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Medo e tensão em meio a tiroteio no Pão de Açúcar; bondinho precisou ser paralisado

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os turistas que subiram no bondinho do Pão de Açúcar na tarde desta sexta-feira (8) vão levar de recordação não apenas as belas paisagens do Rio, mas também momentos de terror que viveram, em meio ao tiroteio entre traficantes e policiais.

O bondinho teve que ser paralisado, por questões de segurança, e as dezenas de pessoas que estavam no Morro da Urca, a primeira estação do trajeto, ficaram retidos por quase três horas.

O guia turístico Júlio Teodoro recém havia subido com um grupo, quando começaram a ouvir os tiros. “A gente subiu, estava tudo tranquilo, quando por volta das 14h30, ficou pesado, parecia guerra, com os helicópteros passando. Aí parou o funcionamento e só conseguimos descer agora, estava bem tenso. É uma situação meio chata e desagradável. A imagem para os turistas é péssima”, relatou Júlio.

Uma das turistas do grupo era a mexicana Maria Naranjo, que veio ao Rio com um grupo de colegas, estudantes de medicina.

“Escutamos os tiros, mas pensamos que eram fogos. Ficamos assustadas e com muito medo. É a nossa primeira vez em Brasil. Na Cidade do México não tem muito disso, então foi algo que nos impactou, pois estávamos muito perto do que aconteceu”, disse Maria.

O chileno Juan Manoel Cortez custou a entender o que se passava, achando que o barulho dos tiros e granadas, do confronto entre policiais e traficantes, fossem apenas trovoadas.

“Escutamos os tiros, mas primeiro pensamos que eram trovões. Aí nos pediram que ficássemos em um lugar seguro, no teatro que tem lá em cima. Não nos deram muitas informações, apenas que era um assunto policial e que era mais seguro ficarmos lá. No Chile não temos muito este tipo de situação”, declarou Juan, que trabalha como auxiliar de laboratório e visita o Rio pela segunda vez.

Para o turista uruguaio Gonzalo Taveira, a violência urbana, se não for contida, poderá afetar a imagem do Rio e reduzir o número de visitantes.

“Eu fico com muita pena, pois a cidade é maravilhosa, é muito linda, mas tem que controlar essa questão da insegurança, porque a gente fica nervoso. Ficamos dentro do auditório, mas não podíamos ir para a encosta do morro, por causa de alguma bala perdida. Estávamos muito assustados, um amigo meu ficou chorando”, disse Gonzalo Taveira, que trabalha como contador.

Segundo a assessoria do bondinho do Pão de Açúcar, é a primeira vez que o serviço, iniciado em 1909, é paralisado por conta da violência urbana.

Confronto

Segundo a assessoria da Polícia Militar (PM), O Batalhão de Polícia de Choque iniciou pela manhã uma operação pela mata em direção às comunidades Babilônia e Chapéu-Mangueira, zona sul da cidade. Por volta das 13h, os policiais se depararam com um grupo de homens armados e houve confronto na mata.

Um policial do Choque que foi ferido. Criminosos que travam disputa por território nos morros Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme, teriam fugido pela mata, por meio de trilhas que saem na Urca. Um criminoso foi preso durante a fuga. Policiais continuam a procura dos criminosos na região de mata fechada. Por Ciberia // Agência Brasil

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Brasileiros querem volta das aulas apenas após vacina da Covid-19

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para 72% dos brasileiros das classes A, B e C, os estudantes só devem voltar a ter aulas presenciais depois que uma vacina para o novo coronavírus estiver disponível, segundo pesquisa Ibope divulgada pelo jornal “O Globo” nesta segunda-feira (7).

O levantamento foi feito entre os dias 21 e 31 de agosto, pela internet, com 2.626 pessoas com mais de 18 anos e das classes A, B e C. O nível de confiança é de 95% dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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BRASIL

Aborto Realizado: Médicos interrompem gravidez da menina de 10 anos que foi abusada pelo próprio tio

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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De acordo com o portal A Gazeta, a equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros, para onde foi levada a menina de 10 anos que ficou grávida após ser abusada pelo tio, já terminou a primeira etapa do aborto.

O médico Olimpio Barbosa de Morais Filho foi o responsável pelo procedimento e segundo ele, a menina poderá voltar para o Espírito Santo nesta quarta-feira (19), mas ainda não foi confirmado oficialmente quando ela receberá alta hospitalar.

O aborto foi autorizado pela Justiça do Espírito Santo, com um procedimento onde é ministrada uma injeção com medicamentos que resulta no óbito do feto e isto já foi feito.

Na madrugada de hoje começou a segunda etapa do procedimento, que é retirar o feto já sem vida e isto será realizado através de medicamentos.

O processo é concluído quando for realizada a limpeza total do útero da menina, que primeiramente foi internada no Hospital das Clínicas, em Vitória, só que a equipe médica de lá não quis fazer o aborto, alegando que a legislação vigente não poderia ser aplicada neste caso devido a idade gestacional.

A princípio foi dito que a menina estava no terceiro mês de gestação, mas exames posteriores revelaram que era o quinto mês. A criança foi levada para um hospital em Recife, onde o aborto então foi realizado e está sendo concluído hoje.

Ainda de acordo com o portal A Gazeta, familiares se mostraram favoráveis à interrupção da gravidez da menina. Um grupo de religiosos chegou a ir até a entrada do hospital protestar contra o aborto na noite de ontem.

VIA: PortalR7notícias

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