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Para vencer Coronavírus, prefeita Marilete e governador Gladson poderão instituir ‘toque de recolher’

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Em alguns países, estados e municípios do Brasil, prefeitos já decretaram a medida, como a Prefeitura de Maringá, que determinou toque de recolher para evitar contágio.

A exemplo da Prefeitura de Maringá, no norte do Paraná, que determinou toque de recolher diário, das 21h às 5h, como medida para conter a propagação do coronavírus, através de decreto, a prefeita de Tarauacá Marilete Vitorino e o governador Gladson Cameli, possivelmente farão o mesmo, como um reforço aos respectivos decretos que declararam situação de emergência em razão da pandemia do COVID-19. 

A medida, possivelmente será um remédio amargo, mas necessário; porque  a população local ainda não está consciente da gravidade da situação.

Em Tarauacá, mesmo com o Decreto Municipal nº.19/2020, a importância e necessidade do isolamento social ainda não foi assimilada pelo povo local. Sendo comum nesses últimos dias, a movimentação de pessoas nas ruas do município, exigindo a intervenção ininterrupta da polícia militar. 

O povo de Tarauacá possivelmente terá de amargar o remédio do “toque de recolher”. Solução já implementada por cidades como Maringuá (PR), Itápolis (SP), Campo Grande (MT), dentre outras. No exterior, os países estão fechando fronteiras e adotando quarentena, colocando polícia para fiscalizar, aplicar multas e deter o cidadão, se for o caso. Chile, Itália, Estados Unidos, França e Argentina, são exemplos.

Em lugares onde o poder público não impôs o toque de recolher, os próprios traficantes locais impuseram o toque de recolher nas comunidades, a exemplo do Rio de Janeiro.

Em Maringá (PR), a medida passou a valer imediatamente nesta segunda-feira, 23. Toque de recolher será realizado das 21h às 5h até o fim da situação de emergência.

No caso do município de Tarauacá, a exemplo de Maringuá, poderá ser estipulada multa a quem for flagrado na rua. Na cidade paranaense, o valor é de R$ 300, e o valor será dobrado em caso de reincidência.

A circulação das 21h às 5h será permitida apenas para prestadores de serviços essenciais, desde que comprovada a necessidade ou urgência do deslocamento, diz o documento. O mesmo decreto também suspende, a partir das 20h desta segunda-feira, as atividades na rodoviária da cidade.

Segundo consta no decreto, a validade da ação restritiva vai durar enquanto durar o estado de emergência do município, decretado no dia 18 de março.

Além do toque de recolher e outras medidas, o município determinou o fechamento de todos os comércios. Só podem abrir mercados, postos de combustíveis, farmácias e distribuidoras de água e gás, dispõe o decreto. 

Em Tarauacá, o Decreto nº.19/2020 não dispõe acerca da suspensão do transporte coletivo intermunicipal ou do fechamento temporário da rodoviária local, dentre outras situações. Entretanto, uma equipe instalou uma barreira na BR364. 

A barreira sanitária foi montada na BR-364, entre os municípios de Feijó e Tarauacá. A estrada dá acesso ao município de Tarauacá que conta atualmente com uma população de mais de 42 mil habitantes. Na barreira improvisada, instalada durante o dia e a noite, agentes estão orientando que as pessoas só circulem entre os municípios se for necessário.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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