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Pastor é o único evangélico a participar da Via Sacra no AC: ‘Jesus não deixou religião’

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Católicos lotam as igrejas, nesta Sexta-Feira Santa (19) para relembrar o sofrimento de Jesus durante sua crucificação. A celebração é tradicional entre os católicos, mas Ernandes da Silva, que é pastor na igreja Pentecostal Deus de Aliança fez questão de participar da celebração.

Não apenas participar, como também ser um dos atores da encenação da Paixão de Cristo, encenada nesta sexta-feira, em frente ao Palácio Rio Branco, na capital acreana. Para ele, não há disputa entre religiões e diz que se sente grato em poder estar no evento.

“A gente que prega a palavra de Deus, que foca na palavra de Deus, sem focar em religião, não tem dificuldade, porque a Paixão de Cristo é uma encenação da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Quando ele morreu na Cruz, morreu por todos. Não deixou religião, não deixou placa de igreja, então não é uma placa, não é uma religião que vai salvar e sim aquele que confessa que Jesus é senhor e salvador da sua vida”, conta.
No espetáculo, ele incorpora um dos soldados que ajudou a crucificar Jesus. Ele acredita que essa é uma das cenas mais fortes da celebração. “Aqui faço o papel de um soldado romano, que, na minha concepção, é uma das cenas mais fortes, que é quando Jesus entrega sua vida por nós, para que pudéssemos sermos salvos. E isso é algo fantástico”, finaliza.

Paixão de Cristo
Em Rio Branco, mais de 3 mil fiéis participaram da celebração da Paixão de Cristo nesta sexta-feira (19). Foram 5 km percorridos e 15 paradas para orações até que o grupo chegasse ao Palácio Rio Branco, onde houve a encenação da crucificação de Jesus.

Paixão de Cristo foi encenada na frente do Palácio Rio Branco

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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