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NO BANCO DOS RÉUS: Perigoso “Cabeça” será julgado por 7 pessoas

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Crime teria ocorrido para assegurar a impunidade de outro caso.

O Juízo do 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar pronunciou T.M.B., vulgo “Cabeça”, sob a acusação de ter cometido homicídio qualificado, delito capitulado no art. 121, §2°, inciso I, IV e V do Código Penal.

O delito apresentado no Processo n° 0008029-42.2017.8.01.0001 ocorreu no bairro Ayrton Senna. Segundo depoimentos o acusado teria desferido um golpe de arma branca que ceifou a vida de Silas Alves dos Santos, por este ter denunciado T.M.B. por um furto. Assim, a intenção era assegurar a impunidade de outro crime.

A pronúncia foi publicada na edição n° 6.050 do Diário da Justiça Eletrônico (fl. 40). O juiz de Direito Alesson Braz, titular da unidade judiciária, admitiu a acusação e remeteu a apreciação do caso ao Tribunal do Júri para o julgamento do mérito, que é composto por 7 pessoas.

O magistrado analisou as qualificadoras apresentadas nos autos. O primeiro seria o motivo torpe, pois consoante à de­núncia, T.M.B. teve sua conduta delitiva baseada em uma retaliação por desavença anterior. A peça acusatória apontou também que o delito foi praticado median­te recurso que dificultou a defesa do ofendido, uma vez que a facada ocorreu quando a vítima estava sentada de costas para a rua, resultando em morte.

A última qualificadora está de acordo com o art. 121, § 2º, inciso V do Código Penal, ou seja, assegurar a impunidade de outro crime, que foi o furto e a denúncia que despertou cólera e a necessidade de vingança pelo denunciado, com o objetivo claro de promover ou atingir a própria impunidade do crime de furto.

Na ocasião em que se instaurou o Inquérito Policial foi decretada a prisão preventiva do de­nunciado. Portanto, o magistrado manteve o pronunciado na unidade prisional em que se encontra recolhido por persistirem os motivos ensejadores da medida cautelar, notadamente para garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal.

Com informações de GECOM/TJAC.

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ACRE

Homem é morto com pelo menos dois tiros e encontrado atrás de centro de recuperação em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Antônio Luan Viana de Lima foi morto na noite dessa segunda-feira (7) com pelo menos dois disparos de arma de fogo. O Crime ocorreu na Travessa Sucupira, no bairro Calafate, em Rio Branco.

O Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) informou que a ocorrência foi gerada ainda como tentativa de homicídio, mas quando a guarnição chegou ao local, ele já estava morto.

Lima teria saído de uma área de mata e foi encontrado atrás de um centro de recuperação nas proximidades do campo do Vaz ferido e pedindo socorro. O solicitante também informou à polícia que não chegou a ouvir o disparos e não soube repassar mais informações.

A Polícia Militar ao chegar ao local já encontrou a vítima morta, segundo o Ciosp. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (Samu) também foi acionado, mas apenas constatou o óbito de Lima.

O local foi isolado para os trabalhos da perícia técnica e o corpo do homem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar os exames cadavéricos.

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ACRE

Após 56 dias internada, técnica de enfermagem morre por complicações de Covid-19 em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A gente não tem, nesse momento, mais palavras para expressar a mulher guerreira, batalhadora, que estava ali sempre ajudando muitas pessoas”. É assim que Luzineide da Silva Correia, cunhada da técnica de enfermagem Rosinalda de Macedo Bastos, de 38 anos, expressa a dor da perda dela.

Rosinalda, que era mais conhecida como Rose, morreu nesta segunda-feira (7) após 56 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco, vítima de complicações de Covid-19.

“A Rose, para nós, representava uma pessoa guerreira, batalhadora, uma pessoa que sempre lutou para ajudar o próximo, as pessoas que estavam doentes. É uma perda muito grande para a família e para a saúde”, lamentou a cunhada em entrevista à Rede Amazônica Acre, na manhã desta terça (8).

O pronto-socorro da capital acreana foi também o local onde Rose passou parte de sua vida. Ela atuava na linha de frente no hospital, na UTI da ala Covid-19, antes de adoecer. A Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) informou que a morte da servidora deve constar no boletim desta terça.

“Ela trabalhava na linha de frente no combate à Covid-19, na UTI, então, para gente, é uma dor que não tem palavras para explicar porque mais um na enfermagem que se foi, na saúde”, disse Luzineide.

Dias de luta

A cunhada contou que Rose lutou 56 dias contra a doença, se curou, mas teve outras bactérias e morreu por complicações da doença. A informação também foi confirmada pela direção do PS, que disse que ela teve Covid-19, depois os exames deram negativo, e ela morreu por complicações devido a infecções.

Além disso, Luzineide acrescentou que após os exames darem negativo, Rose voltou ao trabalho e duas semanas depois começou a sentir febre, foi quando ela precisou ser internada.

“Quando a gente soube que tinha renovado, a nossa preocupação aumentou porque ela estava trabalhando dentro da UTI da ala Covid no pronto-socorro”, acrescentou.

Luzineide acrescentou que a cunhada deixa saudades a todos e que a família ainda está muito abalada.

“A família está muito abalada, muitas pessoas vieram prestar homenagem aqui e os amigos que ela deixou uma saudade imensa no nosso coração, a família está sem entender, porque a Rose deixou um legado muito grande, deixou filhos”, concluiu.

Colaborou o repórter Lidson Almeida de Rede Amazônica Acre

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