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Pai registra filho como ‘Macaulay Culkin’ em homenagem ao ator: ‘Família não sabe falar o nome’, diz mãe
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7 anos atrásem
Um recém-nascido de Botucatu (SP) já ganhou a fama que seu nome carrega. Com menos de um mês de vida, Macaulay Culkin Pires Machado tem gerado comentários em todos os lugares por onde passa. “Já nasceu famoso”, conta o pai Kaique Ferreira Machado, de 23 anos. Mas a mãe Brenda da Silva Pires, de 21 anos, revela um pequeno “problema”. Muitos parentes não conseguem pronunciar o nome.
Macaulay Culkin é o nome do ator que ficou famoso nos anos 90, principalmente, pelos filmes Esqueceram de Mim 1 e Esqueceram de mim 2 – Perdido em Nova York. Kaique conta que sempre pensou em dar o mesmo nome ao primeiro filho.
“Sempre gostei do ator, acho que já assisti mais de 10 vezes aos filmes. A minha intenção não era colocar o ‘Culkin’, mas ela [esposa] gostou tanto que coloquei”, afirma o pai. A certidão de nascimento comprova que o registro foi feito igual ao do ator norte-americano.
A mãe de primeira viagem confessa que nunca tinha escutado o nome, mas que logo se apaixonou. “Eu não sabia que era o nome do artista, nunca tinha visto, ele [marido] que me falou. Achei bem diferente, mas acabei gostando”, conta.
Brenda e Kaique são pais do Macaulay Culkin
Macaulay nasceu dia 18 de fevereiro, em Botucatu. No mesmo dia, outras crianças nasceram, mas foi o pequeno que chamou a atenção.
“Todos os bebês tinham nomes comuns, como Enzo, Gabriel, mas o meu tinha que ser diferente. Quando coloquei o nome virou um alvoroço. Nunca pensei na repercussão, era para fazer uma homenagem”, conta Kaique.
A mãe do pequeno Macaulay conta que ninguém acreditava que eles colocariam o nome e que nem toda a família já se acostumou. “Todo mundo acha diferente, mas eu não sabia que ia dar essa repercussão toda. Ele vai sofrer um pouco para aprender a escrever o nome. A maioria da minha família não sabe nem falar, chamam ele de Má.”
Kaique já era fã do nome, mas foi a ação de outro pai que o encorajou a registrar o filho com o nome incomum. “Um pai corintiano registrou o filho como Corinthienzo. Daí veio a ideia de registrar com um nome diferente também.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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