DESCASO
Moradores se reúnem para fazer melhorias em rua do Bairro São Sebastião
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7 anos atrásem
Os moradores da Rua Doutor Vitor, do Bairro São Sebastião, região da Baixada da Sobral em Rio Branco, se reuniram neste sábado (1°) para tampar buracos e realizar melhorias na rua.
Segundo os populares, o presidente do bairro e a prefeitura da cidade abandonaram os moradores, que sofrem com o mato que cresce na rua e os buracos que acabam prejudicando o tráfego.
Ao perceberem que estavam sozinhos com os problemas na via pública, alguns moradores se reunião, fizeram uma “cota” e compraram materiais para realizar uma operação de “Tapa Buracos” na rua.
Agora, os populares querem saber: com as melhorias que os próprios moradores fizeram na rua, a prefeitura vai dar algum desconto no imposto que é cobrado?
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DESCASO
Em Feijó, unidade de saúde da família não dispõe de médicos, e população aguarda ação do MP
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6 anos atrásem
11 de agosto de 2020Segundo consta no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, a Unidade de Saúde da Família Dulce A. A. Sena, em Feijó, interior do Acre, não dispõe de médicos.
Em Feijó, a unidade de saúde U.S.F. Dulce A. A. Sena informou no último dia 03/08/2020 que dispõe de 15 profissionais de saúde, mas nenhum é médico, dentre eles existem agentes comunitários de saúde, auxiliares em saúde bucal, técnicos de enfermagem, auxiliar de escritório e cirurgião dentista.
No portal do Governo Federal http://cnes.datasus.gov.br/pages/estabelecimentos/consulta.jsp responsável pelo gerenciamento das unidades de saúde dos municípios e estados, não consta informação quanto à existência de médicos na U.S.F. Dulce A. A. Sena.
Conforme o CNES, não há médicos devidamente cadastrados ou registrados na U.S.F. Dulce A. A. Sena. Consulte clicando aqui ou veja a relação de servidores aqui.
A Promotoria de Justiça de Feijó ainda não determinou instauração de diligências sobre o caso. Na internet, internautas afirmaram que o problema da falta de médicos em Feijó é do conhecimento da prefeitura municipal, e há tempos isso acontece no município.
A redação do Acre.com.br telefonou para a gerência da unidade, através do telefone (68)3463-3372, informado ao CNES, para obter informações quanto a existência de médico na unidade. No sistema do CNES, consta a Sra JORGINA DORA SILVA DA SILVEIRA como gestora responsável pela referida unidade de saúde. Porém, após inúmeras chamadas entre 08:30hs e 09:00hs, desta terça-feira, ninguém atendeu.
O contato com a redação poderá ser realizado através do e-mail: contato@acre.com.br ou WhatsApp (68) 99910-8808.
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CIDADES
DESCASO: Prefeitura de Feijó e Governo do Estado omitem educação de qualidade para indígenas de Feijó; veja vídeos
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7 anos atrásem
26 de julho de 2019Veja o vídeo:
Em Feijó, professores de aldeia relatam esquecimento com a educação indígena. Advogada Laiza dos Anjos Camilo visitou aldeia e ficou estarrecida com o que viu. Sem estrutura, sem merenda, sem fogão e sem gás, com cadeiras reutilizadas e chão de barro, é assim que funciona a escola infantil Francisco Barbosa Hunikui.
A Escola Infantil Francisco Barbosa Hunikui foi construída pela própria comunidade, e desde então não recebe apoio do poder público municipal, estadual ou federal.
No município de Feijó, interior do acre, a Escola Infantil Francisco Barbosa Hunikui é negligenciada pelas secretarias de governo. Presidente da Associação Indígena e professores denunciam o esquecimento por parte do poder público.
Localizada na aldeia São Francisco, a Escola Infantil Francisco Barbosa Hunikui, enfrenta dias difíceis. O relato do líder indígena Rui, Presidente da Associação Indígena, filho do cacique, que também é professor, é impressionte sobre o local: “Há absoluta ausência de saneamento básico e falta de água. Com a enchente do rio, o poço desapareceu, a única fonte de água fica há 30 minutos de distância da aldeia“.
