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No AC, 500 presos passam a trabalhar na limpeza e manutenção de parques e praças

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Iapen diz que medida é para garantir ressocialização de reeducandos e também redução de gastos com esse tipo de serviço.

Uma parceria entre o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), as prefeituras e Secretaria Estadual de Infraestrutura está tirando presos das unidades penitenciária do estado por uma parte do dia.

Ao todo, 500 reeducandos estão trabalham na limpeza de ruas, calçadas e praças dos municípios acreanos.

O diretor do Iapen, Lucas Gomes, informou que a medida é para garantir a ressocialização dos presos e também para reduzir os gastos com esse tipo de serviço, que costuma ser terceirizado.

“A gente tem uma necessidade de socializar esses presos e uma das vias que a gente usa para isso é justamente o trabalho. Primeiro para ajudar nos custos do apenado dentro do presídio, também para diminuir os custos com infraestrutura do estado e também para oferecer perspectivas para esses presos que não seja o crime. Então, é um trabalho de ressocialização, uma oportunidade a esses apenados”, afirmou Gomes.

Ao todo o estado tem dez unidades penitenciárias, que, junto com o sistema de monitoramento, atende cerca de 7,5 mil presos. De acordo com o Iapen, mais da metade dos presos tem entre 18 e 25 anos, são reincidentes e com ensino fundamental incompleto.

O Iapen informou ainda que cada detento custa cerca de R$ 2,7 mil aos cofres públicos e a cada dez presos, sete acabam retornando para o sistema prisional.

“A gente precisa superar esses 70% de reincidência no sistema penitenciário acreano. Eles vão trabalhar tanto na área do presídio, como em parques públicos, praças, na manutenção e revitalização de espaços públicos. Os serviços são os mais diversos, como também marcenaria, horticultura e costura”, informou o diretor.

Os presos que vão trabalhar são os do regime fechado. De acordo com o Iapen, eles são selecionados conforme o cumprimento de alguns requisitos e ainda os que tiverem passado por cursos profissionalizantes também garantidos através de parcerias.

“Está sendo oferecido também a remição de pena, a cada três dias trabalhados, esses presos têm um dia de remição. Tudo acompanhado pela Vara de Execuções Penais e parcerias feitas com prefeitura e estado”, concluiu Gomes.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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