NOSSAS REDES

ELEIÇÕES 2018

Outro assessor de Gladson Cameli é acusado de ameaças, afirma Expresso Amazônia

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Médico de Feijó acusa ex-vereador Mário Célio de ameaçá-lo caso as oposições ganhem às eleições.

Novas denúncias de ameaças envolvendo pessoas ligadas ao senador Gladson Cameli (PP-AC), que é candidato a governador pelos partidos de oposições à Frente Popular do Acre (FPA), foram registradas na polícia. Desta vez, em Feijó.

O ex-vereador Mário Célio Correa de Sena, marido da secretaria municipal de meio ambiente, Matilde Silva, ligado ao prefeito Kiefer Cavalcante (PP) e coordenador local da campanha de Gladson Cameli e Major Rocha ao governo, está sendo acusado de ameaçar o médico Rosaldo Aguiar, mais conhecido na cidade como Dr. Baba.

As ameaças foram feitas por telefone, por meio de rede social usando o aplicativo WhatsApp. O ex-vereador liga para o médico, durante seu plantão noturno no fim de semana no posto de saúde da cidade, e pergunta se ele, Dr. Baba, tinha pretensões de continuar morando em Feijó.

O médico diz que sim. O ex-vereador então diz que ele vai ter que trabalhar por conta própria, porque – ele é sutil, dando apenas a entender do que se trata – no caso de Gladson ser governador, o médico teria que deixar a cidade de Feijó, na pior das hipóteses.

O médico retruca, ao longo da conversa, que é concursado junto à Secretaria de Saúde faz 29 anos e está há mais de 12 apenas em Feijó, atuando com médico assistencialista. O ex-vereador responde: “é, mas concursado também pode ser transferido”.

Médico Rosaldo Aguiar, Dr. Baba, clinicando em Feijó - Foto Divulgação

Foto: Doutor Baba, atendendo em domicílio.

Ex-vereador tem envolvimento com assassinato em Feijó

O médico encerra a conversa dizendo que tomará providências. Na manhã desta terça-feira, 21 de agosto, o médico procurou as autoridades policiais. O vereador é um velho conhecido da polícia. Ele foi acusado de envolvimento no assassinato de um sobrinho que teria um caso com sua ex-mulher.

O crime ocorreu em janeiro de 2006. Uma mulher ligada à vítima, Elaine Mastrol, confirmou que o assassinato foi praticado a mando de Mário Célio, que nunca respondeu pelo crime graças às relações políticas.

Na semana passada, a oficial da reserva da Polícia Militar, Maria das Candeias, também denunciou ter sido vítima de ameaças de morte oriundas de um homem ligado ao deputado Major Rocha, candidato a vice-governador na chapa de Gladson Cameli. Em áudios gravados, também públicos nas redes sociais, um homem identificado como Justino diz que Candeias pode vir a ser a Marielle Franco do Acre, em alusão à Marielle, que era vereadora no Rio de Janeiro, mas foi assassinada a tiros, no meio da rua, em maio deste ano, por combater as milícias cariocas.

Tião Maia e Romerito Aquino

Jornalistas e editores do jornal EXPRESSO AMAZÔNIA.

Leia a matéria completa aqui: http://www.expressoamazonia.com.br/index.php/politica/477-outro-assessor-de-gladson-cameli-e-acusado-de-ameacas.html

ACRE

DEPUTADO JOSA DA FARMÁCIA TEM MANDATO CASSADO POR COMPRA DE VOTOS

Folha do Acre, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

O deputado estadual pelo Podemos do Acre, Josa da Farmácia, teve o seu mandato cassado por decisão da Justiça Eleitoral. Josa foi reeleito na última eleição com 6.412 votos.

O Tribunal Regional Eleitoral decidiu cassar o mandato do deputado por 4 votos a 2 dos desenbargadores.

Josa da Farmácia é acusado de comprar de votos na eleição de 2018.

