatividade para administrar”, frisou.

O secretário acrescentou que vai ser entregue para a prefeitura com um evento simbólico. Depois disso, haverá um prazo para os camelôs mobiliarem o espaço e as lojas. “Não podemos forçar a barreira, queremos fazer as coisas dentro do que foi planejado, mas sem demorar muito porque a obra está com mais de 90% de conclusão e, paralelo a isso, conduzindo o processo administrativo em juízo para deixar tudo pronto e, em um futuro próximo, a gente fazer a inauguração completa”, concluiu.

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ACRE

Incêndio destrói casa após criança de 3 anos brincar com isqueiro no Acre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Uma casa de madeira da Vila Custódio Freire, em Rio Branco, foi consumida pelo fogo após uma criança de três anos brincar com um isqueiro dentro do quarto. O incêndio ocorreu nesta terça-feira (8) e ninguém ficou ferido.

O Corpo de Bombeiros do Acre informou que ao chegar ao local encontrou três crianças de 3, 5 e 11 anos sozinhas na casa. Os vizinhos acionaram os bombeiros.

A criança mais velha, de 11 anos, falou para os bombeiros que estava na cozinha quando o irmão caçula brincava com um isqueiro no quarto e começou o fogo. Ao perceber as chamas, a criança retirou os irmãos mais novos e pediu socorro.

A mãe das crianças estava trabalhando e foi para o local após ser avisada do incêndio.

“O combate durou cerca de 30 minutos Fomos acionados por volta das 10 horas. Era uma residência de madeira medindo cerca de dez por cinco metros”, destacou a cadete Laiza Mendonça.

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CRIME

No AC, pai suspeito de matar filho de 6 anos com corte no pescoço tem pedido de soltura negado pela justiça

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Prisão foi mantida pela juíza da 1ª Vara do Júri, Luana Campos, nessa quinta-feira (3).

Capa: Pai teria matado o filho na madrugada do dia 13 de agosto e voltou a dormir — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre.

O pai suspeito de matar o filho de 6 anos com um corte no pescoço teve a prisão preventiva mantida pela juíza da 1ª Vara do Júri, Luana Campos, nessa quinta-feira (3). Ele foi preso em flagrante no dia 13 de agosto após o crime, no bairro Bahia Nova, na capital acreana.

A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça, mas a juíza informou que não vai comentar o caso.

O crime ocorreu durante a madrugada, mas a mãe só percebeu que o filho estava morto pela manhã quando foi no quarto das crianças. Após ser preso em flagrante, o pai encaminhado para o presídio de Rio Branco no dia 14, após a juíza Andrea Brito, da Vara de Execução Penal e Medidas Alternativas, decretar a prisão dele.

Após ser descoberto, o homem tentou fugir mas foi contido, preso e levado para a Delegacia de Flagrantes por policiais civis da 1ª Regional da capital. O suspeito chegou rindo à delegacia.

Além do menino de 6 anos, o outro filho do casal, um bebê de 5 meses, dormia no berço ao lado do irmão.

Em depoimento, o servente de pedreiro falou que teve um surto pela abstinência de drogas, foi na cozinha pegar uma faca e seguiu para o quarto dos filhos.

Após degolar o filho mais velho, o suspeito voltou para a cama, deitou ao lado da mulher e dormiu até de manhã. As informações foram repassadas ao G1 pelo delegado responsável pelo caso, Frederico Tostes.

Sem arrependimentos

Além do suspeito, a polícia ouviu também a mãe das crianças e um pastor, para quem o suspeito estava trabalhando. No depoimento, o homem não demonstrou arrependimento, segundo a polícia.

“Falou que há três semanas deixou de usar drogas, na abstinência teve uma perturbação mental e fez isso. Não ficou muito claro no depoimento, não falou muito. Disse que de madrugada pegou a faca e cortou o pescoço da criança. Perguntei se ele se arrependeu e disse: ‘não é tão simples assim’. Não quis falar que estava arrependido. Sem arrependimentos”, explicou o delegado.

O suspeito teria ainda ligado para um pastor, mas não falou nada e desligou o telefone.

“Ele deitou para dormir, levantou de manhã como se nada tivesse acontecido. Ele estava indo para a igreja para sair do vício, fazendo um trabalho voluntário”, complementou Tostes.

Além do suspeito, a polícia também ouviu a mãe das crianças e o pastor como testemunhas. A mulher afirmou que o marido sempre foi cuidadoso com os filhos e nunca agrediu eles.

“Ela falou bem dele, disse que sempre foi uma pessoa boa, nunca agrediu, na hora de educar não agredia. Ela estava dormindo, não ouviu nada. Acordou de manhã com ele abrindo a porta e quando estava saindo viu a criança morta e gritou”, lamentou o delegado.

A Polícia Civil informou também que o suspeito vai ser indiciado por homicídio qualificado por motivo torpe. Por G1AC. 

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