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MPAC promove reunião sobre criação de Aplicativos de Acessibilidade e Mobilidade urbana

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na manhã de ontem (13), a procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu) do MPAC, se reuniu com servidores do CAOP e da Diretoria de Tecnologia de Informação para discutir a retomada da elaboração de aplicativos alusivos ao projeto Cidades Acessíveis.

O projeto de criação dos aplicativos tem enfoque em dois públicos. O aplicativo Cidades Acessíveis – Cidadão, destinado ao uso por parte da população, que tem a proposta de permitir denúncias relacionadas às questões de acessibilidade e mobilidade. Já o aplicativo Cidades Acessíveis é destinado aos técnicos – engenheiros civis, arquitetos, tecnólogos e fiscais de obras.

A elaboração dos aplicativos foi iniciada de forma conjunta pelas Promotorias de Justiça Especializadas de Defesa da Pessoa com Deficiência e Pessoa Idosa e de Habitação e Urbanismo, quando eram titulares, respectivamente, o promotor de Justiça Rogério Voltolini Muñoz e a procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, na época intitulado Rio Branco Acessível, em 2016.

Na reunião, o chefe da Divisão de Sistemas do MPAC, Rodrigo de Oliveira Silva, destacou que os aplicativos estão prontos para uso nos moldes do originalmente estabelecido no início do projeto, restando apenas o investimento para sua divulgação/uso nos serviços do Google Play, para o sistema Android, e Appe Store, para o sistema iOS. Também foi definida a apresentação dos aplicativos ao Caop/Maphu no próximo dia 22, para aprovação de todas as suas funções. MP-AC.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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