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Membros de facção são condenados a mais de 200 anos de reclusão por homicídio
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7 anos atrásem
Cinco homens foram condenados por homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado, envolvimento com organização criminosa e corrupção de menores. Em uma única ação criminosa foram cometidos quatro crimes, por cinco pessoas, desta forma, o processo foi desmembrado e julgado em duas sessões do Tribunal do Júri de Sena Madureira.
Em maio, ocorreu o julgamento de três réus, que foram condenados a 45 anos, oito meses e 14 dias de reclusão, o segundo a 46 anos, um mês e 20 dias de reclusão e o último a 41 anos, sete meses, 20 dias de reclusão. Eles recorreram contra a decisão, pleiteando a anulação do julgamento ou redução das penas. O pedido foi rejeitado, à unanimidade, pela Câmara Criminal.
Neste mês ocorreu, a sessão do Júri Popular dos outros dois denunciados. Cada um foi condenado a 40 anos, dois meses e 10 dias de reclusão e 90 dias-multa, em regime inicial fechado. Todos os réus estão presos, sem direito de recorrer em liberdade.
Entenda o caso
Um grupo formado por cinco integrantes de facção e um adolescente se reuniu com a intenção de vitimar outro homem da organização rival. Eles abriram fogo contra a residência da pessoa que era alvo, vitimando seus familiares.
O pai estava fazendo tarrafa na área externa da sua casa e morreu ali mesmo. O trabalhador deixou cinco filhos. A esposa também foi alvejada com um tiro no rosto, foi socorrida e sobreviveu.
Combate à guerra de facções
Os acusados confessaram seu envolvimento com facção. A violência encomendada por um comando criminoso ofende a paz de toda a sociedade. O crime foi premeditado e todos agiram com a intenção de matar.
Os jurados consideraram que efetuar disparos contra uma residência habitada por várias pessoas configurou o emprego de recurso que resultou em perigo comum. Outras duas qualificadoras foram admitidas para aumentar a pena do homicídio, sendo motivação torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima.
De acordo com a sentença condenatória, os réus também foram responsabilizados pela corrupção de menor, já que um adolescente foi apreendido. Ele admitiu estar armado e ter participado do ataque.
Desta última sentença ainda cabe recurso.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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20 horas atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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21 horas atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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