NOSSAS REDES

BOM EXEMPLO

Ministério Público lança campanha ‘Acre pela Vida no MPAC’

Agência de Notícias MPAC, via Acre.com.br

PUBLICADO

em

Iniciativa é um plano de ação para reforçar combate à criminalidade.

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) anunciou nesta sexta-feira (06) a campanha “Acre pela Vida no MPAC – Uma aliança pela Paz”. O plano de ação será construído de forma coletiva por procuradores e promotores de Justiça, que participarão de uma reunião estratégica neste sábado com o objetivo de discutir medidas para reforçar o combate à criminalidade.

As ações do plano, que incluem aspectos de repressão e prevenção, serão executadas de forma transversal, baseados em quatro eixos: combate à criminalidade, combate à corrupção e defesa do patrimônio público, defesa da criança e do adolescente, e cidadania e direitos humanos.

Com a iniciativa, o MPAC torna-se a primeira instituição a aderir ao ‘Acre pela Vida’, um programa de Estado, lançado pelo governo estadual em fevereiro, ocasião em que as instituições firmaram o compromisso de trabalhar, cada uma na sua esfera de atuação, pela redução da violência no estado.

O MPAC, por meio do Gaeco, vem promovendo diversas ações e intensificando o combate ao crime organizado. A estratégia de adesão à campanha do estado tem o objetivo de sistematizar essas ações e torná-las mais efetivas, definindo um plano para ser executado de forma transversal, envolvendo temas ligados diretamente ao combate à criminalidade”, destacou a procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues.

Atualmente, o MPAC vem fortalecendo o seu desempenho no combate à criminalidade com investimentos em tecnologia, inteligência e informação, capacitação de membros e servidores, realização de operações e parcerias interinstitucionais.

Por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o MPAC, juntamente com outros órgãos e MPs de outros estados, realizou, em 2018 e 2019, 14 operações que resultaram em 712 pessoas denunciadas, 409 mandados de prisão expedidos e repasse de mais de 17 milhões de reais aos cofres públicos.

O coordenador do Gaeco, procurador de Justiça Danilo Lovisaro do Nascimento, ressaltou que o órgão, que tem como foco a repressão, pretende também dar maior ênfase a outros aspectos de combate ao crime organizado, bem como manter e ampliar as operações em conjunto com outros órgãos de segurança pública.

Queremos atuar não só nessa primeira camada, que é enfrentamento da criminalidade organizada, mas também na segunda camada, que é o aspecto financeiro, estimulando cada vez mais as operações que já vinham sendo feitas, no que diz respeito a questão financeira ou braço financeiro das organizações criminosas”, frisou.

Para atuação nessa frente, o Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro utiliza softwares e metodologia de análise e extração de dados capaz de fazer cruzamentos de informações em investigações complexas.

Já o Observatório de Análise Criminal, setor do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), produz dados, informações e conhecimentos sobre a criminalidade, um trabalho que respalda decisões dos gestores da segurança pública e a própria atuação do MP na área criminal.

Graças ao trabalho do MP acreano, segundo estudo produzido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Acre é o estado que mais condena réus no Tribunal do Júri, onde são julgados os crimes contra a vida. A condenação ocorre em 76% dos casos julgados, o maior índice do país.

Por Agência de Notícias do MPAC.

ACRE

Agências promovem curso sobre eleições na pandemia e doam recursos para entidades filantrópicas

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

As agências Arawá e Comuni+Ação promovem nos dias 12, 13 e 14 de agosto o curso “Comunicação para a Eleição 2020”. Voltada para auxiliar os pré-candidatos a elaborar estratégias de vários aspectos da área com foco no processo eleitoral durante a pandemia do novo coronavírus, a atividade será realizada de forma virtual pela plataforma Zoom das 19h às 21h e destinará 30% do valor total arrecadado para uma entidade filantrópica com atuação em Rio Branco.

As inscrições devem ser feitas por meio do endereço eletrônico https://www.eleicao20.com/ e custam R$ 100. O pagamento pode ser feito por meio de boleto bancário, cartão de crédito ou débito e transferência, os dados bancários para a última opção estão disponíveis no site do evento. Os interessados também podem entrar em contato pelo número 68 99913-6763. Temas como dinâmica da mídia, cuidado com a imagem do candidato, gestão de crise de imagem, administração das redes sociais, forma correta de produção de vídeos e artes serão discutidos.

