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Pacientes cardíacos da UPA da Sobral precisam pagar por exames

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os pacientes com suspeita de problemas cardíacos que dão entrada no setor de Emergência da UPA Franco Silva, na Sobral, em Rio Branco, estão precisando pagar exames laboratoriais para identificar se o problema é mesmo no coração. A denúncia foi feita por familiares de pacientes.
Na última quinta-feira, dia 21, um dos pacientes que deu entrada na unidade de saúde com suspeita de ter sofrido um infarto, precisou pagar pelo exame das enzimas em um laboratório da Capital. A irmã dele, Telma Oliveira, revela que passou por momento de desespero.

“É desesperador você chegar no hospital e não ter como saber o que realmente aconteceu com o seu irmão. Eles disseram que não tinha como fazer o exame das enzimas e que o outro aparelho, que vê os batimentos, estava com problema porque não tinha internet. Precisei tirar do bolso e pagar”, conta.
Em nota, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) diz que os materiais necessários para feitura dos exames devem chegar nesta segunda-feira, dia 25, e os procedimentos voltarão a ser realizados normalmente. A pasta nega, contudo, que os pacientes sejam orientados a pagar pelos exames laboratoriais.
“Os exames de eletrocardiogramas estão sendo feitos normalmente e asseguram o diagnóstico correto do paciente com quaisquer suspeitas de problemas cardíacos, independentemente das enzimas”, destaca a Sesacre em nota. “Nenhum paciente, […] com sintomas de infarto é liberado por conta própria para fazer exames., sobretudo particulares”, completa.
Após a denúncia de Telma, a Sesacre informou que o problema será investigado internamente para saber por que o paciente foi liberado para realizar o procedimento fora da unidade pública de saúde. “A Unidade de Pronto Atendimento Franco Silva informa ainda que vai apurar se houve qualquer negligência em seus quadros”, informou

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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