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E prossegue “Os professores e líderes indígenas já tentaram de tudo dentro de Feijó para solucionar os problemas da aldeia. Secretaria de Educação Municipal, pessoal da educação indígena. A falta de transporte, a insegurança e os crimes praticados contra os indígenas são alguns dos problemas mais graves“.
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Ao Portal Acre.com.br, o Professor Alberto Nunes Barbosa, também morador da aldeia São Francisco, relatou que trabalha há sete anos como educador na aldeia, e que são muitas as dificuldades na aquisição de material didático e infraestrutura da escola, o que inviabiliza uma educação diferenciada e de qualidade. Disse que a qualidade da escola é proveniente do esforço da comunidade, e criticou a lentidão do poder público.
Veja o vídeo:
A merendeira da escola, cujo salário nunca foi pago pelo governo, afirmou que “Não ganho pelo estado, são os professores que estão me ajudando, não temos um fogão a gás, não temos botija, não temos uma escola de qualidade, precisamos de merenda, e queria pedir apoio. Até água é difícil aqui“.
Veja os vídeos:
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DESCASO
VÍDEO: Com equipamentos sucateados, Governo paga diárias somente para funcionários da Capital
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7 anos atrásem
23 de julho de 2019Único veículo disponível na regional do Alto Acre está em manutenção na Capital sem data para retorno – Foto: Alexandre Lima/Arquivo.
Alguns acontecimentos ocorridos na área policial na última semana, foi possível levantar um problema que está corrente dentro da área policial, no tocante à logística e equipamentos que deveriam estar servindo aos contribuintes do Acre.
Relembrando, na semana passada, a fronteira do Acre foi sacodida por crimes trágicos, onde seria necessário o trabalho de agentes da Polícia Civil, para resgatar e transladar os corpos para o Instituto Médico Legal (IML) na Capital.
A fronteira ainda não dispõe de um local apropriado para atender municípios da regional, sem a necessidade das famílias passarem pelo constrangimento de adiar o velório e sepultamento de seus entes que tiveram que passar pelo IML.
Os fatos que chama atenção, seria o caso do assassinato de um colono na zona rural e teve seu corpo jogado no Rio Xapuri. A cerca de quatro meses, os restos mortais ainda se encontram no IML a espera de material para exames de DNA, juntamente com outra ossada e corpos estão sendo liberados sem outros tipos de exames.
No final do dia 18 de julho, o delegado Rêmulo Diniz e sua equipe, juntamente com policiais militares, localizaram um corpo em decomposição avançada na zona rural de Epitaciolândia no km 16 da BR 317. A vítima seria um mototaxista boliviano que havia sumido a quatro dias.
Sem o veículo do IML que estava danificado e se encontra em manutenção na Capital até esta terça-feira, foi necessário levar o corpo para o hospital Wildy Viana na carroceria da caminhonete da PM durante a noite. Lá, ficou à espera do rabecão que viria da Capital, que chegou somente às 17h00 do dia seguinte.
O corpo em decomposição exalando mau cheiro por todo o dia, revoltou os familiares ao ponto de um promotor de justiça ir ao hospital e deverá acionar o Estado pelo descaso.
Entre esses casos, se ficou sabendo que o corpo de Pablo Costa não foi levado à Capital, devido o Estado não ter um veículo disponível na fronteira e não pagar o ‘banco de horas’ ou diárias para os agentes plantonistas, que tem de se deslocar em horários indeterminados, pois, como os mesmos residem na regional, tem que imediatamente se deslocarem aonde tiver ocorrido a tragédia.
Dessa forma, a vítima e os parentes tem que esperar por horas intermináveis até a chegada da equipe que recebe suas horas extras e banco de horas. Em contato com a assessoria da Segurança do Acre na tarde desta segunda-feira, dia 22, disseram que iriam entrar em contato com o secretário e depois responderiam o porquê que estariam beneficiando apenas os agentes da Capital e da falta do veículo.
Até as 11 horas desta terça-feira, dia 23, a Assessoria não havia retornado. Por Alexandre Lima.
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