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Novo líder assume enfrentando exonerações e a suspensão de nomes para agências

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A primeira ação do deputado estadual Luiz Tchê (PDT) como líder do Governo na Assembleia Legislativa, cargo que ele deve assumir já na sessão desta terça-feira (7), será a retirada de pauta dos nomes da agente administrativa da Polícia Federal Leilane Ribeiro e do historiador João Pereira, para as presidências, respectivamente, do Acreprevidência e da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Acre. A revelação foi feita na manhã desta segunda-feira (6) pelo futuro líder do governo, ao admitir que o pedido lhe foi feito pelo próprio governador Gladson Cameli.

“Em relação aos nomes que estão na Assembleia, ele não me disse se enviará outros ou se manterá os mesmos. Só me recomendou que retirasse da pauta”, disse Luiz Tchê.

Sobre as demissões dos secretários da área de segurança, o deputado disse que numa outra reunião, a ocorrer ainda nesta segunda-feira (6), serão detalhadas as decisões do governador. Ambos os secretários sofrem desgastes internos. Não há, ainda, informações sobre os novos nomes que devem substituir os secretários a serem exonerados.

Sobre assumir um cargo importante como a liderança de um governo, o deputado Luiz Tchê disse que será um dos maiores desafios de sua vida, “até porque é algo que eu nunca fiz”. Tchê é deputado no quarto mandato – com um intatíssimo de quatro anos, já que em 2014 concorreu para uma vaga de deputado federal, não se elegeu e amargou quatro anos de ostracismo, só voltando à Assembleia em 2018.

Segundo ele, o fato de ter sido eleito por um partido da Frente Popular do Acre (FPA), de oposição ao atual Governo, não será problema. “Isso não quer dizer nada, até porque o próprio governador Gladson Cameli e o senador Sérgio Petecão já foram da Frente Popular e ambos estão aí fazendo política em oposição ao PT e à própria Frente Popular”, disse.

O novo líder diz que, no entanto, vai procurar manter diálogo com os deputados da Frente Popular, que lideram a oposição na Assembleia Legislativa – Edvaldo Magalhães e Jenilson Leite, do PC do B, e Daniel Zen e Jonas Lima, do PT. “Em alguns momentos, a bancada do governo vai precisar dos votos das oposições e eu vou buscar isso com a certeza de que aquilo que for do interesse do nosso povo, eles não poderão negar. Mas vou tentar trabalhar com diálogo”, disse.

O deputado Gehlen Diniz, o ex-líder a quem caberá substituir, merecerá toda a consideração possível, diz Luiz Tchê, “Não terei problemas com ele. Até porque, se houvesse problemas, eu não assumiria a função que era dele. Estou certo de que o Gehlen Diniz vai nos ajudar”, acrescentou.

Embora tenha exercido o cargo, Tchê diz que coragem não lhe falta. “Vi aqui, ao longo dos 20 anjos da Frente Popular, a ação de grandes líderes como o Edvaldo Magalhães, o Moisés Diniz e o próprio Astério Moreira. Eu aprendi muito com eles e vou por em prática um pouco de tudo aquilo que a vida me ensinou”, afirmou.

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critérios e avaliação em 2025

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critérios e avaliação em 2025

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As melhores seguradoras do Brasil se destacam pela capacidade de cumprir obrigações, atender aos clientes e oferecer soluções adequadas aos riscos das empresas. No entanto, não existe uma única resposta universal. A escolha depende de critérios técnicos, regulatórios e operacionais que variam conforme a necessidade do contratante.

Como identificar as melhores seguradoras do Brasil

As melhores seguradoras devem atender a requisitos objetivos. Primeiro, precisam estar autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em seguida, devem demonstrar capacidade financeira para cumprir as indenizações.

Além disso, indicadores como o volume de prêmios, o índice de sinistralidade e o nível de reclamações ajudam a avaliar o desempenho.

Critérios técnicos de avaliação

Para selecionar uma seguradora, a empresa deve considerar critérios específicos:

  • Solidez financeira: capacidade de pagamento de sinistros;
  • Especialização: atuação em ramos como garantia ou engenharia;
  • Estrutura operacional: atendimento e gestão de sinistros;
  • Conformidade regulatória: adequação às normas da SUSEP.

Além disso, a aderência ao tipo de risco é determinante. Por exemplo, empresas que contratam seguro empresarial precisam avaliar se a seguradora compreende o setor em que atuam.

Segmentos relevantes no mercado brasileiro

O mercado de seguros no Brasil se divide em diferentes segmentos. Cada um atende necessidades específicas:

  • Seguros patrimoniais e operacionais;
  • Seguros de responsabilidade civil;
  • Seguros de garantia;
  • Seguros de engenharia.

Nesse contexto, o seguro-garantia se destaca em contratos públicos e privados. Ele assegura o cumprimento de obrigações contratuais.

Por outro lado, o seguro de risco de engenharia cobre danos ocorridos durante a execução das obras. Assim, ele atende empresas que atuam em construção e infraestrutura.

Ranking e indicadores do setor

Os rankings variam conforme o critério utilizado. Alguns consideram o volume de prêmios, enquanto outros analisam a satisfação do cliente ou a solvência.

Por isso, a empresa deve evitar decisões baseadas apenas no posicionamento no ranking. Em vez disso, deve analisar dados consistentes e compatíveis com sua necessidade.

Além disso, relatórios da SUSEP e de entidades do setor oferecem informações confiáveis sobre desempenho e participação de mercado.

Como escolher a seguradora adequada

Para escolher entre as melhores seguradoras do Brasil, a empresa deve seguir um processo estruturado.

Primeiro, identificar os riscos que se deseja cobrir. Em seguida, comparar coberturas disponíveis. Depois, avaliar as condições contratuais, os limites e as exclusões.

Além disso, a análise deve incluir suporte técnico e capacidade de atendimento. Isso garante que a seguradora responda adequadamente em caso de sinistro.

Portanto, a escolha não depende apenas do custo, mas da capacidade de resposta e da aderência ao risco.

Papel das seguradoras na gestão de riscos empresariais

As melhores seguradoras do Brasil atuam como parte da estratégia de gestão de riscos das empresas. Elas oferecem cobertura e transferem os impactos financeiros decorrentes de eventos inesperados.

Além disso, ao contratar seguros adequados, a empresa reduz a exposição a perdas que podem afetar sua operação. Por isso, a escolha da seguradora influencia diretamente a continuidade do negócio.

Consequentemente, avaliar a capacidade técnica e financeira da seguradora torna-se um passo necessário para garantir proteção efetiva e previsibilidade operacional.

Como escolher entre as melhores seguradoras com foco em risco e cobertura

As melhores seguradoras do Brasil se definem pela capacidade de atender às necessidades específicas de cada empresa. Ao considerar critérios técnicos e regulatórios, é possível estruturar uma proteção alinhada aos riscos e garantir maior estabilidade operacional.




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