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Ossos que podem ser de jovem que sumiu após sair da Expoacre formavam triângulo e crânio estava sem 4 dentes

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Informação foi repassada ao G1 pelo pai de Amanda Gomes. Familiares da jovem foram até o IML, nesta sexta (24), fazer exame de DNA. Menina desapareceu com dois amigos no último dia 5.

O pai de Amanda Gomes, Francinilson de Souza, disse ao G1 nesta sexta-feira (24) que parte dos ossos encontrados pela polícia na quinta (23) estavam em formato de triângulo. Outra particularidade é que faltavam quatro dentes da parte da frente no crânio e que a área tinha indícios de incêndio.

Amanda desapareceu no último dia 5, quando saiu com dois amigos para ir à última noite da Expoacre, feira agropecuária. Dias após o desaparecimento, os jovens Vitor Vieira de Lima, de 18 anos, e Isabele Silva Lima, de 13, foram achados mortos, no mesmo bairro em que a ossada foi encontrada.

“Estava sem os quatro primeiros dentes da frente. Pelo tempo, não era para ter caído. Tentaram tocar fogo lá, mas não pegou. Os policiais acharam uma garrafa pet e acham que tinha gasolina para tocar fogo”, disse o pai de Amanda.

DNA vai confirmar se ossada é de Amanda

Souza, a mãe de Amanda e o irmão da jovem foram submetidos a exames de DNA, na manhã desta sexta, no Instituto Médico Legal (IML), para confirmar se a ossada é realmente da jovem. Os ossos foram achados nos fundos da Chácara Monte Mário, no bairro Taquari, em Rio Branco, após uma denúncia anônima.

“Fomos porque tem que fazer, mas o vestido é dela. Fizemos o exame no IML eu, a mãe e o irmão dela. Infelizmente, é o vestido dela. Só tinham ossos, mas, além do vestido, tem o cabelo também. Ela tinha o cabelo meio avermelhado, tinha pintando e estava em fase de mudança”, falou.

Outro fato que chamou a atenção na cena, conforme Souza, é que os ossos estavam em formato de triângulo. “Parte dos ossos estavam na parte queimada, mas o crânio, cabelo e os ombros estavam mais a frente, cerca de dois metros e meio. Estava o vestido, cabeça e a ossada em outro canto tipo um triângulo”, afirmou.

Muito abalado, o pai de Amanda disse que as informações repassadas aos familiares é que o exame deve ficar pronto entre 20 a 30 dias. “Só vão liberar o corpo quando o resultado sair”, lamentou.

Ossada foi encontrada nesta quinta (23) e levada para exames no Instituto Médico Legal (Foto: Arquivo pessoal)

Ossada foi encontrada nesta quinta (23) e levada para exames no Instituto Médico Legal (Foto: Arquivo pessoal)

Identificação

O delegado Cristiano Bastos afirmou que ainda não é possível confirmar que a ossada é da menina. Segundo Bastos, o estado avançado de decomposição do cadáver não é comum para o tempo do desaparecimento. Bastos contou que pediu prioridade nos exames.

“Temos que ter a confirmação técnica. Também vamos aguardar os exames para passar as informações. Vai ser difícil identificar a causa da morte pelo avançado estado do corpo. Estamos tendo uma cautela e vamos aguardar o resultado do DNA, porque não é comum estar daquele jeito, mas tem a ação de animais”, finalizou o delegado. G1Ac.

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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