Apesar de votarem pela cassação, o TRE do Acre decidiu que não irá fastar o deputado imediatamente, dando assim, prazo para que Josa se defenda das acusações ainda no cargo de deputado.

Continue lendo

ELEIÇÕES 2018

Trabalho de Moro me ajudou a crescer politicamente, diz Bolsonaro

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Indicação de juiz é criticada por petistas, que veem politização da Justiça.

Em entrevista a alguns veículos de imprensa, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) elogiou o trabalho de Sergio Moro como juiz ao falar de sua nomeação como Ministro da Justiça.

“O trabalho dele muito bem feito. Em função do combate à corrupção, da Operação Lava Jato, as questões do mensalão, entre outros, me ajudou a crescer politicamente falando”, disse Bolsonaro.

Moro foi quem assinou a ordem de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e decisões causaram polêmica como a divulgação da conversa do petista com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e da delação de Antonio Palocci pouco antes da eleição.

“Se eles estão reclamando, é porque fiz a coisa certa”, disse o presidente eleito.

Segundo ele, o economista Paulo Guedes, que assumirá a Fazenda, foi quem fez a ponte com Moro. Bolsonaro afirmou desconhecer em qual momento a sondagem teria sido feita.

“Mas isso daí não tem nada a ver. Se foi umas semanas, um dia antes da eleição, não tem nada  a ver”, disse.

Segundo seu vice, Hamilton Mourão, o convite ocorreu ainda durante a campanha, o que suscitou críticas, por sugerir que a atuação do magistrado tenha sido pautada pela disputa eleitoral.

“Ah, não sei, não sei. Tenho pouco contato com o Mourão, estou aprofundando o contato agora com ele”, respondeu o presidente eleito.

Bolsonaro afirmou ter concordado em dar autonomia a Moro para nomear e conduzir as atividades da pasta. Ele não detalhou como ocorrerá a ampliação do Ministério da Justiça em seu governo. Confirmou a incorporação da pasta de Segurança Pública.

“Uma parte do Coaf [estará] lá também, porque ele [Moro] tem que ter informações. A CGU não iria para lá dessa forma aqui, carece de estudo. Temos que ver se não estamos incorrendo em nenhuma inconstitucionalidade”, disse. 

“Mas parcelas desses órgãos a gente vai ter dentro da Justica para que possa trabalhar com velocidade que essa questão merece.”

Para o presidente eleito, a violência cresce “via crime organizado” e “o caminho para combater isso é seguir o dinheiro e você tem que ter meios para tal. O Ministério da Justiça daria todos os meios para Sergio Moro perseguir esse objetivo”.

Bolsonaro afirmou que não acertou um prazo de trabalho para o juiz no governo ou para vir a indicá-lo ao Supremo Tribunal Federal. 

“Não ficou combinado, mas o coração meu lá na frente… ele tendo um bom sucessor, isso está aberto para ele”, disse.

“A decisão dele é difícil, vai abrir mão da carreira, tem 22 anos de serviço, para enfrentar um desafio. Chamo ele de soldado, que está indo para a guerra sem medo de morrer. Vai ter muito mais poderes do que estando à frente da Vara da Justiça Federal em Curitiba

Bolsonaro disse que se um membro de seu governo for investigado ou denunciado, “vai pro pau, pô. Não tem essa história, não. Quem for por ventura denunciado, vai responder”.

​O presidente eleito foi questionado sobre a sua relação com a imprensa e o motivo de ter dado a entrevista apenas para emissoras de televisão, sem incluir jornais.

“A imprensa está muito diversificada, eu cheguei aqui graças às mídias sociais. Quem vai fazer a seleção de qual imprensa vai sobreviver ou não é a própria população”, respondeu. “A imprensa que não entrega a verdade vai ficar para trás.”

Segundo ele, a exclusão de veículos se deu por conta de “espaço físico, não mandei restringir ninguém, não”.

Folha SP

Continue lendo

TOP MAIS LIDAS

    Feedback
    WhatsApp Fale conosco