De acordo com Paulo Santiago, jornalista das duas empresas, o conteúdo elaborado foi pensado a partir das limitações que a campanha eleitoral terá de forma presencial devido às medidas de distanciamento social. Ele afirma que as redes sociais terão um papel ainda maior no pleito deste ano, superando o pleito eleitoral de 2018, e que serão um dos principais meios de contato direto com as pessoas. Aspectos técnicos como Calendário Eleitoral também serão tratados.

“Temos uma inesperada pandemia que impôs uma realidade jamais pensada por qualquer pessoa. Com a mudança de data da pré-campanha, campanha e o dia de votação os pré-candidatos precisam se reorganizar, e muitos ainda não trabalham a comunicação com o público-alvo. Durante três dias vamos ensinar os participantes a atuar com as ferramentas disponíveis e fazer uma boa relação com as pessoas que eles pretendem alcançar neste período”, explica o jornalista.

Com mais de 20 anos de atuação no mercado, o também jornalista Freud Antunes, sócio da Comunic+Ação, destaca que uma comunicação eficiente é essencial para que os pretensos candidatos alcancem sucesso. “Comunicar da forma correta é imprescindível para que as ideias que você tem sejam incorporadas por outras pessoas. Nossa proposta é dar o caminho para que as pessoas sejam entendidas de forma clara e objetiva nos grupos que pretendem chegar”.

Continue lendo

ACRE

Artigo: Mais respeito pelo médico*

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Nas últimas semanas intensificaram-se ataques injustos e descabidos à categoria médica, ofensas generalizadas e acusações que não se verificam como reais, por isso acredito ser justo debater o assunto que vem incomodando a mim e aos colegas. A impressão repassada é de ódio contra a classe, não importando o trabalho realizado com dedicação, principalmente nesse período de pandemia pelo novo coronavírus (Covid-19), em que boa parte da categoria está atuando e correndo risco de contaminação e morte.

Mesmo com risco de comprometer a própria saúde para continuar atendendo as pessoas que mais precisam, o médico continua sendo alvo de ofensas, como vistas nas redes sociais e em outros meios, palavras que trazem apenas a discórdia e a ameaça para as vidas daqueles que buscam curar, independentemente da burocracia governamental e da falta de estrutura.

Existe ainda um desrespeito pelo ato médico, opinião técnica descrita nos prontuários e em rotinas adotadas em hospitais que são exclusivamente pautadas pelo profissional formado em medicina, e que vem sendo questionada de forma oportunista por pessoas de outras áreas, pessoas com nível superior que deveriam entender e respeitar.

Para rebater ataques, o nosso Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) vem trabalhando diuturnamente, acolhendo a reclamação do profissional e dando apoio aos filiados, acionando a banca de advogados e buscando mostrar que o médico não é o culpado pelos males vividos pelos pacientes.

Faço um recorte da realidade: profissional que sai de casa para um plantão de, no mínimo, 12 horas. Jornada inclui sábado, domingo e feriados, não importando o dia santo ou a data festiva. Mesmo com os problemas causados pelo sistema, o médico está atuando, lutando contra o câncer, contra uma parada cardiorrespiratória e até contra a Covid-19, que vem ceifando vidas de forma surpreendente.

Existem problemas? Sim, sempre, pois o profissional, que por lei tem direito ao intervalo de descanso, muitas vezes, precisa fazer uma jornada sem se alimentar ou sem ir ao banheiro, mesmo sendo um ser humano, uma pessoa, que precisa estar bem para tratar de outras pessoas. Existem vários casos de médicos morrendo durante o próprio plantão, ou atendendo um paciente, enquanto ele mesmo recebe medicação via intravenosa ou um soro.

É importante informar que o paciente ou os acompanhantes chegam à unidade com os ânimos já alterados. Claro, o medo de ter algum problema de saúde que resulte em morte causa alterações de humor, falas mais ríspidas e exaltadas, mas o paciente não é denunciado nas redes sociais ou em jornais por isso, nem tão pouco é negado atendimento. Ele é recebido, medicado e examinado, como prevê o treinamento e o juramento.

É preciso ter respeito pelo profissional e confiar que ele realizará o seu melhor. Não é correto tentar interferir na ação do médico. Outro médico, por dever ético, sabe que não deve interferir na atuação do colega, Outros profissionais também precisam respeitar, pois apenas o paciente pode permitir acesso ao seu prontuário, e o tratamento é discutido entre o paciente e o médico, assim, um terceiro só pode intervir se possuir autorização expressa da parte interessada. Mais respeito ao médico!

*Murilo Batista

Presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC)

Continue lendo

TOP MAIS LIDAS

    Feedback
    WhatsApp Fale conosco