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Liderando casos de Covid-19 no AC, Rio Branco tem 10 leitos de UTI e 40% estão ocupados
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6 anos atrásem
Mais 10 unidades devem ser entregues em Rio Branco nos próximos dias. Há outros leitos para casos não graves da doença.
Capa: Apenas duas cidades do Acre possuem UTIs voltadas para atender pacientes com Covid-19 — Foto: Junior Aguiar/Secom-AC.
Concentrando a maioria dos casos de Covid-19, a capital acreana, Rio Branco, conta apenas com 10 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTIs) destinados a pacientes com a doença e, destes, 40% estão ocupados, segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). No boletim desta segunda-feira (20), Rio Branco já contabilizava 136 pacientes com a doença.
Além das UTIs, a capital conta com 81 leitos para casos menos graves que precisem de internação. Deste total, 21 estão ocupadas. O Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into) é a terceira unidade de saúde de Rio Branco adaptada para atender pacientes com o novo coronavírus e novos leitos vão ser disponibilizados apenas para o tratamento da doença.
Nos últimos dias, a curva de contágio disparou e já atingiu sete cidades do estado. São 176, ao todo, conforme boletim desta segunda. A maioria são de municípios que não dispõem de leitos de UTI’s para atender os pacientes com o novo coronavírus e dependem do atendimento em Rio Branco
Como é o caso do aposentado João Faustino Gadelha, de 79 anos, que estava internado na UTI do PS desde o dia 6 de abril. Ele era de Plácido de Castor e precisou ser transferido porque não tem unidade referência no município e morreu no dia 15 na capital em decorrência da doença.
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UPA do Segundo Distrito foi uma das unidades que registrou suposta intoxicação de funcionários por maionese estragada — Foto: Google Street View/Reprodução.
Unidades de referência
A Sesacre informou que, além da capital, apenas Cruzeiro do Sul dispõe de UTIs prontas para atender essas emergências. São 8 no total e outras quatro estão sendo instaladas. O município de Brasileia também deve receber oito leitos nos próximos dias.
Em entrevista à CBN Amazônia, na última semana, o secretário Alysson Bestene, disse que está sendo trabalhado dentro da rede hospitalar com unidades referência por regiões.
“Nessas regiões de saúde, nós temos uma unidade de referência para casos mais graves de atendimento da Covid-19. Então, no caso do Juruá, temos o hospital [de mesmo nome] de referência. No Baixo Acre, temos os hospitais de referência dentro da capital, o pronto-socorro, o Into e a UPA [Unidade de Pronto Atendimento do segundo Distrito] e no Alto Acre temos o hospital de Brasileia”, informou.
O secretário disse ainda que todas as unidades de saúde do estado foram capacitadas e que vão ser feitos pontos mistos para o atendimento.
“Nós vamos ter pontos nessas unidades mistas, nestes hospitais do interior, pontos para atender possíveis casos para estabilizar e, se necessitar de tratamento de terapia intensiva, a gente encaminha para essas unidades de referência”, acrescentou.
Covid-19 no Acre
Os casos de Covid-19 no Acre continuam subindo consideravelmente. Já são 176 casos da doença em sete cidades do estado. O boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) aponta que os números saíram de 163 para 176 entre o domingo (19), e a segunda-feira (20. Mais duas pessoas morreram, aumentando para oito o número de mortes pela doença.
Na noite de domingo (19), um idoso de 85 anos faleceu, por volta das 19h50, vítima da doença, no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco. A segunda morte é de uma aposentada de 69 anos que faleceu no sábado (18) , mas que os exames foram divulgados somente na noite deste domingo.
Os dados da saúde apontam que 61 pessoas não têm mais o vírus no organismo, sendo consideradas recuperadas. Assim, 115 pessoas seguem em tratamento e a taxa de recuperação é de 35%. Dos casos, 20 são de pacientes que estão hospitalizados.
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Número de leitos devem aumentar nos próximos dias, segundo a Saúde — Foto: Junior Aguiar/Secom-AC
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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